quinta-feira, 23 de abril de 2015

HIPERTENSÃO NA GRAVIDEZ – HIPERTENSÃO GESTACIONAL

CORPO HUM. OLOGR

HIPERTENSÃO NA GRAVIDEZ – HIPERTENSÃO GESTACIONAL

A hipertensão é o problema de saúde mais comum nas grávidas, estando presente em cerca de 10 a 15% das gestantes. Uma grávida pode ter hipertensão na gravidez seja porque já era hipertensa antes de engravidar ou porque desenvolveu hipertensão arterial durante a sua gestação.

Quando o quadro de hipertensão surge somente após a 20ª semana de gestação em uma mulher que não era previamente hipertensa, nós classificamo-la como hipertensão gestacional. Uma vez que ela surja, a hipertensão gestacional costumam permanecer pelo resto da gravidez, mas tende a desaparecer dentro das 12 primeiras semanas após o parto.
Neste artigo vamos abordar a hipertensão na gravidez, explicando as diferenças entre hipertensão crônica na grávida, hipertensão gestacional e pré-eclâmpsia. Vamos falar também sobre o tratamento da hipertensão na gestante e os riscos para o bebê.

TIPOS DE HIPERTENSÃO NA GRAVIDEZ

A grávida pode ser acometida por 4 formas diferentes de hipertensão durante a gravidez, a saber:
1- Hipertensão crônica preexistente – indivíduos com valores da pressão arterial frequentemente acima de 140/90 mmHg são considerados hipertensos. Na gravidez, é considerada hipertensão preexistente toda hipertensão que já existia antes da mulher ficar grávida. Como era esperado, mulheres que são hipertensas antes da gravidez, continuarão sendo hipertensas durante toda a gestação.
A hipertensão também é considerada preexistente se ela for identificada antes da 20ª semana de gestação. Quando a mulher descobre que está hipertensa antes da 20ª semana é porque ela já era hipertensa antes da gravidez e simplesmente não sabia.
2 – Pré-eclâmpsia – é o surgimento de hipertensão após a 20ª semana de gravidez associado à perda de proteínas na urina, situação que é chamada de proteinúria (leia:PROTEINÚRIA E URINA ESPUMOSA). Uma hipertensão que surge após a 20ª semana de gestação e está associada a problema renais, do fígado, do sistema nervoso central ou queda no número de plaquetas também pode ser pré-eclâmpsia.
Neste artigo não iremos abordar a pré-eclâmpsia. Para saber mais sobre essa complicação da gravidez, acesse o seguinte artigo: ECLÂMPSIA | PRÉ-ECLÂMPSIA | Sintomas e tratamento.
3- Pré-eclâmpsia superposta à hipertensão crônica – é a pré-eclâmpsia que ocorre em mulheres previamente hipertensas.
4- Hipertensão gestacional – é considerado hipertensão gestacional aquela hipertensão que surge somente depois da 20ª semana de gestação e que não apresenta perdas de proteínas na urina, nem qualquer outra manifestação sugestiva de pré-eclâmpsia.
Neste artigo vamos nos ater à hipertensão gestacional, que é uma forma de hipertensão provocada pela gravidez.

