domingo, 5 de outubro de 2014

ANTIBIÓTICOS CORTAM O EFEITO DOS ANTICONCEPCIONAIS?

ANTIBIÓTICOS CORTAM O EFEITO DOS ANTICONCEPCIONAIS?

Durante muito tempo os antibióticos foram considerados os grandes vilões das mulheres que tomavam a pílula anticoncepcional. A falta de estudos científicos desenvolvidos exclusivamente para pesquisar a interação entre antibióticos e a pílula, associado a relatos pontuais de falha dos anticoncepcionais orais após o uso de determinados antibióticos, tais como, amoxicilina, metronidazol e tetraciclina, ajudaram a criar, mesmo dentro da própria classe médica, o mito de que não se pode misturar antibióticos e anticoncepcionais hormonais.

Entretanto, desde a década de 1990, o número de trabalhos publicados sobre esta questão tem aumentado exponencialmente, e, atualmente, temos muito mais segurança para emitir opiniões sobre os riscos da associação de antibióticos com os anticoncepcionais hormonais, sejam eles sob a forma de pílulas, implantes, adesivos ou injeções. o mesmo raciocínio vale para a pílula do dia seguinte (leia: PÍLULA DO DIA SEGUINTE).
Baseado em ampla literatura científica, somente um tipo de antibiótico pode ser realmente considerado responsável pela redução da eficácia dos anticoncepcionais hormonais: a Rifampicina (e o seu derivado rifabutina). Fora a Rifampicina, nenhum – sim, nenhum – outro antibiótico apresentou, aos diversos estudos, qualquer sinal de que possa cortar os efeitos da pílula anticoncepcional.
Portanto, do ponto de vista estritamente científico, não há provas de que a imensa maioria dos antibióticos cortem o efeito contraceptivo dos anticoncepcionais hormonais. Isso significa que atualmente não há base científica para indicar nenhum tipo de cuidado adicional para as pacientes em uso de contraceptivos hormonais que precisam ser tratadas com antibióticos, como:
antibioticos e anticoncepcionais
– Amoxicilina (com ou sem ácido clavulânico).
– Azitromicina.
– Cefalexina.
– Cefazolina.
– Cefotaxima.
– Claritromicina.
– Clindamicina.
– Ciprofloxacino.
– Doxiciclina.
– Fosfomicina.
– Levofloxacino.
– Metronidazol.
– Minociclina.
– Moxifloxacino.
– Nitrofurantoína.
– Norfloxacino.
– Ofloxacino.
– Penicilina.
– Tetraciclinas.
– Trimetoprim-sulfametoxazol (bactrim)
* A lista acima não está completa, ela mostra apenas os antibióticos mais comumente prescritos.
É importante salientar que mulheres com alguma infecção e em uso de antibióticos podem apresentar atraso menstrual. Isso, porém, não significa que o antibiótico esteja influenciando diretamente no sistema hormonal de forma a diminuir a eficácia da pílula anticoncepcional.
Outras drogas com ação antimicrobiana, como anti-virais ou antifúngicos, também não apresentam evidências de cortarem os efeitos dos anticoncepcionais, incluindo o aciclovir, valaciclovir, cetoconazol, fluconazol, miconazol, nistatina, etc.
A única exceção a esta regra são os anti-retrovirais usados no tratamento da AIDS. Drogas como Nelfinavir, Nevirapine, Ritonavir, entre outras, estão relacionadas a uma diminuição da eficácia da pílula. Por razões óbvias, as pacientes portadoras do vírus HIV não devem ter relações sem o uso de preservativos, portanto, esta questão acaba ficando minimizada.
Se você quiser ler um texto mais completo sobre as interações de vários medicamentos com a pílula anticoncepcional, acesse o seguinte link: PÍLULA ANTICONCEPCIONAL | Interações medicamentosas

