quinta-feira, 3 de janeiro de 2013

VITAMINA D / DEFICIÊNCIA E SUPLEMENTOS

VITAMINA D | Deficiência e suplementos

Autor do texto: Pedro Pinheiro - 1 de janeiro de 2013 | 23:58

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A vitamina D, também conhecida como calciferol, é uma substância essencial para a nossa saúde, sendo uma das responsáveis pelo controle dos níveis de cálcio e fósforo no sangue e nos ossos.  Nos últimos anos, a vitamina D tem ganhado atenção na mídia e no meio médico por suas supostas ações contra infecções, câncer e doenças cardíacas.

Neste artigo vamos fazer uma revisão do papel da vitamina D no organismo, esclarecendo quais são os seus reais benefícios e quais são apenas suposição ainda não comprovadas por estudos científicos. Vamos abordar os seguintes pontos sobre a vitamina D:
  • O que são as vitaminas.
  • O que é vitamina D.
  • Relação entre vitamina D e exposição solar.
  • Alimentos que contêm vitamina D.
  • Benefícios da vitamina D.
  • Deficiência de vitamina D
  • Suplementos de vitamina D.
O que são as vitaminas

As vitaminas são substâncias encontradas nos alimentos, sendo necessárias em pequenas quantidades para o funcionamento normal do metabolismo do corpo. Os seres humanos não conseguem produzir vitaminas (exceto pela vitamina D, como será explicado mais à frente) e, por isso, dependem da alimentação para manter o níveis sanguíneos necessários à saúde.

Existem 13 vitaminas essenciais, cada uma delas com uma ação específica no organismo. As vitaminas são importantes para a saúde, mas o seu real papel costuma ser superestimado. As pessoas tendem a achar que as vitaminas são nutrientes que agem de forma generalizada no corpo, melhorando a força, combatendo cansaço, impedindo infecções, abrindo apetite, etc. Nada disso é real. Cada vitamina tem ação específica e restrita. Por exemplo, a vitamina K é necessária para as reações que ativam a coagulação do sangue; a vitamina B12 é importante na formação das hemácias (glóbulos vermelhos); e a vitamina A é essencial na formação dos tecidos que revestem os olhos.

Nós precisamos de apenas pequenas quantidades de vitaminas no corpo. Algumas vitaminas quando consumidas em excessos, em vez de trazer benefícios, provocam intoxicações, um quadro chamado hipervitaminose.

Em uma artigo à parte, descrevemos de forma sucinta o papel das principais vitaminas: MITOS E VERDADES SOBRE VITAMINAS.

O que é a vitamina D


A vitamina D é uma substância cuja maior ação se dá no controle dos níveis de cálcio no sangue e na saúde dos ossos. A vitamina D possui uma particularidade em relação às outras vitaminas: além de ser adquirida através dos alimentos, ela também pode ser produzida pelo nosso próprio organismo, através da exposição solar. Portanto, enquanto todas as outras vitaminas só podem ser adquiridas na dieta, uma adequada exposição à luz do sol consegue prover quantidades suficientes de vitamina D para o nosso organismo.

Nos próximo parágrafos vou explicar com mais detalhes a formação e a ativação da vitamina D no nosso corpo. Esta parte apesar de parecer muito técnica e de ter nomenclaturas complicadas será importante mais à frente quando falarmos da deficiência e da reposição de vitamina D. Tentarei ser o mais didático possível.

Metabolismo da vitamina D no organismo

Existem duas formas básicas de vitamina D: colecalciferol (vitamina D3) e ergocalciferol (vitamina D2). Ambas podem ser obtidas através de alimentos ou suplementos vitamínicos. A vitamina D3, porém, pode também ser produzida pelo nosso corpo. Através do colesterol que é consumido nos alimentos, conseguimos obter uma substância chamada 7-dehidrocolesterol. Este colesterol se deposita nas células da pele e, quando exposto à luz solar (raios UV-B), se transforma colecalciferol (vitamina D3).

Metabolismo da vitamina D

Tanto o colecalciferol (vitamina D3) quanto o ergocalciferol (vitamina D2) são formas inativas da vitamina D. Para que a vitamina D possa exercer seus efeitos no organismo, mais duas metabolizações são necessárias.

O processo se dá da seguinte maneira: as vitaminas D3 e D2 obtidas na alimentação e/ou exposição solar são transportadas para o fígado, onde serão transformadas em calcidiol (25-hidroxivitamina D). O calcidiol é a forma que o corpo usa para armazenar a vitamina D. Por isso, quando queremos saber se o paciente tem níveis adequados de vitamina D no corpo, dosamos no sangue os níveis de 25-hidroxivitamina D (25OH vit D).

Quando o organismo sente necessidade de agir sobre os níveis de cálcio do sangue e dos ossos, uma parte desta 25-hidroxivitamina D é transportada até o rins, onde sofrerá o último processo de metabolização, transformando-se em calcitriol (1,25-hidroxivitamina D), esta sim a forma ativa da vitamina D.

