quinta-feira, 22 de novembro de 2012

ASMA EOSINOFÍLICA

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Quais são os eosinófilos?

Os eosinófilos são um tipo de células brancas do sangue, cujo papel é natural, para defender o organismo contra os parasitas. Mas também, sempre que se acumulam reacções alérgicas ter lugar, incluindo a asma alérgica. 
O sangue é uma mistura de plasma e células sanguíneas de líquido muito pequenos, bombeado em torno do corpo do coração, através das artérias, capilares e veias. O plasma contém os nutrientes e produtos residuais, no seu caminho para e a partir de todas as partes do corpo, e que contém as hormonas e produtos químicos para a defesa do organismo, em particular os necessários para a coagulação sanguínea quando são feridos e aqueles que nos ajudam a destruir bactérias e vírus quando estão infectados.
A maioria das células são os glóbulos vermelhos, que transportam o oxigénio dos pulmões a partir de todas as partes do corpo. Outros são células brancas do sangue que nos defendem contra a invasão por bactérias, vírus e outras partículas que entram em nossos corpos. Os eosinófilos pode elevar-se a cerca de 3 por cento das células brancas do sangue no corpo.
Existem diferentes tipos de glóbulos brancos, cada um com seu próprio papel. Quando o corpo reconhece a invasão por bactérias, vírus ou estrangeiras substâncias, as células brancas do sangue passar do sangue para o local onde ocorreu a invasão, e desempenham o seu papel na destruição ou expulsão do invasor ou substância. Ao mesmo tempo, a nossa medula óssea começa a fazer muito mais do que as células brancas do sangue, para que seus números em nossos aumentos de sangue.
Os tipos de células brancas do sangue são:
  • Os neutrófilos, que pode remover e matar as bactérias e partículas de material estranho.
  • Linfócitos, são as células do nosso corpo ajudar a contar a diferença entre substâncias que fazer ou não pertencem ali.
  • Os monócitos, ajudar a quebrar as partículas estranhas e substâncias para os linfócitos, que podem reconhecimento dos pequenos fragmentos.
  • Eosinófilos, reunir sempre que há uma infecção parasitária ou uma reacção alérgica, como asma alérgica, e depois liberam substâncias químicas. Os produtos químicos são muito eficientes no combate parasitas, mas eles também podem prejudicar o corpo, se lançou no lugar errado. Assim, o revestimento dos pulmões for danificado na asma.
  • Basófilos, (bem como os mastócitos) histamina libertação, quando ocorre uma reacção alérgica, mas também outros produtos químicos, que são semelhantes à histamina em efeito.
  • Plaquetas do sangue, ajuda na coagulação do sangue e nos proteger de sangramento perigosamente de pequenas lesões.

Qual o papel que eosinófilos desempenham na asma?

Ao longo dos anos, os investigadores descobriram que os eosinófilos desempenham um papel fulcral no desenvolvimento imunitário e asma. Asma e doenças alérgicas ocorrem quando o sistema imunitário responde inadequadamente ao inofensivas substâncias ambientais, tais como pólen ou fungos. Reacções alérgicas incluem eczema, urticária, febre do feno, asma, alergias alimentares, e reações ao veneno de picadas de insetos, como abelhas e vespas.
Estudos que examinaram os pacientes com asma leve têm demonstrado que a inflamação das vias aéreas devido a eosinófilos é uma característica típica, e, na verdade, inflamação eosinofílica das vias aéreas parece estar estreitamente relacionada com o risco de exacerbações de asma grave.

Avanços em Pesquisas Asma eosinofílica e Cuidados

Os pesquisadores estão sempre à procura de novas abordagens para cuidados com a asma e uma abordagem é desenvolver terapias que ajudam a reduzir os eosinófilos em pacientes com asma. Os ensaios clínicos estão em andamento para avaliar a eficácia e segurança de novos tratamentos que afetam eosinófilos em pacientes com asma mal controlada.resultados não estão completos, mas o progresso está incentivando uma vez que esta nova terapia ajudou a reduzir significativamente os eosinófilos, melhorar a função das vias aéreas, e fornecer maior controle de asma em pacientes nos ensaios.
 