sexta-feira, 3 de outubro de 2014

VERAPAMIL PODE AUMENTAR A FARMACOCINÉTICA INVESTIGATIVA DA ARTRITE REUMATOIDE - DROGAS ASPO158

Verapamil pode aumentar a farmacocinética do Investigational RA Drogas ASP0158

Setembro 19, 2014
Por Lorraine L. Janeczko
ATLANTA - 19 de setembro de 2014 - Verapamil pode aumentar a farmacocinética do ASP0158, um potencial tratamento para a artrite reumatóide (AR), ea combinação é geralmente bem tolerado, de acordo com um estudo apresentado na Reunião Anual de 2014 do American College de Farmacologia Clínica (ACCP).
Em um estudo de fase 2b dose variando anterior, ASP015K melhorou significativamente os sinais clínicos e sintomas de pacientes com moderada a grave RA e está sob desenvolvimento.
Para o estudo, Tong Zhu, PhD, Astellas Pharma Desenvolvimento Global Inc., Chicago, Illinois, e colegas avaliaram o efeito do verapamil, um inibidor da P-glicoproteína (P-gp), sobre a farmacocinética (PK) de ASP015K, um oral quinases Janus (JAK) inibidor. Os pesquisadores também avaliou a segurança e tolerabilidade de ASP015K sozinho e em combinação com o verapamil.
O estudo aberto incluiu 24 adultos saudáveis. Todos os participantes receberam uma dose única de (DP) ASP015K 150 mg nos dias 1 e 12 Além disso, o verapamil recebido de libertação imediata de 80 mg 3 vezes por dia a cerca de 8 horas de intervalo nos dias 5 a 14.
Para medir ASP015K metabolitos e H1, H2 e H4, amostras de sangue foram recolhidas em série durante 72 horas após a dose, nos dias 1 e 12, e a segurança e tolerabilidade foram avaliadas ao longo do estudo. O efeito do verapamil em ASP015K PK foi avaliada comparando Cmax e áreas sob a curva (AUC) de ASP015K e metabólitos no dia 12 versus dia 1.
Verapamil aumento ASP015K Cmax ea AUC em 39% e 27%, respectivamente, e aumentou a exposição do metabolito.
Mais eventos adversos emergentes do tratamento ocorreu com ASP015K mais verapamil que apenas com um ou outro tratamento, com dor de cabeça a queixa mais comum.
Alterações clinicamente significativas foram observadas em laboratórios clínicos, sinais vitais e ECG, e ambos ASP015K sozinho e ASP015K mais verapamil foram geralmente bem tolerado.
O financiamento para este estudo foi fornecido pela Janssen e Astellas.
[Apresentação título: Efeito do Verapamil (Ver), um inibidor da P-gp na farmacocinética (PK) de ASP015K (ASP). Abstract 2-64-1991069

quinta-feira, 2 de outubro de 2014

PNEUMONIA É CONTAGIOSA? COMO SE PEGA PNEUMONIA?

PNEUMONIA É CONTAGIOSA? COMO SE PEGA PNEUMONIA?

Vamos começar respondendo logo a pergunta do título: pneumonia é contagiosa?

Na verdade, não existe uma resposta simples. Em geral, não, a pneumonia não é uma doença contagiosa. Porém, existem exceções. Há alguns tipos especiais de pneumonia que podem ser transmitidas de uma pessoa para outra, como as pneumonias de origem viral e algumas formas de pneumonia bacteriana.
É importante destacar, porém, que a maioria das pessoas que entra em contato com algum paciente que esteja doente com uma forma contagiosa de pneumonia não desenvolve pneumonia.
Neste artigo vamos explicar como se “pega pneumonia” e quais são os tipos de pneumonias contagiosas. Se você quiser saber mais sobre a pneumonia, incluindo os seus sintomas, diagnóstico e tratamento, acesse o seguinte link: PNEUMONIA | Sintomas e tratamento.

COMO SE PEGA PNEUMONIA?