Portanto, resumindo, a obtenção e ativação da vitamina D podem seguir dois caminhos:
  • Alimentos » fígado » rim.
  • Pele » fígado » rins.

Exposição solar e vitamina D


O colecalciferol (vitamina D3) formado após exposição solar é a melhor e mais fácil fonte de vitamina D que podemos obter. A variedade de alimentos ricos em vitamina D é pequena, por isso, uma exposição solar frequente é necessária para que o corpo consiga ter reservas adequadas de vitamina D.

Populações que vivem em países de clima temperado são as que mais sofrem com a falta de vitamina D. Além da menor incidência de sol nos meses de inverno e outono, o frio faz com que as pessoas saiam menos de casa, e quando o fazem, precisam usar roupas grossas e compridas, impedindo o contato da pele com o sol, mesmo em dias ensolarados. Na Europa, cerca de metade da população chega ao final do inverno com níveis baixos de calcidiol (25-hidroxivitamina D), caracterizando deficiência de vitamina D.

Para quem vive em países com elevada exposição solar, como o Brasil, o risco de deficiência de vitamina D deveria ser bem baixo, mas não é. Na verdade, a quantidade de sol que uma região recebe por ano é importante, mas há outros fatores que influenciam na capacidade da pele de produzir vitamina D a partir dos raios UV-B. Exemplos:

- No Oriente Médio, a exposição solar anual é bem elevada, entretanto esta região apresenta altas taxas de carência de vitamina D. O principal motivo é cultural, devido ao costume de se usar roupas compridas, que cobrem toda a superfície corporal, limitando o contato da pele com os raios solares.

- A idade é outro fator importante também. Com o passar do anos, a pele vai ficando cada vez menos eficiente em produzir vitamina D, tornado os idosos um grupo com elevado risco para deficiência desta vitamina. Além da baixa eficiência da pele, os idosos costumam ter um consumo mais baixo de vitamina D na dieta, se expõem menos ao sol e muitas vezes passam o dia fechados em casa ou em lares para terceira idade. Em alguns países da Europa, mais de 80% da população idosa apresenta carência de vitamina D. Mesmo no Brasil, estima-se que metade da população idosa sofra de falta de vitamina D.

- Com a maior conscientização da população em relação aos riscos de câncer de pele devido à exagerada exposição solar, é cada vez maior o número de pessoas que evitam tomar banho de sol (leia: MELANOMA | Câncer de pele). Além disso, o uso frequente de protetor solar com elevado fator de proteção bloqueia os raios UV-B, impedindo que os mesmos consigam estimular a produção de vitamina D na pele (leia: PROTETOR SOLAR | FILTRO SOLAR).

- A cor da pele é outro importante fator. A melanina, presente em grande quantidade nas pessoas de pele mais escura, é um pigmento que nos protege contra os raios UV-A e UV-B. A melanina é a responsável pela menor incidência de câncer de pele em pessoas negras e pardas. Porém, a melanina não bloqueia só os efeitos maléficos dos raios ultravioleta. Pessoas de pele mais escura precisam ficar mais tempo ao sol para que sua pele produza mesma quantidade de vitamina D que pessoas mais brancas. A falta de vitamina D em negros é muito comum, principalmente naqueles que vivem em países com baixa incidência solar.

Em geral, pessoas de pele clara precisam de 5 a 10 minutos de exposição solar 2 a 3 vezes por semana. Já pessoas de pele mais escura precisam de 30 minutos, três vezes por semana para obter o mesmo resultado. O melhor horário é entre 10h e 15h. O sol do início da manhã ou no final da tarde é muito fraco, não tendo capacidade de estimular a produção de vitamina D.

Alimentos que contêm vitamina D


Poucos alimentos contêm quantidades relevantes de vitamina D. Naturalmente, os peixes oleosos são as principais fontes, principalmente o óleo de fígado de bacalhau, atum enlatado, salmão e sardinha. Outras fontes de vitamina D são a gema do ovo, cogumelos e o bife de fígado. Atualmente, os derivados de leite também são fontes ricas de vitamina D, mas somente porque eles são artificialmente enriquecidos com a vitamina. Portanto, leite industrializado, queijos e iogurtes também são alimentos que contêm vitamina D.

Ao contrário da crença popular, frutas e vegetais não são fontes de vitamina D.

Benefícios da vitamina D


O principal papel da vitamina D é controlar o metabolismo do cálcio e do fósforo, mantendo os ossos saudáveis. Crianças com deficiência de vitamina D desenvolvem raquitismo e adultos sofrem de osteomalácia e osteoporose. Idosos com falta de vitamina D apresentam também menor força muscular e maior risco de quedas e fratura do colo do fêmur.