OS PACIENTES MAIS PROPENSOS A SOBREVIVER NO HOSPITAL A PARADA CARDIACA HOJE



Os pacientes mais propensos a sobreviver no hospital Parada Cardíaca Hoje: Estudo

Pesquisadores dizem diretrizes claras ter ajudado
Quarta-feira, novembro 14, 2012
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Quarta-feira, novembro 14 (HealthDay News) - Um novo estudo descobriu que a sobrevivência após hospitalar parada cardíaca melhorou substancialmente 2000-2009 nos EUA centros médicos, provavelmente porque diretrizes estabelecidas foram seguidos.
Em média, as pessoas com uma parada cardíaca - quando o coração pára de bater - em um hospital tem uma chance de cerca de 22 por cento de sobreviver pelo menos o suficiente para ir para casa. Há dez anos, eles tinham menos de 14 por cento de chance de sobreviver até a alta, os pesquisadores notaram.
Além disso, a taxa de incapacidade neurológica entre os sobreviventes, incluindo fraqueza motora ou dificuldade em falar, diminuiu. Tais problemas são frequentemente associados com insuficiência de oxigênio chegar ao cérebro durante a parada cardíaca e os esforços de ressuscitação.
"Nós descobrimos que a sobrevivência melhorada com pacientes hospitalares adultos por duas razões: As pessoas estão fazendo um trabalho melhor de reanimação, e eles também estão ficando melhor a prestação de cuidados para o paciente após a ressuscitação", disse Saket Girotra, da divisão de doença cardiovascular na Universidade de Iowa Hospitais e Clínicas, em Iowa City.
Querendo ou não as pessoas vão sobreviver parada cardíaca - quando o coração pára de bater - depende de uma ampla variedade de fatores. Alguns são relacionados ao indivíduo, tais como a sua idade e condição. Outras questões são mais hospital-relacionadas, incluindo: Quanto tempo o paciente foi encontrado? Quem chegou ao local e em quanto tempo foi a reanimação cardiopulmonar (RCP) começou? Foi um fim de semana? E, para os sobreviventes, foi interrompido oxigênio para os problemas no cérebro causa neurológica, como fraqueza muscular ou dificuldade de falar?
A Associação Americana do Coração, que financiou o estudo, desenvolveu diretrizes para hospitais, em um esforço para melhorar a qualidade do atendimento associado hospitalar parada cardíaca. Chamado de "Get com as Diretrizes - Ressuscitação", eles oferecem pontos de referência claros para usar no treinamento de pessoal para responder a crises cardíacas. Especialistas dizem que a aplicação das orientações pode ter números melhores de sobrevivência em hospitais.
"Este estudo mostra que quando você seguir qualidade e pessoas de referência que você pode melhorar o desempenho," disse o Dr. Ralph Sacco, ex-presidente da American Heart Association e presidente de neurologia da Universidade de Miami Miller School of Medicine, na Flórida.
Os dados para a pesquisa foi tirada de um registro nacional de melhoria da qualidade, que inclui todos os pacientes hospitalizados com uma parada cardíaca confirmaram que receberam RCP em hospitais participantes.
Para este estudo, os registros de mais de 84.600 pacientes com 18 anos ou mais de 374 hospitais foram incluídos, o ajuste para fatores inumeráveis, Girotra disse, incluindo idade, sexo, raça e presença de outras condições. Os pacientes eram excluídos se suas paradas cardíacas ocorreu em salas de cirurgia, suites processuais, trabalhistas e de entrega, ou departamentos de emergência.
Os autores do estudo estimam que, dada a taxa de sobrevivência maior que encontraram, um adicional de 17.200 pacientes sobreviveram à alta hospitalar, em 2009, em comparação com 2000. A taxa de sobreviver à tentativa de reanimação, mas não sobreviver o tempo de internação foi de cerca de 54 por cento, acima dos cerca de 43 por cento em 2000.
Outra equipe de pesquisa analisou informações sobre os pacientes do Medicare que tiveram CPR depois no hospital parada cardíaca a partir de 1992 até 2005 e não encontraram nenhuma diferença nas taxas de sobrevivência para descarregar. Girotra disse que os resultados, publicados no New England Journal of Medicine em 2009, foram afectados pelo fato de que os pesquisadores usaram dados de processos administrativos que incluíam pacientes que não tiveram paradas cardíacas ou excluídos aqueles sem o procedimento correto faturamento código.
Sacco espera pesquisadores vão agora avaliar a forma de melhorar os resultados de paradas cardíacas que ocorrem em locais públicos. "Melhorar a ressuscitação após parada cardíaca é um dos grandes objetivos da AHA", disse ele.
Girotra disse que o estudo é "um pequeno passo na tentativa de compreender a sobrevivência." Ele acrescentou que pesquisas são necessárias para definir melhor quais os fatores que têm o maior impacto na sobrevida por realmente visitar instalações e realização de entrevistas em profundidade.
"Quando há uma parada cardíaca, alguém está realmente tentando morrer bem na frente de vocês", disse Girotra. "Ressuscitação eficaz realmente envolve uma equipe para executar os passos de forma coordenada, e esses fatores diferem pelo hospital. Precisamos identificar quais são alguns desses fatores que vai nos ajudar a entender como os cuidados de reanimação é organizado e que vai melhorar a qualidade para que possamos educar melhor os médicos e funcionários. "
FONTES: Saket Girotra, MD, SM, associado em Medicina, Divisão de doença cardiovascular, da Universidade de Iowa Hospitais e Clínicas, Iowa City, Ralph Sacco, MD, ex-presidente, American Heart Association, e presidente, neurologia da Universidade de Miami Miller Escola de Medicina, Miami, Flórida, 15 de novembro de 2012, New England Journal of Medicine
HealthDay
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Mulheres e Diabetes