Pneumonia é o nome dado à infecção do tecido pulmonar, principalmente dos alvéolos, que são as microscópicas bolsas de ar responsáveis pela passagem do oxigênio dos pulmões para o sangue. Cada pulmão possui milhões de alvéolos, que são estruturas completamente estéreis, ou seja, livres da presença de qualquer microrganismo causador de doenças.
Para que alguém desenvolva pneumonia é preciso que um fungo, vírus ou bactéria chegue até os alvéolos. Em geral, isso é muito difícil, pois o trato respiratório possui um complexo sistema de defesa, que incluem desde cílios que “varrem” constantemente as vias respiratórias até milhões de anticorpos e células do sistema imunológico espalhadas por toda a sua superfície. O próprio espirro e o reflexo da tosse são mecanismos de defesa, ativados para expulsar qualquer estrutura das porções mais internas do sistema respiratório.
Pneumonia contagiosaOs indivíduos que contraem uma pneumonia são geralmente expostos a dois fatores: um germe altamente virulento e uma falha no sistema de defesa das vias respiratórias.
A pneumonia pode ser transmitida pelo ar após o contato com secreções de pessoas contaminadas. Esta via de transmissão, porém, é uma das menos comuns e só ocorre em alguns tipos de pneumonia, como veremos mais à frente. Na maioria dos casos, o germe que provoca a infecção pulmonar vem da cavidade nasal ou da orofaringe do próprio paciente. São as bactérias que habitualmente colonizam as vias aéreas superiores as responsáveis pela maioria dos casos de pneumonia. Enquanto o sistema imunológico do paciente encontra-se forte, essas bactérias são impedidas de migrarem para o pulmão. Porém, ao primeiro sinal de fraqueza, elas podem conseguir ultrapassar a barreira de defesa e se instalar no tecido pulmonar.
Existem mais de 100 germes, entre vírus, bactérias, parasitos e fungos, que podem provocar pneumonia. Contudo, a imensa maioria dos casos é provocada por apenas 4 ou 5 germes, que habitualmente colonizam nossas vias respiratórias superiores.
Pessoas idosas, crianças muito pequenas, fumantes, indivíduos desnutridos, portadores de doenças crônicas, portadores de doenças pulmonares ou pacientes imunossuprimidos são o grupo com maior risco de desenvolverem pneumonia, pois costumam apresentar um sistema imunológico mais fraco e/ou um pulmão cronicamente doente. Viroses respiratórias, como aquelas causadas pelo vírus da gripe ou do resfriado, também aumentam o risco de pneumonia (leia: DIFERENÇAS ENTRE GRIPE E RESFRIADO).
Fator gripe na transmissão da pneumonia
A gripe e outras viroses respiratórias aumentam o risco de pneumonia de duas formas: a primeira é através da inflamação das vias aéreas, que atrapalha o funcionamento das células de defesa e favorece a invasão do pulmão por bactérias da orofaringe. Uma das complicações mais comuns da gripe é exatamente a pneumonia bacteriana, que surge geralmente dias após o início dos sintomas da gripe. Nestes casos, o que costuma ocorrer é um paciente que, passados alguns dias de virose, começa a apresentar sinais de melhora da gripe, mas subitamente volta a piorar, com subida febre, agravamento da tosse e queda do estado geral. A segunda forma na qual a gripe aumenta o risco de pneumonia é através de uma infecção pulmonar pelo próprio vírus Influenza. Na maioria dos casos, o Influenza se restringe às vias áreas superiores, mas em determinados indivíduos, o próprio vírus da gripe pode ser a origem da pneumonia.
Portanto, a gripe é um fator de risco tanto para pneumonia bacteriana quanto para pneumonia viral.
Para saber mais sobre a gripe, acesse os seguintes artigos:
– GRIPE | Sintomas, Tratamentos e Vacina
– GRIPE H1N1 – Gripe Suína