O QUE É HIPERTENSÃO GESTACIONAL

Conforme acabamos de explicar, hipertensão gestacional é uma forma de hipertensão arterial que surge após a 20ª semana de gravidez em mulheres previamente sadias e que não apresenta nenhum sinal de pré-eclâmpsia.
Apesar desta forma de hipertensão poder aparecer a partir da 20ª semana de gestação, a grande maioria dos casos só surge bem no finalzinho da gravidez, já no terceiro trimestre.
Hipertensão gestacionalA hipertensão gestacional é uma hipertensão exclusiva da gravidez, desaparecendo, na maioria dos casos, espontaneamente em até 1 ou 2 semanas após o parto. Se até 12 semanas após o parto a hipertensão não desaparecer, a paciente passa a ser considerada como portadora de hipertensão arterial crônica. A não resolução espontânea da hipertensão ocorre em cerca de 15% dos casos.
A hipertensão gestacional é um fator de risco para o desenvolvimento futuro de hipertensão arterial. Mesmo as mulheres que apresentaram normalização da pressão arterial após o parto acabam, a longo prazo, tendo 4 vezes mais riscos de desenvolverem hipertensão arterial crônica (leia: HIPERTENSÃO ARTERIAL).
Como referido na introdução do artigo, cerca de 10 a 15% das gestantes acabam desenvolvendo hipertensão gestacional. Algumas características clínicas aumentam o risco do desenvolvimento da hipertensão durante a gravidez. São elas:
  • Primeira gravidez.
  • Gestantes com sobrepeso (leia: GANHO DE PESO NA GRAVIDEZ).
  • Gestantes de etnia negra.
  • Gestantes com mais de 35 anos.
  • História familiar ou pessoal de pré-eclâmpsia.
  • Gravidez gemelar.
  • Gravidez durante a adolescência.
A hipertensão gestacional é um problema bem menos grave que a pré-eclâmpsia, mas ainda assim ela pode trazer malefícios à grávida e ao bebê. Gestantes hipertensas apresentam maior risco de alterações no fluxo de sangue na placenta, restrição do crescimento fetal, descolamento prematuro da placenta e parto prematuro. As complicações são mais comuns nas mulheres que apresentam hipertensão gestacional grave, caracterizada por níveis de pressão arterial persistentemente acima de 160/110 mmHg.

RISCO DE PRÉ-ECLÂMPSIA

Entre as gestantes que inicialmente se apresentam com critérios para hipertensão gestacional, cerca de 1/3 acaba por evoluir para ter critérios de pré-eclâmpsia, que é uma forma de hipertensão muito mais grave. Portanto, toda gestante com hipertensão gestacional deve ser cuidadosamente observada durante a gravidez, com pesquisas frequentes de proteinúria através do exame de urina (leia: EXAME DE URINA).
Não sabemos ainda se a hipertensão gestacional e a pré-eclâmpsia são duas doenças distintas ou apenas espectros clínicos diferentes de uma mesma doença.
Algumas características clínicas no momento da apresentação de hipertensão gestacional predizem um aumento do risco de progressão para a pré-eclâmpsia. São elas:
  • Aparecimento da hipertensão antes da 34ª semana de gestação.
  • Hipertensão arterial grave.
  • Alterações no fluxo da artéria uterina detectáveis através do ultrassom com doppler.
  • Níveis de ácido úrico elevados.