A diabetes é uma doença grave que afeta mais de 20 milhões de pessoas nos Estados Unidos. 
Não é uma boa notícia. Diabetes pode ser controlada através da manutenção de uma dieta saudável, fazer exercícios e uso de medicamentos aprovados pela FDA, insulina, e dispositivos de todos os dias. A FDA tem muita informação gratuita para ajudá-lo a gerir a sua diabetes.
Este vídeo fornece dicas para ajudar as mulheres com diabetes usar com segurança os seus medicamentos para diabetes.

Veja o vídeo em espanhol:
                                                     
  
Cadernos de medicação       
Estes folhetos dar alguns fatos básicos sobre os medicamentos utilizados para tratar a diabetes. Use essas cartilhas para ajudar você
fale com o seu médico sobre os medicamentos que são certo para você.

Fichas, folhetos e Receitas
Obtenha os fatos sobre diabetes. Disponível em Inglês, Espanhol e idiomas asiáticos.

Contato FDA

301-796-9440
Fax :301-847-8604
Serviço Alimentar e Drug Administration de Saúde da Mulher
10903 New Hampshire Avenue
WO32-2333
Silver Spring, MD 20993

quarta-feira, 21 de novembro de 2012

ALTOS INDICER DE POLUIÇÃO PODE REDUZIR A CAPACIDADE MENTAL DE IDOSOS

Vivem em áreas smoggy pode reduzir Brainpower Idosos

Estudo amarrado a alta poluição menor pontuação de teste de linguagem, memória
Por Robert Preidt
Sexta-feira 16 de novembro, 2012
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Sexta-feira, 16 de novembro (HealthDay News) - Os altos níveis de poluição do ar pode reduzir capacidades mentais dos idosos, de acordo com um novo estudo.
Os pesquisadores analisaram mais de 14.000 homens e mulheres, com idades entre 50 e mais velhos, que participaram da Saúde de 2004 nos EUA e Estudo de Aposentadoria. Informações sobre suas habilidades mentais foi comparado com os dados da Agência nacional de protecção ambiental em 2004 níveis médios anuais de partículas finas de poluição do ar.
As pessoas que viviam em áreas com altos níveis de partículas finas pior desempenho em testes de habilidades mentais, como a palavra recall, o conhecimento de línguas e orientação. A associação entre níveis elevados de partículas e capacidade mental reduzida se manteve mesmo após os pesquisadores responsáveis ​​por fatores como idade, condições de raça, etnia, escolaridade, tabagismo, pulmão e e coração.
Os níveis de material particulado fino ar variou 4,1-20,7 microgramas por metro cúbico. Cada aumento de 10 pontos foi associado com uma queda de 0,36 ponto nos resultados dos testes mentais de habilidade. Isto é aproximadamente igual ao efeito do envelhecimento três anos, disseram os pesquisadores.
Os resultados foram programados para a apresentação de sexta-feira uma reunião da Sociedade Gerontológica da América, em San Francisco.
Este é o primeiro estudo nacional para mostrar como a exposição à poluição do ar pode afetar as habilidades mentais dos idosos, de acordo com uma nova versão da sociedade. Os resultados sugerem que a matéria do ar partículas finas pode ser um importante fator de risco ambiental para o funcionamento do cérebro.
"Como resultado de idade declínios relacionados à saúde e funcionamento, os adultos mais velhos são particularmente vulneráveis ​​aos perigos da exposição ao ar saudável", o co-autor Jennifer Ailshire, um pós-doutorado no Centro de Biodemography e Saúde da População para os EUA Instituto Nacional sobre Envelhecimento, disse em comunicado à imprensa.
"A poluição do ar tem sido associada ao aumento de problemas cardiovasculares e respiratórias, e até mesmo a morte prematura, em populações mais velhas", observou ela. "Há evidências emergentes que exposição à poluição atmosférica de partículas pode ter efeitos adversos sobre a saúde do cérebro eo funcionamento também."
Como este estudo foi apresentado em uma reunião médica, os dados e conclusões devem ser vistos como preliminares até publicado em um jornal peer-reviewed.
O estudo encontrou uma associação entre a poluição do ar e do funcionamento mental; não comprovar causa e efeito.
Fonte: Sociedade Gerontológica da América, a notícia de lançamento, 16 de novembro de 2012
HealthDay
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FUNÇÃO RENAL REDUZIDA AMARRADA AO DECLÍNIO MENTAL