PNEUMONIA CONTAGIOSA X PNEUMONIA NÃO CONTAGIOSA

Como já referido, existem pneumonias contagiosas e pneumonias não contagiosas. As pneumonias provocadas por fungos ou parasitos não são transmitidas diretamente de uma pessoa para outra. Já as pneumonias virais são habitualmente contagiosas. As pneumonias de origem bacteriana não são contagiosas na maioria dos casos, mas existem algumas exceções.
Pneumonia viral
As 4 formas de pneumonia viral mais comuns são provocadas pelos vírus Influenza, Parainfluenza, Adenovírus e Vírus sincicial respiratório. O primeiro é o agente infeccioso da gripe, enquanto os 3 restantes são vírus que provocam resfriado. Em pacientes susceptíveis, essas viroses podem ir além de uma virose respiratória simples, provocando uma pneumonia viral. Esta situação é muito comum em idosos, crianças pequenas e pessoas imunossuprimidas.
Consideramos as pneumonias virais como de origem contagiosa, mas, na verdade, quem é contagioso é a virose. Se você tiver contato com um paciente portador de pneumonia por Influenza, por exemplo, o seu grande risco é de ficar gripado. Se você tiver um sistema imunológico fraco, pode também desenvolver pneumonia viral, mas isso será uma complicação da virose que você adquiriu.
Pneumonia bacteriana
A maioria dos casos de pneumonia bacteriana não é contagiosa. Os principais agentes bacterianos que provocam pneumonia são: Streptococcus pneumoniae, Haemophilus influenzae, Klebsiella pneumoniae, Pseudomonas aeruginosa e Staphylococcus aureus. Nenhuma dessas bactérias é habitualmente transmitida de uma pessoa para outra, são bactérias já presentes no nosso organismo.
Em algumas situações, porém, germes como o Streptococcus pneumoniae podem ser contagiosos. Apesar de não ser a forma mais comum de contaminação, crianças pequenas e pacientes imunossuprimidos podem adquirir pneumonia após o contato direto com pessoas infectadas. É importante salientar que o Streptococcus pneumoniae é muito menos contagioso que qualquer um dos vírus respiratórias descritos anteriormente, sendo necessário contato próximo e prolongado para haver transmissão.
Existe também um grupo de bactérias que são responsáveis por um tipo de pneumonia conhecida como pneumonia atípica. Essa forma de pneumonia é chamada de atípica porque as manifestações clínicas são habitualmente diferentes. O quadro clínico costuma ser mais brando e arrastado que o da pneumonia tradicional. Mycoplasma pneumoniae eChlamydophila pneumoniae são duas bactérias desse grupo, que podem ser transmitidas diretamente de uma pessoa para outra através de secreções respiratórias, da mesma forma que viroses comuns são transmitidas.
Apesar do Mycoplasma pneumoniae ser uma bactéria bastante contagiosa, a maioria das pessoas que a adquire não desenvolve doença ou apresentam apenas sintomas respiratórios brandos. A pneumonia só costuma ocorrer em pacientes clinicamente mais vulneráveis e com fatores de risco para pneumonia.
A tuberculose não é considerada exatamente uma pneumonia, mas é uma forma de infecção pulmonar altamente contagiosa (leia: DIFERENÇAS ENTRE PNEUMONIA E TUBERCULOSE).

ISOLAMENTO DO PACIENTE COM PNEUMONIA

A grande parte dos pacientes internados com pneumonia não precisa ficar em isolamento respiratório, pois o risco de transmissão para a equipe médica ou para outros pacientes é muito baixo. Medidas simples de higiene, como lavar as mãos e evitar o contato direto de um paciente com o outro são suficientes. Apenas nos casos de pneumonia por Mycoplasma pneumoniae é que sugere-se que o paciente fique em quarto separado e a equipe médica deve vestir máscaras respiratórias.
Pacientes com pneumonia por gripe, principalmente quando a infecção ocorre durante quadros de epidemias de novas cepas, como ocorreu recentemente com a Influenza H1N1, também costumam ficar em isolamento. Máscaras devem ser utilizadas pela equipe de saúde e pelos familiares que vêm para visita.
No caso da tuberculose, a transmissão de uma pessoa para outra é bem mais comum, e o isolamento respiratório deve ser ainda mais rigoroso. O paciente precisa ficar isolado em um quarto especial, com pressão atmosférica negativa e renovação do ar. A equipe médica só pode entrar no quarto vestindo máscaras com filtros.
 