Nos últimos anos uma grande quantidade de estudos têm surgido, sugerindo outros benefícios da vitamina D além do controle do metabolismo do cálcio. Entre as doenças que podem estar relacionadas com a falta de vitamina D podemos citar:
É importante frisar que os benefícios cientificamente comprovado da vitamina D são apenas aqueles ligados aos ossos e o metabolismo do cálcio. Todas as outras supostas ações não estão 100% comprovadas. O que existem são estudos preliminares, que parecem ser reais, mas que precisam ainda serem comprovados por estudos em larga escala.

Obs: há um grande estudo sobre o assunto em andamento nos EUA, com mais de 20.000 pacientes, que deve ser finalizado até 2016. Espera-se que a partir deste estudo tenhamos dados mais confiáveis sobre a ação da vitamina D em várias partes do corpo.

Deficiência de vitamina D


Como a vitamina D é armazenada no organismo sob a forma de calcidiol (25-hidroxivitamina D), este é o tipo de vitamina D mais abundante no nosso sangue. Por isso, a 25-hidroxivitamina D é a substância que dosamos quando queremos saber se o corpo tem quantidades adequadas de vitamina D.

Umas das grandes dificuldades atualmente na medicina é descobrir quais são os valores ideais de calcidiol (25-hidroxivitamina D). Ao longo dos anos, conforme os estudos vão elucidando o papel da vitamina D no organismo, os valores considerados normais vem se alterando.

Atualmente, os valores mais aceitos como adequados são entre 20 e 40 ng/mL. Porém, é possível encontrar fontes bibliográficas que dizem que os valores ideais de 25-hidroxivitamina D são acima de 50 ng/mL ou até 75 ng/mL.

Níveis superiores a 90 ng/mL costumam ser considerados potencialmente tóxicos.

Suplementos de vitamina D


Como os especialistas ainda não chegaram ao um consenso sobre quais são os níveis adequados de 25-hidroxivitamina D, os critérios para se indicar suplementos de vitamina D mantêm-se confusos. Há médicos que indicam suplementos quando os níveis de 25-hidroxivitamina D estão abaixo de 50 ng/mL, enquanto outros somente quando abaixo de 30 ou 20 ng/mL.

As normas da Sociedade Americana de Endocrinologia sugerem suplementação de vitamina D, visando manter a concentração de 25-hidroxivitamina D acima de 30 ng/mL. Habitualmente, a dose de 600 a 800 UI por dia é suficiente para atingir este alvo. A suplementação com colecalciferol (vitamina D3) é mais indicada que com ergocalciferol (vitamina D2), apesar desta última também ser uma opção aceitável.

Em pessoas com deficiência mais grave, como nos casos de 25-hidroxivitamina D em níveis abaixo de 20 ou 15 ng/dl, doses diárias mais elevadas de vitamina D, como até 2.000 UI, podem ser necessárias.

Se for possível realizar alterações na dieta e no padrão de exposição solar, muitas vezes o paciente consegue alcançar níveis de 25-hidroxivitamina D adequados sem suplementos. É bom lembrar que um prato de salmão chega a fornecer 1.000 UI de vitamina D e 30 minutos de exposição solar pode produzir 10.000 UI de vitamina D.

Os idosos, porém, são o grupo que tem mais dificuldade de corrigir sua deficiência de vitamina D sem a ajuda de suplementos. Quem mora em locais mais frios também costuma precisar de suplementos de vitamina D, principalmente no inverno.

Como os pacientes com doença do fígado ou dos rins são normalmente incapazes de metabolizar adequadamente as vitaminas D2 e D3, a reposição costuma ser feita diretamente com 25-hidroxivitamina D ou 1,25-hidroxivitamina D.


Leia o texto original no site MD.Saúde: VITAMINA D | Deficiência e suplementos http://www.mdsaude.com/2013/01/vitamina-d.html#ixzz2GvcZweQc

APROVADO PRIMEIRO MEDICAMENTO CONTRA A TUBERCULOSE MULTIRESISTENTE

Aprovado primeiro medicamento
contra tuberculose multi-resistente

Bedaquilina tem luz verde da agência norte-americana FDA
- Food and Drug Administration



A agência norte-americana para a segurança alimentar e o medicamento (Food and Drug Administration – FDA) aprovou no dia 28 de Dezembro um novo medicamento contra a tuberculose. Trata-se de bedaquilina e é o primeiro fármaco contra a tuberculose que tem como característica estar indicado expressamente para as formas mais resistentes desta doença infecciosa provocada pela bactéria Mycobacterium tuberculosis.
As mutações da bactéria são tão significativas que definem já um novo tipo de tuberculose, a tuberculose multi-resistente, em que microorganismo não responde aos fármacos habituais, a rifampicina e a isoniazida.
A única opção é testar combinações mais agressivas, tratamentos até dois anos com 20 comprimidos por dia, regime que é insustentável em muitos países. A Organização Mundial de Saúde (OMS) calcula que em 2011 houve 8,7 milhões de casos de tuberculose em todo o mundo e 1,4 milhões de mortes devido à doença. A OMS estima também que se verificam mais de 300 mil casos da variante resistente e apenas 20 por cento recebem tratamento.
A FDA aprovou o fármaco através de um procedimento rápido utilizado para reduzir o prazo de aprovação e que se baseia numa avaliação célere dos riscos do medicamento em relação aos potenciais benefícios. Este medicamento deve ser utilizado em combinação com outros e tem vários riscos, especialmente para o sistema cardiovascular.
Devido à gravidade da infecção, organizações como a Médicos Sem Fronteiras (MSF) receberam a notícia com alegria. “A bedaquilina é o primeiro fármaco activo contra a tuberculose que a FDA aprova desde 1963”, refere aquela organização em comunicado. “É um grande avanço; o facto do medicamento ser eficaz contra as formas resistentes a outros fármacos pode alterar as regras do jogo”, considera Manica Balasegaram, o director da Access Campaign dos MSF.