Função renal reduzida Amarrado ao declínio mental

Estudo de pacientes com doença renal crônica encontradas alterações na memória, habilidades de raciocínio
Por Robert Preidt
Segunda-feira, 19 de novembro, 2012
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Segunda-feira, 19 de novembro (HealthDay News) - diminuição da função renal leva ao declínio de pensamento e memória, diz um novo estudo.
Os pesquisadores analisaram as alterações na função renal e habilidades mentais por cinco anos em cerca de 600 pessoas. Quanto maior a diminuição da função renal de uma pessoa durante esse tempo, maior o declínio na sua capacidade intelectual geral, particularmente raciocínio abstrato e memória verbal.
O estudo foi publicado em 19 de novembro da revista Nefrologia, Diálise e Transplante .
"O cérebro e os rins são os órgãos que são afetados pelos sistemas cardiovasculares", o autor Adam Davey, professor associado de saúde pública no Colégio Temple University de Profissões de Saúde e Serviço Social, disse em um comunicado de imprensa da universidade. "Eles são afetados por coisas como a pressão arterial ea hipertensão, por isso, é natural esperar que mudanças em um órgão vão estar ligados com as mudanças no outro."
Os resultados destacam a importância do diagnóstico e tratamento da doença renal crônica.
"À medida que envelhecemos, nossa função renal tende a diminuir naturalmente, por isso, se há um problema extra envolvido na função renal, como doença renal crônica, o que precisamos saber sobre isso o mais rápido possível", disse Davey. "Isso é algo que precisa ser gerenciado, assim como você faria a gestão hipertensão."
Ele observou que a diminuição da capacidade intelectual causada pela redução da função renal não é tão significativa que iria interferir com o paciente ser capaz de participar no tratamento da doença renal.
"Os pacientes são ainda vai ser capaz de tomar o medicamento na hora e sem assistência, bem como compreender a informação que o médico está compartilhando com eles sobre sua doença", disse Davey.
Embora o estudo tenha encontrado uma associação entre a função renal diminuída e um declínio nas capacidades mentais, ele não provar uma relação de causa-e-efeito.
FONTE: Temple University, a notícia de lançamento, 19 de novembro de 2012
HealthDay
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MAU HÁLITO / CAUSAS E TRATAMENTO


MAU HÁLITO | Causas e tratamento

Autor do texto: Pedro Pinheiro - 29 de junho de 2009 | 04:28

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O mau hálito, também chamado de halitose, é um problema que atormenta a humanidade há milênios. Existem relatos de tratamentos para o mau hálito desde há três mil anos. Até na Bíblia, no livro Gênesis, há menção de tratamentos para refrescar o hálito.

Neste iremos abordas as seguintes questões sobre mau hálito:
  • Causas de mau hálito.
  • Origem do mau hálito.
  • Comidas relacionadas ao mau hálito.
  • Dicas para acabar com o mau hálito.
É importante salientar que muitas pessoas que não têm halitose se preocupam exageradamente com seu hálito, enquanto boa parte das que realmente tem mau hálito não suspeita do fato. Até 25% das pessoas que procuram atendimento médico queixando-se de mau hálito, na verdade não o tem. É muito difícil para o indivíduo notar se o próprio hálito ruim é crônico ou aparece apenas pontualmente.

