quinta-feira, 9 de agosto de 2012

SANGRAMENTOS NO INICIO DA GRAVIDEZ


SANGRAMENTO NO INÍCIO DA GRAVIDEZ | Primeira metade

sangramento vaginal durante a gravidez é um dos problemas mais frequentes na gestação e sempre deve ser considerado motivo de procura por um serviço de saúde.

Existem muitas causas de sangramento, algumas não são de origem vaginal ou uterina, sendo decorrentes de lesões no ânus (fissuras anais, hemorroidas) ou mesmo do trato urinário (infecção urinária). Mesmo quando o sangramento é vaginal, é importante que se saiba que muitas vezes o sangue é de origem materna e não propriamente do feto em desenvolvimento. Assim, algumas características do sangramento, os sintomas associados, o exame físico a ultrassonografia vão orientar o médico a um diagnóstico mais preciso.

sangramento na gravidezAtenção: Quando o sangramento for volumoso ou acompanhado de cólica ou dor intensa a gestante deve procurar o hospital de referência imediatamente!

O que é importante observar em casos de sangramento na gravidez?

Em primeiro lugar a própria gestante pode tentar observar se o sangramento realmente vem da vagina. Na maioria das vezes, quando a origem é anal, como nos casos de hemorroidas, há dificuldade e dor para evacuar e o sangramento ocorre no momento da evacuação (leia: HEMORROIDAS | Sintomas e tratamento). Já quando há uma infecção urinária, como na cistite, pode haver dor ou ardência ao urinar e aumento da frequência das micções (leia: INFECÇÃO URINÁRIA | CISTITE | Sintomas e Tratamento).

Algumas lesões externas na vulva (parte externa do órgão genital feminino) também causam sangramento. Essas normalmente estão relacionadas a traumas como relação sexual ou depilação. Na hipótese de sangramento vaginal deve-se observar a quantidade, se pequena ou intensa; a cor, se vermelho-vivo ou mais escuro; se é constante ou intermitente e se há dor ou cólica associada.

Dependendo do tempo de gestação as causas de sangramento serão diferentes. Por isso, elas serão divididas como de primeira ou de segunda metade da gravidez. Neste texto abordaremos os sangramentos no início da gravidez, para sermos mais exatos, na primeira metade da gestação. O sangramentos que ocorrem no final da gravidez (na segunda metade) serão abordados em um texto próprio a ser publicado nas próximas semanas.

Causas de sangramento no início da gravidez (primeira metade da gravidez)

No primeiro trimestre, 20 a 40% das gestantes apresentam sangramento vaginal. As principais causas são:

1. Decorrentes de abortamento
2. Implantação da gestação no útero (a implantação do óvulo fecundado no útero pode causar pequenos sangramentos)
3. Gravidez ectópica (fora do útero, como nos casos de gravidez tubária)
4. Patologia do colo uterino, da vagina ou do útero (lesões por trauma, inflamação/infecção, pólipos)

Muitas vezes o médico não consegue determinar a causa do sangramento. O principal objetivo é excluir os diagnósticos que podem ter uma repercussão negativa para a gravidez em curso.

As causas mais comuns são as decorrentes de abortamento, seja ele só uma ameaça ou inevitável. Já a gravidez fora da cavidade uterina, como na trompa, é o diagnóstico mais importante a ser excluído. Nessa situação, há risco da trompa se romper e causar sangramento intenso, podendo ameaçar a vida da gestante. De modo geral, quanto mais intensos o sangramento e a cólica, ou a dor abdominal, maior a chance de se tratar de uma dessas causas e mais urgente deve ser a avaliação clínica.

Diagnóstico do sangramento na gravidez

a.) História clínica

Gestantes que já tiveram dois ou mais episódios de abortamento estão em maior risco de outro episódio. Da mesma forma, pacientes que já tiveram uma gravidez ectópica ou que tenham fatores de risco como doença inflamatória pélvica, uso de DIU ao engravidar, ou cirurgia pélvica anterior, têm maior chance de uma nova gravidez fora do útero.