TRATAMENTO DA HIPERTENSÃO NA GRAVIDEZ

Muitos dos medicamentos utilizados habitualmente no tratamento da hipertensão são contraindicados na gravidez, o que torna o controle da pressão arterial na gestação uma tarefa mais complicada. Além disso, a margem de segurança é menor, já que uma redução além do desejada da pressão arterial pode provocar grave redução do fluxo sanguíneo para a placenta, trazendo malefícios para o feto. Portanto, exceto nos casos graves, os obstetras costumam optar por não tratar com remédios a hipertensão arterial durante a gravidez.
O tratamento da grávida hipertensa depende do grau de hipertensão arterial.
a) pressão arterial menor que 160/110 mmHg – hipertensão gestacional não-grave.
A maioria das mulheres com hipertensão gestacional que apresenta níveis de pressão arterial abaixo de 160 mmHg/110 mmHg pode ser acompanhada com consultas semanais ou bissemanais para medir a pressão arterial e a excreção de proteínas na urina. A gestante também deve ser orientada a aferir sua pressão arterial diariamente em casa.
O objetivo das consultas tão frequentes é identificar precocemente qualquer sinal de progressão para pré-eclâmpsia. As pacientes devem estar esclarecidas sobre os sinais e sintomas de gravidade, tais como dor de cabeça, alterações visuais, dor abdominal, diminuição dos movimentos fetais ou sangramento vaginal.
Na hipertensão gestacional não-grave, a grávida não precisa ficar de repouso na cama, mas é indicado uma redução nas atividades do dia-a-dia. Exercício físico deve ser evitado e se o trabalho profissional for muito estressante ou extenuante, o ideal é se afastar.
Os estudos científicos nos mostram que o tratamento da pressão arterial na hipertensão gestacional não-grave não traz benefícios nem para a mãe nem para o feto, podendo ainda provocar efeitos colaterais não desejáveis. Portanto, se a gestante não apresentar valores da pressão arterial acima de 160/110 mmHg, não é preciso iniciar nenhuma droga anti-hipertensiva.
O parto na hipertensão gestacional costuma ser realizado entre a 37º e a 39ª semanas de gravidez, de acordo com a situação clínica da gestante e do feto.
b) pressão arterial maior que 160/110 mmHg – hipertensão gestacional grave.
As mulheres que desenvolvem hipertensão gestacional grave têm taxas de complicações semelhantes às da pré-eclâmpsia, e, portanto, devem ser tratadas de forma semelhante.
A hipertensão gestacional grave precisa ser tratada com medicamentos anti-hipertensivos e o parto costuma ser realizado entre 34 e 36 semanas de gravidez.
Se a gestante tiver menos de 34 semanas, a internação hospitalar para controle e monitorização do feto e da pressão arterial costuma ser indicada. O objetivo nesses casos é tentar levar a gravidez de forma segura até, pelo menos, 34 semanas.
As drogas mais utilizadas para o controle da pressão arterial são a Metildopa, Hidralazina, Nifedipina e Labetalol.
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ESTUDOS COM ENBREL E MTX

Menos pacientes com doença de longa data queimado se permanecessem no mesmo uma meia dose de etanercept, e tempo para o agravamento foi maior.

Pontos De Ação

 
Pacientes com artrite reumatóide de longa data (RA) que alcançou um estado de baixa atividade da doença durante o tratamento com etanercept (Enbrel) mais metotrexato eram muito menos propensos a incendiar-se continuassem com o tratamento - quer a dose completa ou metade do etanercept - do que se eles pararam o inibidor do fator de necrose tumoral (TNF), um estudo randomizado mostrou.
A porcentagem de pacientes considerados nonfailures quando continuando metotrexato mais etanercept em dosagens de 50 mg / semana foi de 52% em comparação com 13% entre os que receberam metotrexato mais placebo na semana 48 ( P = 0,007), de acordo com Ronald F. van Vollenhoven, MD , do Instituto Karolinska, em Estocolmo, e colegas.
Além disso, entre aqueles que continuam com 25 mg / semana, 44% eram nonfailures ( P= 0,044 versus placebo) na semana 48, os pesquisadores relataram em linha no Annals of the Rheumatic Diseases .
Está agora bem estabelecido que o etanercept (e os outros inibidores de TNF) mais metotrexato proporcionar "alívio sintomático excelente" para os pacientes com AR, e que entre aqueles que respondem ao tratamento, muitas vezes a resposta sustentada pode ser mantido com o tratamento em curso.
"No entanto, tanto do ponto de vista do paciente individual, bem como a partir de uma perspectiva social, seria vantajoso se a medicação não precisa ser continuada indefinidamente, mas qualquer um poderia ser reduzido em dose ou mesmo interrompido, mantendo um estado de atividade da doença favorável" afirmou van Vollenhoven e colegas.
Mas poucos estudos têm abordado este. Um esforço recente foi um grande ensaio clínico conhecido como PRESERVAR , em que muitos pacientes com baixa atividade da doença foram capazes de reduzir pela metade a sua dose etanercept, sem perda de eficácia, mas este estudo incluiu pacientes com doença menos grave que pode não ter sido considerados candidatos para anti terapia -TNF na prática clínica rotineira.
Portanto, para analisar a questão em uma população mais típico, os autores inscritos 73 pacientes com doença estabelecida a partir de vários ambulatórios de reumatologia escandinavos. Os participantes vinha recebendo etanercept, 50 mg / semana, mais metotrexato, 7,5-25 mg / semana, durante pelo menos 14 meses e foram considerados como tendo baixa atividade da doença, em que o seu índice Disease Activity Score em 28 articulações (DAS28) foi de 3,2 ou inferior.
O estudo incluiu uma fase de run-in de 8 semanas, em que os pacientes continuaram com a dose de 50 mg etanercept e uma dose estável de metotrexato. Após 8 semanas, aqueles cuja DAS 28 permaneceu a ou abaixo de 3,2 foram randomizados para um de três grupos: o etanercept 50 mg / semana, mais metotrexato; etanercept 25 mg / semana, além de metotrexato; ou placebo mais metotrexato.
Os pacientes queimados que durante a fase de 48 semanas, cego foram retirados do estudo, considerou falhas, e retomou o tratamento com a dose de 50 mg / semana.
Alargamento foi definido de várias maneiras: como um DAS28 acima de 5,1; um DAS28 acima de 3,2 com um acréscimo de 1,2 ou mais da linha de base; um DAS28 acima de 3,2, mais um aumento no DAS28 de 0,6 ou mais da linha de base em duas visitas à clínica consecutivos; ou progressão da doença / alargamento determinados por qualquer investigador ou o paciente.
A idade média dos participantes foi de 57 anos, e duração média da doença foi de 13,6 anos. Quase três quartos eram mulheres.
No momento da randomização, DAS28 média foi de 1,9.
 