Causas do mau hálito

Existes mais quarenta causas diferentes para o mau hálito. Vamos focar apenas nas mais comuns.

Mau hálito
Mais de 80% dos casos de halitose se originam na própria boca. São causados pela ação da flora bacteriana natural da nossa orofaringe sobre os alimentos que ingerimos. Possuímos mais de 600 tipos de bactérias na nossa cavidade oral, muitas delas capazes de produzir gases com odor devido à metabolização de materiais orgânicos, principalmente proteínas.

Dois pontos da cavidade oral são críticos: os dentes e a região posterior da língua, onde frequentemente ocorrem acúmulo da bactérias. O cheiro da halitose provém da produção de gases por bactérias após a metabolização de alimentos que ficam depositados nestas regiões.

Como é previsível, quanto menor for higiene bucal, mais bactérias existirão, mais detritos alimentares permanecerão na cavidade oral e mais intenso será o mau hálito. Inflamações como gengivites e periodontites, causadas por má higiene oral, também favorecem a halitose.

A saliva é uma antisséptico bucal natural. Além de possuir substâncias antibacterianas, ela ajuda no enxague da orofaringe, diminuindo os resíduos de bactérias e alimentos. Quanto mais ressecada for a boca, pior é o hálito.
Língua saburrosa
Língua saburrosa

A saburra lingual, ou língua saburrosa, é outra causa comum de mau hálito. Esta alteração se manifesta como uma placa esbranquiçada composta por bactérias e células descamadas que se aderem à língua. A saburra costuma surgir por falta de hidratação na cavidade oral, geralmente por falta de saliva ou por uma deficiente escovação da língua. Entre outros fatores de risco para a saburra estão dormir de boca aberta, roncar, uso de antissépticos bucais à base de álcool e uso de aparelhos ortodônticos. Escovar a língua e beber bastante água para manter a boca sempre hidratada são simples modos de diminuir a incidência da saburra e, consequentemente, do mau hálito.

Ainda na boca, outro ponto que pode dar origem ao mau hálito são as amígdalas. Um mau hálito que surge subitamente pode ser o primeiro sinal de um faringite ou amigdalite em desenvolvimento. Isto é particularmente real nas crianças.

Os pacientes com amigdalite de repetição costumam apresentar pequenas criptas em suas amígdalas, que favorecem a deposição de alimentos e de restos celulares, formando o cáseo (ou caseum). De vez em quando pequenas "pedrinhas" extremamente mal cheirosas se soltam destas criptas levando o paciente a imaginar que o seu hálito é tão ruim quanto este odor. Na verdade, nem sempre o cáseo amigdaliano é causa de mau hálito. O fato da "pedrinha" ser mau cheirosa não significa que o hálito seja igual. (leia: DOR DE GARGANTA - FARINGITE E AMIGDALITE ).

Outro sítio que pode ser a causa da halitose é o nariz, ocorrendo principalmente devido a quadros de sinusite. A existência de gotejamento pós-nasal pode levar ao acúmulo de substâncias mal cheirosas na base da língua (leia: SINUSITE | Sintomas e tratamento).

Muito raramente, um tumor oculto da orofaringe ou laringe pode ser a causa do mau cheiro.

Um tipo de mau hálito extremamente comum e normalmente passageiro é aquele que ocorre ao acordarmos. Dois fatos contribuem para essa halitose:

1. Muitas pessoas dormem de boca aberta, levando a um ressecamento da boca durante a noite que, como já foi explicado anteriormente, leva ao mau hálito.

2. Porém, o fator mais importante é outro. Durante o sono, chegamos a ficar mais de 10 horas em jejum. O corpo precisa produzir energia constantemente e em períodos de jejum há pouca glicose disponível como combustível. O organismo passa então a queimar gorduras para produzir energia. A metabolização de gorduras leva à produção de corpos cetônicos, substâncias com odor forte que são eliminadas pelos pulmões. Reparem que toda vez que estamos com muita fome, ou em longos períodos de jejum, ficamos com mau hálito. Felizmente este é fácil de resolver; é só comer.

O hálito cetônico do jejum é o mesmo que ocorre nos pacientes com diabetes mal controlados (leia: DIAGNÓSTICO E SINTOMAS DO DIABETES MELLITUS para maiores explicações).