É importante informar ao médico se já foi realizada uma ultrassonografia que tenha demonstrado a gravidez dentro do útero, o que torna o diagnóstico de gestação ectópica pouco provável. Caso não o tenha, a dosagem do Beta-HCG confirmando a gravidez deve ser apresentada.

b.) Exame físico

O exame físico completo é o mais importante na avaliação do sangramento. Primeiramente serão avaliadas a pressão arterial e a frequência cardíaca. O exame do abdome pode levar o profissional de saúde a pensar em causas até não ginecológicas ou obstétricas para a dor abdominal, como apendicite (leia: DOR NA BARRIGA | DOR ABDOMINAL | Principais causas e APENDICITE | Sintomas e tratamento).

Até 12 semanas de gestação o útero não pode ser palpado pelo abdome e os batimentos cardíacos fetais (bcf) não são avaliados com o sonnar-Doppler. Quando a gestante tem mais de 12 semanas de gestação, o útero for palpável e o bcf percebido, é tranquilizador. Garante que o abortamento não aconteceu e praticamente exclui o diagnóstico de gravidez ectópica.

Em seguida, a vulva e a região anal são examinadas à procura de lesões que possam ser foco de sangramento. O exame especular irá diagnosticar patologias do colo uterino: lacerações, pólipos, processos inflamatórios/infecciosos (corrimento vaginal), ectopia (fragilidade do colo), verrugas ou tumores. O toque vaginal irá avaliar o tamanho do útero, se compatível com o tempo de gravidez, avaliará as regiões anexiais procurando sinais de gestação fora do útero e se o colo uterino está aberto ou fechado.

c.) Ultrassonografia

A ultrassonografia transvaginal é o principal método de avaliação de sangramento na gravidez, principalmente quando ela ainda não foi realizada na gravidez atual. Confirma a gravidez dentro do útero, ou fora dele, avalia o número de fetos e a presença dos batimentos cardíacos.

É importante notar que gestações com menos de cinco semanas de evolução não podem ser avaliadas pela ultrassonografia e a melhor forma de se avaliá-las nesta fase é pela dosagem do Beta-HCG (leia: SINTOMAS DE GRAVIDEZ | TESTE DE GRAVIDEZ). Quando o nível de Beta-HCG é compatível com o tempo de gravidez devemos esperar até 6 ou 7 semanas para realizar a ultrassonografia. Quando menor que o esperado pode significar abortamento ou gravidez ectópica. Essa dosagem pode ser seriada, quando o nível de Beta-HCG cai trata-se de abortamento, quando sobe de forma lenta sugere a gravidez fora do útero.

Os possíveis diagnósticos do sangramento vaginal, as características clínicas e os achados à ultrassonografia estão resumidos na tabela a seguir:
 
Diagnóstico
História
Exame físico
Ultrassonografia
Lesões da vulva, vagina, colo uterino
Sangramento vermelho-vivo (se recente), em pequena/média intensidade, sem dor importante.
Visualização da lesão ao exame da vulva ou especular.
Não acrescenta ao diagnóstico. Caso não tenha sido realizada pode ser indicada para confirmar o bem-estar fetal.
Implantação do ovo no útero.
Sangramento em pequena quantidade, sem cólica ou cólica leve.
Normal
Sem achados de gravidez (esse sangramento ocorre com 4-5 semanas). Beta-HCG compatível com tempo de gestação.
Ameaça de abortamento
Sangramento leve a intenso, vermelho-vivo ou escuro se antigo, cólica moderada a intensa.
Visualização de sangramento através do colo pelo exame especular. Útero compatível com tempo de gestação, colo fechado.
Gestação dentro do útero com embrião e bcf presentes. Pode ter área de descolamento do saco gestacional ou não.
Abortamento incompleto
Sangramento leve a intenso, vermelho-vivo ou escuro se antigo, cólica moderada a intensa.
Visualização de sangramento ou partes da gravidez através do colo pelo exame especular. Útero menor que o esperado, colo fechado.
Gestação dentro do útero inviável: saco gestacional irregular, restos ovulares, embrião sem bcf.
Abortamento em curso (inevitável)
Sangramento moderado a intenso, vermelho-vivo cólica moderada a intensa.
Visualização de sangramento ou partes da gravidez através do colo pelo exame especular. Útero menor que o esperado, colo aberto.
Gestação dentro do útero inviável: saco gestacional irregular, restos ovulares, embrião sem bcf.
Abortamento completo
Sangramento leve a moderado, escuro, cólica leve ou moderada (podem estar em fase de melhora).
Visualização ou não de sangramento através do colo pelo exame especular. Útero menor que o esperado, colo fechado.
Sem sinais de gestação, ou imagem sugestiva de sangue no útero.
Gravidez ectópica
Sangramento leve a moderado, escuro, cólica/dor moderada a intensa.
Visualização ou não de sangramento através do colo pelo exame especular. Útero menor que o esperado, colo fechado. Dor à palpação da região dos ovários, pode ser percebida uma massa.
Massa anexial, saco gestacional com ou sem embrião fora do útero. Quando não há sinais de gestação no útero e o tempo de gravidez for > que 5 semanas. Líquido no abdome (sangue).