Junto com taxas mais baixas de nonfailure, pacientes que permaneceram em etanercept também teve mais tempo para se alargam. Tempos médios para a falha foram 48 e 36 semanas para os grupos de 50 mg e 25 mg, respectivamente, em comparação com 6 semanas para placebo ( P <0,001).
(91%) A maioria dos pacientes que queimados e depois reinstituído o tratamento anti-TNF respondeu prontamente, com tempos medianos até que a atividade da doença baixo ou de dispensa sendo 6 semanas para o grupo de 50 mg, 5,9 semanas para o grupo de 25 mg e 3,9 semanas para o grupo do placebo.
Os eventos adversos foram consistentes com o que normalmente é relatado com etanercept e metotrexato. Durante a fase de run-in, 35 eventos foram relatados, com nenhum ser grave. Durante a fase de estudo randomizado, dois pacientes apresentaram efeitos adversos graves de endometriose e dor nas costas, sendo que ambos resolvidos.
"Estes resultados clínicos representam a primeira demonstração controlada que uma estratégia de manutenção de indução pode ser aplicado, em alguns pacientes com artrite reumatóide estabelecida para os quais a utilização de anti-FNT é clinicamente necessário," escreveu os investigadores.
Além disso, "estes resultados sugerem que, em alguns pacientes, pode ser possível reduzir a dosagem enquanto se mantém o mesmo estado de doença favorável".
Eles pediram cautela, no entanto, na interpretação dos resultados de 25 mg, como o estudo não foi desenhado para detectar uma diferença entre as duas doses etanercept.
Outra maneira de reduzir a dose podia ser para estender o intervalo entre as doses, o que foi feito em alguns estudos não controlados, mas nenhuma abordagem seria aconselhável para pacientes com a actividade da doença persistente, segundo os autores.
A preocupação com a dose de rebaixamento foi que os pacientes podem não ser capaz de voltar a realizar a atividade da doença baixo ou remissão, como foi visto com alguns medicamentos anti-reumáticos tradicionais, mas a constatação de que mais de 90% dos pacientes melhoraram rapidamente quando retornar ao tratamento foi tranquilizando , eles observaram.
As limitações do estudo incluíram a pequena dimensão ea possibilidade de flares perdidas.
 