ALIMENTOS COM PODER ANTI-INFLAMATÓRIOS FAZEM SEU CORPO FUNCIONAR MELHOR


Dieta desintoxicante limpa o organismo e acelera emagrecimento

Alimentos com poder anti-inflamatório fazem seu corpo funcionar melhor


Por Carolina Gonçalves - publicado em 23/11/2012

Ao iniciar uma dieta, algumas pessoas notam que o resultado é mais lento do que o esperado para o emagrecimento e até mesmo algumas mudanças que costumam surgir por causa da alimentação saudável demoram a aparecer, como uma pele mais bonita, cabelos mais brilhantes e um sono tranquilo. Esse é o seu caso? A culpa pode ser de alimentos tóxicos que você consumia antes que causam diversos processos inflamatórios no organismo e fazem com que ele não consiga mais exercer as funções corretamente. "É comum sentirmos sintomas dessa intoxicação, como dor de cabeça, fadiga e problemas intestinais", alerta a nutricionista Izabella Fratezi, consultora da Galgani Farmácia de Manipulação, em Belo Horizonte.

Para evitar esse problema, alguns nutricionistas recomendam adotar uma dieta desintoxicante antes de fazer a reeducação alimentar de fato. "Essa dieta ajuda o corpo a eliminar as toxinas acumuladas por causa do consumo de alimentos industrializados, açúcar refinado, gorduras saturadas e gorduras trans e hidrogenadas, além de vícios como álcool e cigarro", explica a nutricionista. A duração da desintoxicação dependerá de cada organismo. Confira os alimentos que podem ser consumidos sem culpa durante essa desintoxicação: 
de 10
salmão com legumes - Foto: Getty Images

Salmão

Esse peixe é rico ômega 3, ômega 6 e ômega 9, todos nutrientes com poderosa ação anti-inflamatória. "Além disso, durante esse processo de desintoxicação, não é aconselhável comer carne vermelha ou outros tipos muito gordurosos, que têm a digestão muito lenta e provocam inflamação", explica a nutricionista Izabella. O ideal é ingerir peixe de três a cinco vezes por semana. 
frutas e legumes - Foto: Getty Images

Frutas e legumes

Além de terem uma digestão mais fácil, as frutas, legumes e verduras são ricas em vitaminas e minerais que atuam como antioxidantes. "Elas impedem ou neutralizam a formação de compostos denominados radicais livres, que são nocivos ao organismo", explica a nutróloga e dermatologista Cristiane Braga, da Associação Brasileira de Nutrologia. A quantidade diária para ingestão de frutas e legumes é de 3 a cinco porções. 
chá verde - Foto: Getty Images

Chá-verde

A bebida é rica em catequinas, substâncias que combatem a inflamação e os radicais livres. "As catequinas também possuem efeito termogênico, ajudando a reduzir a concentração de gorduras no sangue", afirma a nutróloga Cristiane. De acordo com a nutricionista, o chá-verde pode ser ingerido várias vezes ao dia, desde que não ultrapasse o limite de um litro diário. 
Gengibre - Foto Getty Images

Gengibre

Devido à presença de duas substâncias chamadas cineol e gingerois, o gengibre é um perfeito anti-inflamatório, antioxidante e antibactericida. "Ele também é rico em vitamina B6, cobre, magnésio e potássio, todos nutrientes com propriedades anti-inflamatórias importantes", diz a nutróloga Cristiane. O gengibre pode ser ingerido cru, fatiado, ralado ou na forma de chás. 
arroz integral - Foto: Getty Images

Alimentos integrais

Por serem ricos em fibras, os alimentos integrais atuam na melhora do funcionamento intestinal. "Com o intestino funcionando melhor, o corpo aumenta a capacidade de excreção de toxinas por meio das fezes, potencializando a desinflamação", explica Cristiane Braga. 
linhaça - Foto: divulgação