Tratamento do sangramento na gravidez 

O tratamento vai depender da causa do sangramento. Muitas causas não requerem tratamento específico.

Importante: sempre que se suspeite de sangramento por abortamento ou gravidez ectópica as gestantes com tipo sanguíneo Rh negativo devem receber imunoglobulina anti-Rh.

Quando não conseguimos identificar a causa, o sangramento não põe em risco a vida da gestante, o exame clínico é normal e a ultrassonografia confirma o bem-estar da gravidez são realizadas orientações gerais, principalmente de observação do aparecimento de novos sintomas. Esses casos costumam ter uma evolução favorável e o sangramento normalmente para espontaneamente.

Os sangramentos por implantação da gestação no útero e a maior parte das lesões da vulva, vagina ou colo não requerem tratamento, a não ser que o sangramento seja intenso ou a causa seja, por exemplo, um tumor no colo.

No caso de ameaça de abortamento é difícil avaliar a eficácia de algum tipo de tratamento porque quando é vista a gravidez no útero e embrião com bcf a chance de sucesso sem nenhuma medida específica é de 90 a 96% em gestações entre 7 e 11 semanas e maior ainda se com mais tempo. Muito médicos optam por observação clínica.

Os abortamentos em curso ou incompleto podem ser tratados de forma expectante, com medicamentos ou por métodos cirúrgicos. Essa avaliação é individual e a critério do médico junto com a paciente.

O abortamento completo também não demanda ação específica.

Na maioria dos casos, a gravidez ectópica é uma emergência médica, necessitando de cirurgia de urgência. Algumas vezes pode-se optar com tratamento com medicamento ou por
observação clínica.

Este texto foi escrito pela Dra. Fernanda Campos da Silva, ginecologista e obstetra formada pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Doutora em Ciências Médicas pela Universidade Federal Fluminense (UFF) e Secretária da Comissão Nacional de Perinatologia da Federação Brasileira de Ginecologia e Obstetrícia (FEBRASGO).


Leia o texto original no site MD.Saúde: SANGRAMENTO NO INÍCIO DA GRAVIDEZ | Primeira metade http://www.mdsaude.com/2011/08/sangramento-inicio-gravidez.html#ixzz234M3Vu00

FOTOS DE HEMORROIDAS


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FOTOS DE HEMORROIDAS

Hemorroidas são veias dilatadas e inflamadas no ânus e reto que podem causar dor, coceira e sangramento anal.

Esta é uma página de fotos de hemorroidas, complemento do texto HEMORROIDAS | SINTOMAS E TRATAMENTO, que aborda causas, sintomas, diagnóstico e tratamento das hemorroidas.

Antes de mostrarmos as fotos, uma rápida explicação sobre hemorroidas.

As hemorroidas são classificadas em:

- Hemorroidas internas: quando ocorrem no reto (parte final do intestino grosso).
- Hemorroidas externas: quando ocorrem no ânus.