O estudo foi patrocinado pela Wyeth, que posteriormente foi adquirida pela Pfizer.
Van Vollenhoven e alguns co-autores declararam relações relevantes com Pfizer, AbbVie, BMS, GSK, Lilly, MSD, Roche, UCB, Centocor, Janssen, Merck, Mundipharma, Novo, Schering Plough, Wyeth e Abbott.
  • Avaliado por F. Perry Wilson, MD, MSCEProfessor Assistente, Seção de Nefrologia, Yale School of Medicine e Dorothy Caputo, MA, BSN, RN, Planner Nurse
ULTIMA ATUALIZAÇÃO 

quarta-feira, 22 de abril de 2015

NOVA MANEIRA IMPORTANTE PARA NOSSO SISTEMA IMUNOLÓGICO

CORPO HUM. OLOGR


Data:
20 de abril de 2015
 
Fonte:
University of Birmingham
 
Resumo:
Uma nova maneira importante em que nosso sistema imunológico são regulados foi descoberto por pesquisadores, dando esperança de que a compreensão que vai ajudar a combater os efeitos debilitantes do diabetes tipo 1, artrite reumatóide e outras doenças graves.
 
 

Pesquisadores da Universidade de Birmingham identificaram uma nova forma importante em que nosso sistema imunológico são regulados, e espero que a compreensão que vai ajudar a combater os efeitos debilitantes do diabetes tipo 1, artrite reumatóide e outras doenças graves.
A equipe descobriu uma nova via que regula o movimento de células imunitárias patogénicas do sangue para dentro do tecido durante uma resposta inflamatória.
Um sistema imunitário saudável, eficiente funciona normalmente para amortecer a inflamação e cuidadosamente regular a magnitude da resposta à infecção e doença. Nas doenças como a diabetes e a artrite, bem como quando a idade, o nosso sistema imunitário torna-se menos rigorosamente regulados e isso pode levar a uma resposta inflamatória exagerada - permitir um acesso inadequado das células imunes para os tecidos vulneráveis. O estudo mostra que os efeitos benéficos de a nova via é perdido nestas doenças, bem como durante o envelhecimento normal.
O estudo, publicado na Nature Medicine , detalha como uma molécula chave regula este aspecto da nossa resposta imune. É importante ressaltar que a equipe foram capazes de mostrar como a adição desta molécula para células do sistema imunológico de pacientes com diabetes e artrite poderia recuperar o controle do movimento de suas células imunes, invertendo assim as mudanças patogênicos visto nestas doenças.
Professor Ed Rainger, da Universidade de Birmingham, explicou: "Nosso sistema imunológico torna-se progressivamente menos eficaz ao longo dos anos e isso pode se tornar prejudicial que leva à doença. Ser capaz de compreender a relação entre envelhecimento e patologia nos ajudará a reduzir o risco de problemas de saúde associados com o aumento da idade ".
"Nossa descoberta desta nova via é muito emocionante. Não só revelar novas formas em que nossos corpos controlar a inflamação, mas também indica que sejamos capazes de design de novas drogas para reverter a perda específica da doença e idade desta via."
"O fato de que a nova via é relevante para diabetes e artrite reumatóide, que são bastante diferentes doenças, implica uma ampla aplicabilidade para muitas doenças inflamatórias e auto-imunes crônicas. Esta é uma área de pesquisa que estão ansiosos para seguir, e estará trabalhando com médicos de outras especialidades para determinar se este for o caso e se as novas terapias podem ser mais amplamente aplicável "
A paisagem global de saúde está passando por uma mudança significativa, com algumas populações que experimentam um forte aumento da expectativa de vida. No entanto, o envelhecimento da população vem com um aumento na prevalência de doenças debilitantes, que por sua vez repassa um ônus significativo para os pacientes, suas famílias e seus prestadores de serviços de saúde.
Professor Rainger acrescentou: "A ligação entre o declínio desta via e envelhecimento normal também é muito interessante, pois este é um processo natural. Isso significa que os pacientes com doenças, tais como a artrite reumatóide pode ter acelerado declínio desta via de modo a que os indivíduos jovens como 20 têm a função imunológica de 70 anos de idade. Se pudermos identificar pacientes em risco de desenvolver esta doença que pode ser capaz de restaurar artificialmente algum vigor para os seus sistemas imunitários e reduzir o peso da doença para o paciente individual, bem como de suas famílias e do SNS. ''
O próximo passo é usar os resultados em estudos clínicos que irá investigar a viabilidade de tratamentos e terapias voltadas para esta via.
O professor Peter Weissberg, diretor médico da Fundação Britânica do Coração, disse: "Esta é uma excelente peça de investigação que parece ter identificado uma nova maneira de regular a inflamação crônica Ele ajuda a explicar por que as doenças auto-imunes como a artrite reumatóide se tornar mais comum com a idade. . "
"Ele continua a ser visto se estes resultados terá qualquer relevância directa para a doença cardiovascular. No entanto, a doença cardíaca coronária tende a ser mais comum em pessoas com doenças inflamatórias crônicas, como a artrite reumatóide, por isso, se esta pesquisa leva a melhores tratamentos para estas condições , pode-se esperar que isso vai levar a menos ataques cardíacos destes pacientes ".
 