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ANEMIA PODE VIRAR LEUCEMIA?

ANEMIA PODE VIRAR LEUCEMIA?

Uma das dúvidas mais comuns na população é quanto ao risco de uma anemia virar leucemia, principalmente se não for corretamente tratada. Mas, afinal, anemia pode virar leucemia?
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A resposta é simples: não, anemia não vira leucemia. Mesmo que anemia não seja tratada adequadamente, não há nenhum risco dela virar leucemia nem a curto nem a longo prazo.
Entretanto, a anemia pode ser um dos sintomas de quem tem leucemia, por isso, esta confusão costuma surgir.
Vamos explicar de forma resumida.

O QUE É ANEMIA?

A hemácia, também chamada de eritrócito ou glóbulo vermelho, é o tipo de célula mais abundante no sangue. Só para se ter uma ideia, em apenas 1 ml de sangue podemos encontrar cerca de 5 bilhões de hemácias. A hemácia é a célula que transporta o oxigênio pelo sangue. Ela capta o oxigênio nos pulmões e o leva para todos os tecidos do corpo.
Leucemia e anemia
As hemácias são produzidas de forma contínua na medula óssea e têm uma vida média de 120 dias. Conforme as hemácias velhas vão sendo destruídas no baço, novas hemácias produzidas na medula são lançadas na corrente sanguínea, de forma a manter mais ou menos constante a quantidade de glóbulos vermelhos circulantes.
Quando a quantidade de hemácias presentes no sangue encontra-se reduzida, damos o nome de anemia. A anemia surge quando a perda de hemácias é maior que a produção. Geralmente, isso ocorre por três motivos:
1- A medula óssea está doente e produz poucas hemácias novas.
2- Alguma doença está provocando a destruição precoce das hemácias, antes dos 120 dias de vida.
3- O paciente está perdendo hemácias devido a sangramentos.
Se você quiser saber mais detalhes sobre a anemia, acesse os seguintes artigos:
– ANEMIA | Sintomas e causas.
– 7 SINTOMAS DE ANEMIA.
– ANEMIA POR FALTA DE FERRO.

O QUE É LEUCEMIA?

Os leucócitos, também chamados de glóbulos brancos, são outro tipo de células do sangue, pertencem ao sistema imunológico e são um dos principais responsáveis pelo combate aos germes invasores do organismo. Assim como as hemácias, os leucócitos também são produzidos na medula óssea.
A leucemia é um tipo de câncer que atinge os leucócitos. A medula óssea acometida pela leucemia passa a produzir leucócitos de forma exagerada. Além disso, esses leucócitos produzidos são defeituosos e não servem para combater infecções.
Se você quiser saber mais detalhes sobre a leucemia, acesse os seguintes artigos:
– LEUCEMIA | Sintomas e Tratamento.
– LEUCEMIA.

RELAÇÃO ENTRE ANEMIA E LEUCEMIA

Os leucócitos malignos produzidos excessivamente na leucemia vão se acumulando dentro da medula óssea, ocupando espaço que antes era reservado para a produção de outras células do sangue, como as hemácias. Por isso, com o passar do tempo, o paciente com leucemia pode começar a ter anemia, que surge por falta de produção de novos glóbulos vermelhos pela medula óssea doente.
Portanto, a leucemia pode provocar anemia, mas a anemia não causa leucemia. Em hipótese alguma. Mesmo as anemias que duram anos não apresentam risco de se transformar em leucemia.
IA? 
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 "ANEMIA PODE VIRAR LEUCEM", 5 de 5 basea