As hemorroidas externas são mais facilmente identificáveis, pois podem ser detectadas através de um simples exame da região anal. Já as hemorroidas internas só são vistas pelo exame físico quando são grandes o suficiente para saírem pelo ânus, caso contrário ficam "escondidas" dentro do canal anal.

As hemorroidas internas são classificadas em quatro graus:

- Hemorroidas internas grau I: não prolapsam através do ânus.
- Hemorroidas internas grau II: prolapsam através do ânus durante a evacuação mas o retornam à sua posição original espontaneamente.
- Hemorroidas internas grau III: prolapsam através do ânus e a sua redução só é conseguida manualmente.
- Hemorroidas internas grau IV: estão prolapsadas através do ânus e a sua redução não é possível.

Texto: Fotos de hemorroidas
Clique nas imagens para ampliá-las. Atenção: estas imagens contêm fotos de ânus com hemorroidas, o que pode ser considerado ofensivo para algumas pessoas.



Para saber mais informações sobre hemorroidas, leia: HEMORROIDAS | SINTOMAS E TRATAMENTO
Pedro PinheiroAutor do artigo
Pedro Pinheiro Médico formado pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) em 2002. Diploma reconhecido pela Universidade do Porto, Portugal. Título de especialista em Medicina Interna pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) em 2005. Título de Nefrologista pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) e pela Sociedade Brasileira de Nefrologia (SBN) em 2007. Título de Nefrologista pelo Colégio Português de Nefrologia.


Leia o texto original no site MD.Saúde: FOTOS DE HEMORROIDAS http://www.mdsaude.com/2010/05/fotos-hemorroidas.html#ixzz234KFPVAA

FIBROMIALGIA


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Fonte: Especialista Opin Pharmacother  | Enviado 1 semana atrás

Pregabalina para o tratamento da fibromialgia ; Smith MT, Moore BJ; parecer sobre Farmacoterapia 13 (10), 1527-1533 (Jul 2012)

Introdução: A fibromialgia (FM) é a causa mais comum de dor crônica generalizada corpo em seres humanos. Co-morbidades incluem distúrbios do sono, fadiga, funcionamento deficiente físico, o humor alterado e os efeitos negativos sobre a saúde relacionados com qualidade de vida. Pregabalina inibe a liberação pré-sináptica de neurotransmissores pronociceptive no SNC, o que sustenta a provável o seu benefício terapêutico em pacientes com FM. Áreas abrangidas: Esta revisão aborda farmacocinética da pregabalina, eficácia e eventos adversos (AE) perfis de estudos randomizados controlados e estudos abertos de extensão em pacientes com FM. Estes efeitos são comparados com os da norepinefrina serotonina, a duloxetina e milnaciprano que também têm a aprovação da FDA para o tratamento da fibromialgia. Opinião de especialistas: nas doses aprovadas, pregabalina tem no máximo um benefício moderado terapêutica superior à do placebo com efeitos colaterais toleráveis, em não mais que 50% dos pacientes com FM.Durabilidade de alívio da dor clinicamente significativo (≥ 30%) em pregabalina-respondedores foi demonstrada durante pelo menos 6 meses, mas a longo prazo são necessários estudos como a maioria dos pacientes tem sintomas durante décadas.Exclusão de pacientes com co-morbidades comum a partir dos ECRs pregabalina em FM levanta dúvidas sobre a generalização dos resultados RCT para o paciente típico observado na prática clínica e para investigação adicional é necessária.