Outras doenças sistêmicas que podem causar mau hálito são a cirrose (leia: CIRROSE HEPÁTICA | Sintomas e causas) e a insuficiência renal avançada. Esta última causa um hálito com cheiro de urina devido ao acúmulo de ureia e outras substâncias que não são devidamente eliminadas pelos rins (leia:INSUFICIÊNCIA RENAL CRÔNICA). Infecções nos pulmões também podem causar halitose.

Costuma-se supervalorizar o papel do estômago na halitose, todavia, raramente doenças deste são causas do mau hálito. A exceção ocorre no pacientes com refluxo gastroesofágico que podem ,em alguns casos, apresentar halitose (leia: HÉRNIA DE HIATO E REFLUXO GASTROESOFÁGICO). Porém, não se justifica uma investigação do estômago se o paciente apresentar mau hálito sem outros sintomas do refluxo.
Nossos hábitos diários também influenciam no hálito. O tabagismo, o consumo regular de bebidas alcoólicas e excesso de café são causas de mau hálito. Existe também uma relação ainda pouco entendida entre obesidade e halitose.

Alguns alimentos como alho e cebola são capazes de causar mau hálito por várias horas. No caso do alho, um dos gases produzidos pela sua digestão consegue ser absorvido pela circulação sanguínea, sendo eliminado pelos pulmões. Por isso, após a ingestão de alho, o hálito ruim pode permanecer por horas mesmo após a escovação dos dentes.

Tratamento do mau hálito

Como a grande maioria dos casos têm origem na boca, o dentista costuma ser o melhor especialista para diagnosticar e tratar a halitose. Já o otorrinolaringologista pode ser o melhor médico nos casos de mau hálito originado nas amígdalas, faringe ou nariz.

Algumas dicas podem resolver, ou pelo menos aliviar o problema:
  • Adequada higiene oral e uso frequente de fio dental.
  • Check-up dental regular.
  • Gargarejos com antissépticos orais, principalmente à noite.
  • Escovação da língua. Molhe sua escova com antissépticos orais em vez de pasta de dente (dentífrico) para limpar a língua.
  • Ingestão de líquidos para evitar desidratação e ressecamento da boca.
  • Chicletes sem açúcar aumentam a salivação e ajudam a "lavar" a boca. Cinco minutos de mastigação são suficientes.
  • Evitar álcool, café e cigarro.
  • Evitar longos períodos de jejum.
  • Alimentar-se bem no café da manhã.

Vérsion en español:  MAL ALIENTO | Causas e tratamiento


Leia o texto original no site MD.Saúde: MAU HÁLITO | Causas e tratamento http://www.mdsaude.com/2009/06/como-acabar-com-o-mau-halito.html#ixzz2CqsAPzfD

COMO ACABAR COM A CASPA


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COMO ACABAR COM A CASPA

Autor do texto: Pedro Pinheiro - 20 de novembro de 2012 | 22:59

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A caspa é um problema muito comum, caracterizado por coceira e descamação da pele na região do couro cabeludo. Embora a caspa não seja contagiosa nem grave, a sua presença pode ser embaraçosa e, por vezes, difícil de tratar.

Neste texto vamos abordar os seguintes pontos sobre a caspa:
  • O que é a caspa.
  • Causas da caspa.
  • Sintomas da caspa.
  • Tratamento da caspa.
  • Mitos e verdades sobre a caspa.
O que é a caspa?

A caspa é uma forma leve de dermatite seborreica, que acomete o couro cabeludo. A pele do couro cabeludo está em contante processo de renovação, havendo sempre produção de novas células e descamação de tecido morto. Conforme a camada mais superficial da pele vai se renovando, as células mais velhas são empurradas para fora, onde acabam por morrer e descamar.

Esse processo ocorre diariamente e passa despercebido na maioria das pessoas. Entretanto, nos pacientes com caspa, esse processo de renovação da pele está acelerado, fazendo com que grande quantidade de pele morta se descole, formando placas de tecido morto ao longo do couro cabeludo. Esta pele morta tende a descamar, formando os flocos brancos típicos da caspa, facilmente visíveis devido ao seu contraste com a cor do cabelo.

A caspa costuma surgir na adolescência e tende a ser um problema crônico e recorrente, havendo períodos de melhora que se alternam com momentos de exacerbação.