Grãos

Além de possuir vitaminas e minerais, os grãos integrais em geral possuem amidos resistentes, isto é, fibras que não são digeridas e agem promovendo a aceleração do trânsito intestinal. "Grãos como a quinua e linhaça também possuem ácidos graxos ômega 3, que são anti-inflamatórios", declara a nutricionista Izabella. Você pode consumi-los em saladas, com frutas e até batidos com sucos. 
lima da pérsia fatiada - Foto: Getty Images

Limão e lima da pérsia

"Por possuir vitamina C, ácido cítrico e uma substância chamada d-limoneno, esses frutos estimulam o funcionamento do fígado e a expulsão das toxinas", explica a nutróloga Cristiane. Durante a desintoxicação, recomenda-se um copo de água com suco de meio limão em jejum, pela manhã, para limpar o organismo. "No entanto, essa prática não é recomendada para quem tem úlceras ou gastrite, pois pode piorar o quadro", lembra a médica. 
shitake - Foto: Getty Images

Shitake

Esse tipo cogumelo é uma importante fonte de ácido pantotênico, uma das vitaminas do complexo B que atua como cofator de outras vitaminas (B1, B2, B3, B6 e biotina) e ajuda na formação de hormônios e neurotransmissores. "O shitake também é rico em oligoelementos que realizam uma limpeza no organismo", diz a nutricionista Izabella. A necessidade diária do ácido pantotênico é de 5 miligramas, encontrados em 100 gramas de shitake. 
dois cocos na areia da praia - Foto: Getty Images

Água de coco

Poderoso antioxidante, a água de coco combate os radicais livres e tem um alto potencial hidratante, o que estimula o funcionamento dos rins. A nutricionista Izabella afirma que a água de coco contém uma composição de minerais que satisfaz as necessidades do organismo quando é necessária uma reidratação. "Além disso, o coco também possui vitaminas A, B1, B2 e B5, que atuam na desinflamação."
mulher bebendo água - Foto Getty Images

Invista na água

A maioria dos desequilíbrios orgânicos acontece no meio ácido. A ingestão de água pode ajudar a restabelecer o pH do organismo, sendo um elemento fundamental para a desintoxicação do corpo. Para combater o problema, a bebida precisa ser dotada de ORP negativo ou pH alcalino (acima de oito). Antes de comprar a sua garrafa, verifique na embalagem qual é o pH da água - se for acima de oito, o ORP já é negativo. "A ingestão adequada de água também aumenta a diurese, facilitando a excreção de toxinas pela urina, além de ajudar no bom funcionamento do organismo como um todo", complementa a nutróloga Cristiane.