EXPOSIÃO CRÔNICA A BACTERIA ESTAFILOCOCOS PODE SER FATOR DE RISCO PARA O LÚPUS


Science News

... de universidades, jornais e outras organizações de pesquisa

Exposição crônica a bactérias Staph pode ser fator de risco para Lupus

ScienceDaily (08 de agosto de 2012) - A exposição crônica ao mesmo pequenas quantidades de bactérias estafilococos pode ser um fator de risco para o lúpus doença inflamatória crônica, Mayo Clinic pesquisa mostra. Staph, abreviação deStaphylococcus aureus , é um germe comumente encontrada na pele ou no nariz, às vezes causando infecções. No estudo Mayo, os ratinhos foram expostos a doses baixas de uma proteína encontrada em estafilococos e desenvolveu uma doença semelhante ao lúpus, com doença renal e auto-anticorpos como os encontrados no sangue de pacientes com lúpus.
Os resultados são publicados on-line neste mês em The Journal of Immunology . O próximo passo é estudar pacientes com lúpus para ver se a proteína staph em questão desempenha um papel semelhante em humanos, diz o co-autor Vaidehi Chowdhary, MD, um reumatologista da Clínica Mayo.
"Nós pensamos que esta proteína pode ser uma importante pista para o que pode causar ou agravar o lúpus em certos pacientes geneticamente predispostos", diz Dr. Chowdhary. "Nossa esperança é para confirmar esses achados em pacientes com lúpus e esperamos prevenir as erupções."
Outra questão chave é se o tratamento de pessoas em risco para erradicar o staph pode evitar a formação de lupus, em primeiro lugar. Lupus ocorre quando o sistema imunológico ataca os tecidos e articulações. Ela pode afetar praticamente qualquer parte do corpo e pode ser difícil de diagnosticar porque muitas vezes imita outras doenças. Não há cura, apenas tratamento para controlar os sintomas. Lúpus é mais comumente diagnosticado em mulheres, Africano-americanos, hispânicos, asiáticos e pessoas de 15 a 40.
A causa geralmente é desconhecida, mas aparece pessoas geneticamente predispostas ao lúpus pode se desenvolver quando algo no ambiente aciona-lo, tais como infecções, certos medicamentos ou até mesmo luz solar.
Os médicos realmente não sei o que causa lúpus, por isso a descoberta de possível papel da proteína staph é emocionante, Dr. Chowdhary diz.
Nos ratos estudados, uma proteína conhecida como estafilococos uma enterotoxina B de estafilococos, ou SEB, T auto-reactivas activadas e linfócitos B, um tipo de células brancas do sangue, levando a uma doença inflamatória lúpus espelhamento. A investigação sobre as pessoas tem mostrado que as bactérias por estafilococos que transportam está ligada a doenças auto-imunes tais como a psoríase, doença de Kawasaki e graulomatosis com poliangiite.
O estudo do lúpus foi financiado pelo National Institutes of Health, um American College of Rheumatology Research Foundation e Carreira de Desenvolvimento da Educação concessão do financiamento ponte, um Ronald F. Kinney Executivo Dean Prêmio de Pesquisa de Desenvolvimento de Carreira da Mayo Foundation e Mayo Clinic Research Development Early Career Prêmio.
A equipa de investigação incluiu Ashenafi Tilahun; Chad Clark, José Grande, MD, Ph.D., e Govindarajan Rajagopalan, Ph.D., todos da Clínica Mayo.
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Fonte Story:
A história acima é reproduzida a partir de materiaisfornecidos pela Mayo Clinic .
Nota: Os materiais pode ser editado para conteúdo e duração. Para mais informações, entre em contato com a fonte citada acima.

Journal Referência :
  1. . VR Chowdhary, AY Tilahun, CR Clark, JP Grande, G. Rajagopalan exposição crônica ao superantígeno estafilocócico provoca uma imitação Lupus Sistémico Doença Inflamatória . The Journal of Immunology , 2012; 189 (4): 2054 DOI: 10.4049/jimmunol.1201097
 APA

 MLA
Mayo Clinic (2012, 08 de agosto). A exposição crônica a bactéria estafilococo pode ser fator de risco para o lúpus. ScienceDaily . Retirado 09 de agosto de 2012, a partir de
Nota: Se nenhum autor é dado, a fonte é citada em seu lugar.
Disclaimer : Este artigo não pretende fornecer aconselhamento médico, diagnóstico ou tratamento. Opiniões aqui expressas não refletem necessariamente as do ScienceDaily ou seu pessoal.