Causas da caspa


A caspa tem um componente genético, pois costuma acometer mais de um membro em uma mesma família. Não sabemos exatamente a causa da caspa nem por que algumas pessoas têm mais propensão a tê-la. Porém,  vários fatores de risco já foram identificados, entre eles:

- Presença de dermatite seborreica em outras áreas do corpo.
- O aumento da oleosidade do couro cabeludo.
- Ressecamento do couro cabeludo.
- Viver em locais onde haja muitos dias frios e secos ou quentes e úmidos.
- Má higiene do couro cabeludo.
- Uso excessivo de shampoo.
- Uso frequente de gel ou mousse nos cabelos.
- Estresse emocional.
- Alergia a alguns shampoos ou cosméticos usados nos cabelos.
- Psoríase (leia: PSORÍASE | Tipos e sintomas).
- Eczemas em outras partes do corpo.

Pacientes com algumas doenças apresentam uma incidência maior de caspa do que o habitual.  Mais de 80% dos pacientes portadores do vírus HIV apresentam caspa e/ou dermatite seborreica, enquanto que na população sadia esta taxa é de apenas 30% (leia: SINTOMAS DO HIV | AIDS). Além do HIV, outras situações que comprometem o sistema imunológico, como quimioterapia ou uso de drogas imunossupressoras, também favorecem o aparecimento da caspa.

Outra condição na qual a caspa também é muito comum é na doença de Parkinson (leia: DOENÇA DE PARKINSON | Sintomas e tratamento).

A presença de um fungo chamado Malassezia parece aumentar o risco de caspa, porém isso ainda não está totalmente provado.

Sintomas da caspa

A caspa é caracterizada pelo aparecimento de pequenos e finos flocos de pele morta, que se apresentam como pontos brancos distribuídos pelo cabelo. Quando se examina o couro cabeludo é possível encontrar placas de pele morta aderidas. Em casos mais severos, a descamação pode ser tanta, que a caspa cai dos cabelos, acumulando-se nos ombros e na camisa do paciente.

Geralmente não há sinais de inflamação ao redor destas placas, mas como muitos pacientes com caspa sentem comichão no couro cabeludo, o ato de coçar a cabeça frenquentemente pode causar irritação e feridas em vários pontos.

Como acabar com a caspa?

A caspa não é uma condição que tenha uma cura propriamente dita. Há vários tratamentos efetivos para a caspa, mas é muito comum que o paciente apresente novos episódios ao longo dos anos.

Shampoo anticaspa
Nos casos mais simples, basta lavar os cabelos diariamente com qualquer shampoo comum. Nos casos de caspa recorrente, há no mercado vários shampoos anticaspa que são eficientes. Geralmente os shampoos para a caspa contêm uma das seguintes substâncias:

- Piritionato de zinco.
- Alcatrão.
- Sulfato de selênio.
- Ácido salicílico

Habitualmente, não há um shampoo anticaspa que possa ser considerado mais eficiente. Cada indivíduo se adapta melhor a uma marca. Por isso, se a sua caspa não melhorar após uma semana de tratamento, procure uma marca com uma substância anticaspa diferente, até encontrar aquela que melhor funciona no seu caso.

Se a sua capsa for mais severa, principalmente se houver dermatite seborreica associada a inflamação do couro cabeludo, shampoos com antifúngicos costumam ser indicados. Procure shampoos que contenham ciclopirox ou cetoconazol. Se não houver melhora, o paciente deve procurar ajuda de um dermatologista.

Mitos e verdades sobre a caspa 

- Raspar o cabelo não ajuda em nada no tratamento, pois o problema está na pele do couro cabeludo e não no tamanho ou na quantidade de cabelo.

- A caspa quando não tratada pode levar à queda de cabelo, principalmente nos casos mais graves, quando há inflamação do couro cabeludo (leia: CALVÍCIE | QUEDA DE CABELOS | Causas e tratamento).

-  Períodos de maior estresse ou cansaço podem aumentar a ocorrência de caspa.

- A caspa não é contagiosa e não é transmitida através de pentes ou escovas de cabelo.

- A caspa pode surgir caso o paciente não lave os cabelos frequentemente, porém, ela não necessariamente tem a ver com falta de higiene. Na verdade, pessoas que lavam os cabelos em excesso ou o fazem com sabão em vez de shampoos também podem ter caspa.

- A caspa é mais comum em homens que em mulheres.


Leia o texto original no site MD.Saúde: COMO ACABAR COM A CASPA http://www.mdsaude.com/2012/11/acabar-caspa.html#ixzz2CqqJmMpo