quarta-feira, 2 de janeiro de 2013

CIRURGIA PODE NÃO SER NECESSÁRIO PARA TENDÃO DE AQUILES ROTO

Cirurgia pode não ser necessário para Tendão de Aquiles roto

Revisão concluiu recuperação de longo prazo igual em pacientes que seguiram programa de reabilitação específico
Sexta-feira 28 dezembro, 2012
HealthDay News image
Página MedlinePlus relacionados
Sexta-feira, 28 de dezembro (HealthDay News) - No longo prazo, os pacientes que a ruptura do tendão de Aquiles sua tarifa igualmente bem após o tratamento não cirúrgico, como fazem com a cirurgia, mostra um novo revisão canadenses pesquisa.
O problema: os pacientes não-cirúrgicos só pode esperar para ver os resultados em pé de igualdade com os pacientes de cirurgia se engajar simultaneamente na chamada reabilitação funcional, um processo estimulante que oferece aos pacientes a oportunidade de rapidamente se engajar em amplitude de movimento exercícios para promover a cicatrização do tendão.
E, mesmo assim, os pacientes não-cirúrgicos vai experimentar uma velocidade mais lenta de recuperação de pacientes de cirurgia.
"[Mas] se você ruptura seu Aquiles é preciso considerar o tratamento conservador, porque é mais seguro do que o tratamento cirúrgico", disse o co-autor Dr. Mark Glazebrook. "O que isto significa é que se você tiver o tratamento conservador com a reabilitação funcional você vai ter um resultado tão bom quanto a cirurgia e você quase eliminar o risco absoluto de complicações cirúrgicas. "
Glazebrook, um professor assistente de cirurgia na divisão de ortopedia na Universidade Dalhousie, a rainha Elizabeth II Health Sciences Center, em Halifax, Nova Escócia, e colegas discutem suas descobertas na edição 05 de dezembro do Journal of Bone e de Cirurgia comum .
O tendão de Aquiles - localizado na parte de trás da perna, entre o calcanhar e panturrilha - é o tendão mais comumente rompido, a equipe de estudo apontou.
Opções de tratamento não cirúrgicos envolvem tipicamente a utilização de um molde, um molde de arranque ou de uma tala, por vezes acompanhado por terapia física ou órtese reabilitação funcional. Esta órtese é uma inovação relativamente recente que permite que os pacientes começam monitorados amplitude de movimento de exercício logo após a lesão inicial.
No entanto, nos Estados Unidos, a cirurgia tem sido a rota de tratamento mais favorecido, em grande medida devido à crença generalizada de que o risco de re-ruptura é a cirurgia mais baixa seguinte do que está acompanhando as intervenções não-cirúrgicos.
Dito isto, enquanto a intervenção não cirúrgica é considerada de risco extremamente baixo, cerca de 10 por cento dos pacientes cirúrgicos acabam desenvolvendo complicações graves, como infecção profunda, a morte da pele, a morte do tendão, e uma drenagem do seio. Cerca de 15 por cento também irá desenvolver complicações de pele relativamente menores.
Os autores revisaram os resultados de 10 estudos do tendão de Aquiles, realizada entre 2005 e 2011. Em suma, os estudos incluíram 418 pacientes que foram submetidos à cirurgia e 408 pacientes, em sua maioria homens, que foram submetidos a tratamento não cirúrgico. Alguns pacientes tinham sofrido ainda a reabilitação funcional, enquanto outros não tinham.
Quando a reabilitação funcional foi incluído em uma mistura de tratamento, os pesquisadores não encontraram nenhuma diferença significativa no risco de tendão re-ruptura quando comparados pacientes cirúrgicos e não-cirúrgicos. Da mesma forma, os dois grupos de pacientes se saiu tão bem em termos de amplitude de movimento, circunferência da panturrilha ea função global quando reabilitação funcional estava em jogo.
No entanto, quando a reabilitação funcional não fazia parte do pacote global de tratamento, os pacientes de cirurgia fez enfrentam um risco mais baixo - cerca de 9 por cento mais baixo - para re-ruptura em relação aos pacientes não-cirúrgicos.
Ao olhar para os quatro estudos que avaliaram o tempo que levou para os pacientes a voltar a trabalhar lançamento após o tratamento, a equipe descobriu que os pacientes de cirurgia fez ver uma recuperação mais rápida, sendo capaz de voltar a trabalhar cerca de 19 dias mais cedo do que os pacientes não-cirúrgicos.
Glazebrook e colegas concluíram que em instituições onde a reabilitação funcional é disponível, a opção de ir a rota não cirúrgico deve ser dada consideração, dado o risco inerente de complicações inferior. Mas acrescentou que, quando a reabilitação funcional não é uma opção, a cirurgia deve ser a abordagem go-to.
Por sua parte, o Dr. James Barber, um cirurgião ortopédico com o Café Regional Medical Center, em Douglas, Georgia, elogiou a análise comparativa. "É realmente reforça a nossa compreensão de opções de tratamento", disse ele.
"Mas a minha preocupação é que não seja mal interpretado como descontando a opção cirúrgica", acrescentou ele, "porque cada uma das opções é válida, dependendo da necessidade do paciente. E este estudo mostra claramente que não há uma resposta para cada paciente", com cada um tendo de pesar cuidadosamente os tempos de recuperação mais rápido cirúrgicos versus a abordagem lower-risk/less-invasive não cirúrgico, Barbeiro explicou.
"Então, eu diria que de baixa demanda pacientes que não são obrigados a voltar ao trabalho rapidamente, o tratamento não cirúrgico é uma boa maneira de ir", afirmou Barber. "Mas, para outros, a cirurgia é uma opção legítima e bem-pensamento-de. E este estudo me ajuda a levar o tipo de processo de decisão que é necessário quando se considera estas duas escolhas."
Tanto quanto comparações de custos entre o tratamento cirúrgico e não cirúrgico, Barber disse que os custos variam muito de hospital para hospital que é impossível dizer o que seria mais para um determinado paciente.
FONTES: Mark Glazebrook, MD, Ph.D., professor assistente, a cirurgia, a divisão de ortopedia, Universidade Dalhousie, a rainha Elizabeth II Health Sciences Center, Halifax, Nova Escócia, Canadá, James Barber, MD, cirurgião ortopédico, Café Regional Medical Center, Douglas, Geórgia; 05 de dezembro de 2012,Jornal do osso e de Cirurgia comum
HealthDay

sábado, 29 de dezembro de 2012

NOVO ATAQUE À DOR CAUSADA POR DOENÇAS COMO A ARTRITE REUMATOIDE E OSTEOARTRITE

Novo ataque à dor causada por doenças como a artrite reumatóide e osteoartrite

21 de agosto de 2012 - A pesquisa refere-se a uma família de moléculas, em primeiro lugar descobriu que, em Melbourne aplicados ao desenvolvimento de células sanguíneas. Um destes, granulócitos e macrófagos fator estimulante de colónias de GM-CSF ou, actua como um mensageiro entre as células que actuam no local de uma inflamação.