ESTUDOS SUGEREM= NENHUMA DIFERENÇA NAS TAXAS DE MORTALIDADE ENTRE PACIENTES EXPOSTOS A DROGAS COMUNS PARA ARTRITE REUMATOIDE


Nenhuma diferença nas taxas de mortalidade entre pacientes expostos a drogas comuns artrite reumatóide, Estudo sugere

ScienceDaily (02 de agosto de 2012) - Nova pesquisa confirma nenhuma diferença significativa nas taxas de morte entre os pacientes com artrite reumatóide (AR) que foram expostas a um dos vários inibidores de TNF utilizados para tratar a AR, adalimumabe (Humira), etanercept (Enbrel ), infliximab e (Remicade). Este estudo de base populacional de pacientes com AR na Suécia - o primeiro a comparar as taxas de mortalidade entre os pacientes tratados com inibidores de TNF individuais - já está disponível no Arthritis & Rheumatism.
RA é uma doença crônica auto-imune caracterizada por inflamação nas articulações que provoca dor, sensibilidade e inchaço. A Organização Mundial de Saúde estima que a AR afeta até um por cento de indivíduos em todo o mundo, com mais de um milhão de americanos diagnosticados com a doença de acordo com a ACR.Reumatologistas recomendar a intervenção precoce com a doença biológica modificando drogas anti-reumáticas (DMARDs), tais como inibidores de TNF para retardar a progressão da doença, melhorar a função, e prevenir a incapacidade.
Na Suécia cerca de 15% dos pacientes com AR são prescritos inibidores de TNF. O presente estudo examinou as taxas de mortalidade em pacientes com AR expostos ao adalimumab, etanercept, infliximab ou."Entendimento risco versus benefício do tratamento com o biológicos mais comumente prescritos é importante para médicos e pacientes na gestão de RA", disse o autor principal Dr. Julia Fridman Simard com a Unidade de Epidemiologia Clínica do Instituto Karolinska, em Estocolmo, Suécia.
Pesquisadores ligados dados do sueco Biologics Register (ARTIS), um amplo banco de dados dos pacientes que iniciam primeira vez terapia biológica para as doenças reumáticas, e informações de registros nacionais suecos, que incluiu dados como todas as causas de mortalidade, dados demográficos e características da AR. Entre 2003 e 2008, 1.609 pacientes com AR iniciado o tratamento com adalimumab, etanercept com 2.686, e 2.027 com infliximabe como seu DMARD biológico pela primeira vez.
Havia mais de 19.000 pessoas-ano de follow-up durante o período de estudo de cinco anos durante o qual 211 pacientes morreram (3,3%). "Enquanto não encontramos diferença estatisticamente significativa nas taxas de mortalidade nos três terapias biológicas, estudos adicionais são necessários para determinar se isso é verdade em certos subgrupos de pacientes com AR", conclui Dr. Simard.
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Fonte Story:
A história acima é reproduzida a partir de materiaisfornecidos por Wiley , via AlphaGalileo.
Nota: Os materiais pode ser editado para conteúdo e duração. Para mais informações, entre em contato com a fonte citada acima.

Journal Referência :
  1. Julia F Simard, Martin Neovius, Johan Askling para o grupo de estudo ARTIS. mortalidade em pacientes com artrite reumatóide tratados com inibidores de TNF: Drogas Específicas Comparações no sueco Biologics RegisterArthritis & Rheumatism , 08 de agosto de 2012 DOI:10.1002/art. 34582
 APA

 MLA
Wiley (2012, 02 de agosto). Não houve diferença nas taxas de mortalidade entre os pacientes expostos a drogas comuns da artrite reumatóide, o estudo sugere. ScienceDaily .Retirado 09 de agosto de 2012, a partir de
Nota: Se nenhum autor é dado, a fonte é citada em seu lugar.
Disclaimer : Este artigo não pretende fornecer aconselhamento médico, diagnóstico ou tratamento. Opiniões aqui expressas não refletem necessariamente as do ScienceDaily ou seu pessoal.