Professor John Hamilton colocou a questão: pode bloquear GM-CSF chumbo ação a um novo tratamento para doenças inflamatórias? Em modelos experimentais de artrite reumatóide, o Professor Hamilton e Dr. Andrew Cook tinha anteriormente mostrado que o bloqueio de GM-CSF de função com um anticorpo suprimiu a doença que leva a ensaios clínicos, que já estão mostrando benefício do paciente.
Eles já mostraram, em um artigo que acaba de aparecer na revista Anais das Doenças Reumáticas , que a GM-CSF esgotamento também suprime a dor em tais modelos, eles também notaram eficácia similar em um modelo de osteoartrite experimental.
"Sem dúvida, a qualidade de vida e de estar livre de dor são temas importantes para as pessoas que sofrem com artrite condições relacionadas", disse o professor Hamilton.
A artrite reumatóide é uma doença debilitante, com o pico de incidência ser em pessoas na faixa dos 30 e 40 anos. É mais comum em mulheres do que em homens.
"Com o envelhecimento da população, a condição mais comum de osteoartrite impacta mais na nossa comunidade e recursos médicos. Uma nova terapia que pode bloquear tais condições dolorosas teriam enormes benefícios para os profissionais de saúde e governos no futuro", disse Cook.
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Fonte da história:
A história acima é reproduzida a partir de materiaisfornecidos pela Universidade de Melbourne , via EurekAlert!, um serviço da AAAS.
Nota: Os materiais podem ser editadas para o conteúdo e extensão. Para mais informações, entre em contato com a fonte citada acima.

Journal Referência :
  1. . AD Cook, J. Pobjoy, S. Sarros, S. Steidl, M. Durr, DC Lacey, JA Hamilton granulócitos e macrófagos fator estimulante de colônias é um mediador chave na dor inflamatória e artrite . Anais das Doenças Reumáticas , 2012; DOI: 10.1136/annrheumdis-2012-201703
 APA

 MLA
Universidade de Melbourne (2012, 21 de agosto). Novo ataque na dor causada por doenças como a artrite reumatóide e osteoartrite. ScienceDaily . Retirado 29 de dezembro de 2012, a partir de http://www.sciencedaily.com / releases/2012/08/120821094446.htm
Nota: Se nenhum autor é dado, a fonte é citada em seu lugar.
Disclaimer : Este artigo não pretende fornecer aconselhamento médico, diagnóstico ou tratamento. Opiniões aqui expressas não refletem necessariamente os da ScienceDaily ou sua equipe.

CIENTISTAS EM BUSCA DA CAUSA DE DOR DA OSTEOARTROSE

Cientistas, em Busca da Causa de dor da osteoartrose

27 de dezembro de 2012 - Pesquisadores da Rush University Medical Center, em colaboração com pesquisadores da Universidade Northwestern, identificaram um mecanismo molecular fundamental para o desenvolvimento de osteoartrite (OA) dor, uma descoberta que pode ter grandes implicações para o tratamento futuro deste muitas vezes -debilitante condição.


"Clinicamente, os cientistas se concentraram em tentar compreender como as articulações ea cartilagem degenerada na osteoartrite. Mas ninguém sabe por que dói", disse Anne-Marie Malfait, professor associado de bioquímica e de medicina interna da Rush, que liderou o estudo . Um artigo que descreve a pesquisa foi publicada na versão impressa de 11 de dezembro os Proceedings, da Academia Nacional de Ciências .
Dor nas articulações associada à OA tem características únicas clínicas que fornecem insights sobre os mecanismos que causam.Primeiro, dor nas articulações tem um forte componente mecânico: É normalmente desencadeada por atividades específicas (por exemplo, subir escadas provoca dor no joelho) e é aliviada pelo repouso. Como estruturais doença avança conjuntas, a dor pode ocorrer também em repouso. Sensibilidade à dor, incluindo alodínia mecânica (dor causada por um estímulo que normalmente não evocam dor, como escovando levemente a pele com um cotonete), e reduziu a dor-pressão limiares são características da OA.
Malfait e seus colegas tomaram uma nova abordagem para desvendar vias moleculares de dor OA em um modelo de camundongo cirúrgica exibindo o desenvolvimento lento, cronicamente progressiva da doença. O estudo foi conduzido em sentido longitudinal, ou seja, os investigadores foram capazes de controlar o desenvolvimento de comportamentos de dor e eventos moleculares nos neurónios sensoriais do joelho e correlacionar os dados a partir de observações repetidas ao longo de um período prolongado.
"Este método essencialmente nos fornece uma longitudinal" Leitura "do desenvolvimento da dor OA e dor comportamentos relacionados, em um modelo de camundongo" Malfait disse.
Os investigadores avaliaram o desenvolvimento da dor relacionados com o comportamento e as variações concomitantes no gânglio da raiz dorsal (DRG), nervos que transmitem sinais a partir de órgãos sensoriais para o cérebro.Eles descobriram que uma quimiocina conhecida como monócito quimioatraente proteína (MCP) -1 (CCL2) e do seu receptor, o receptor de quimiocina 2 (CCR2) são centrais para o desenvolvimento da dor associada com osteoartrite do joelho.
Monocyte chemoattractant protein-1 regula a migração e infiltração de monócitos nos tecidos onde se reabastecer de combate a infecção de macrófagos. Pesquisas anteriores já haviam mostrado que MCP-1/CCR2 são centrais na dor lesão do nervo desenvolvimento seguinte.
No estudo, após a cirurgia, os ratos de laboratório desenvolvidos alodinia mecânica que durou 16 semanas. Níveis de MCP-1, CCR2 mRNA e proteína foram temporariamente elevado, e actividade de sinalização neuronal aumentada no DRG, oito semanas após a cirurgia. Este resultado correlacionada com a apresentação do movimento provocada comportamentos de dor (por exemplo, os ratos com menos distância OA viajou, quando monitorados durante a noite, e subiu com menos frequência na tampa de sua gaiola - sugerindo que eles evitar o movimento que provoca dor) que foram mantida até 16 semanas.
Os ratos que carecem de CCR2 (camundongos knockout) também desenvolveram alodinia mecânica, mas isso começou a resolver a partir de oito semanas em diante. Apesar de ter alodinia grave e dano estrutural articular do joelho igual que em ratos normais, CCR2 knockout-ratos não desenvolveram movimento provocada comportamentos de dor em oito semanas.
Para confirmar o papel fundamental do CCR2 sinalização no desenvolvimento do comportamento do movimento, dor provocada observado após a cirurgia, os investigadores administraram um receptor CCR2-bloqueador para ratinhos normais, nove semanas após a cirurgia e que esta inverteu a diminuição da distância percorrida, que é , movimento provocado o comportamento da dor.
É interessante notar que os níveis de PQM-1 e CCR2 retornou à linha de base ou inferior em 16 semanas em ratinhos apresentando-movimento provocadas comportamentos de dor.Esta descoberta pode sugerir que a via MCP-1/CCR2 está envolvido apenas na iniciação de alterações no DRG, mas uma vez que os macrófagos estão presentes, o processo não é mais dependente MCP-1/CCR2 aumentada.
"Aumento da expressão de ambas as MCP-1 e o seu receptor CCR2 podem mediar a dor aumentou a sinalização através da excitação directa de neurónios DRG, bem como através de atracção de macrófagos para o DRG", segundo os pesquisadores.
"Esta é uma importante contribuição para o campo da pesquisa da osteoartrite. Ao invés de olhar para a via de degradação da cartilagem na osteoartrite, Dr. Malfait e seus colegas estão olhando para o caminho da dor, e isso pode levar a investigação OA a uma direção romance que pode levar a novos remédios dor no futuro ", disse o Dr. Joshua Jacobs, professor e presidente de cirurgia ortopédica no Rush University Medical Center.
Tratamento da OA nos Estados Unidos custa quase US $ 200 bilhões anuais. De acordo com os Centros para Controle e Prevenção de Doenças, espera-se que até 2030 cerca de 70 milhões de adultos em que os EUA foram diagnosticados com algum tipo de artrite.
De acordo com a Arthritis Foundation, cerca de 27 milhões de americanos vivem com OA, mas, apesar da freqüência da doença, sua causa ainda não é conhecida, e não há cura. Na verdade, diversos fatores podem desempenhar um papel em se ou não você começa a OA, incluindo idade, obesidade, lesão ou uso excessivo e genética.
Osteoartrite (OA) é uma das formas mais antigas e mais comum de artrite e é uma condição crônica caracterizada pela degradação da cartilagem da articulação. A cartilagem é a parte da articulação que reveste as extremidades dos ossos e permite o movimento fácil de articulações. O colapso da cartilagem faz com que os ossos para esfregar uns contra os outros, causando dor, rigidez e perda de movimento nas articulações.
Malfait de co-pesquisadores em estudo foram os cientistas do Rush Rachel E. Miller. PhD, Phuoong B. Tran, PhD, Rosalina Das, e Nayereh Ghoreishi-Haack, eo Dr. Richard J. Miller, PhD, e Dongjun Ren da Northwestern University.
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Fonte da história:
A história acima é reproduzida a partir de materiaisfornecidos pela Rush University Medical Center .
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Journal Referência :
  1. RE Miller, Tran PB, R. Das, N. Ghoreishi-Haack, D. Ren, RJ Miller, A.-M. Malfait. receptor de quimiocina CCR2 sinalização medeia dor na osteoartrite experimental .Proceedings, da Academia Nacional de Ciências , 2012; 109 (50): 20.602 DOI: 10.1073/pnas.1209294110
 APA

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Rush University Medical Center (2012, 27 de dezembro). Cientistas casa, em causa de dor osteoartrite. ScienceDaily . Retirado 29 de dezembro de 2012, a partir de
Nota: Se nenhum autor é dado, a fonte é citada em seu lugar.
Disclaimer : Este artigo não pretende fornecer aconselhamento médico, diagnóstico ou tratamento. Opiniões aqui expressas não refletem necessariamente os da ScienceDaily ou sua equipe.