Fonte da história:
A história acima é baseada em materiais fornecidos pela Universidade de Birmingham . Nota: Os materiais podem ser editadas para o conteúdo e extensão.

Jornal de referência :
  1. . G Ed Rainger et al regulação homeostática do tráfico de células T por um peptídeo derivado de células B é prejudicada na doença inflamatória auto-imune e crônica . Nature Medicine , de Abril de 2015 DOI: 10.1038 / nm.3842

Cite esta página :
Universidade de Birmingham. "New via revela como o sistema imunológico é regulamentada, dá esperança para doenças crônicas." ScienceDaily.ScienceDaily, 20 de abril de 2015. <www.sciencedaily.com/releases/2015/04/150420122939.htm>.

RE - ENGENHARIA LÚPUS

CORPO HUM. OLOGR


Re-engenharia lúpus 

Data:
21 de abril de 2015
 
Fonte:
Yale Cancer Center
 
Resumo:
Os pesquisadores desenvolveram uma forma de re-engenharia anticorpos do lúpus para transformá-los em assassinos de câncer em potencial. O lúpus é uma doença inflamatória crónica que ocorre quando o sistema imunitário ataca os seus próprios órgãos, tecidos ou articulações.
 
 

Pesquisadores do Centro de Câncer de Yale e do Sistema de Saúde Los Angeles Veterans Affairs Greater planejaram uma maneira de re-engenheiro anticorpos do lúpus para transformá-los em assassinos de câncer em potencial. Os resultados de pesquisas recentes foram apresentadas 21 de abril na Associação Americana para Cancer Research Annual Meeting 2015 Philadelphia.
O lúpus é uma doença inflamatória crónica que ocorre quando o sistema imunitário ataca os seus próprios órgãos, tecidos ou articulações. A equipe de Yale anteriormente que os anticorpos do lúpus ocorrem naturalmente pode matar o câncer, e novo trabalho mostra agora que um anticorpo do lúpus pode ser alterado em laboratório para, potencialmente, criar um método novo e não-tóxicas de tratamento de muitos tipos de câncer, sem causar sintomas do lúpus.
A equipe, liderada pelo Dr. James E. Hansen, professor assistente de radiologia terapêutica em Yale School of Medicine, mostrou que a alteração das anticorpos para ajudá-los a penetrar as células cancerosas e se ligar ao DNA lhes permite matar selectivamente tumores com defeitos de reparo do DNA . O objetivo é traduzir esta descoberta em uma terapia clinicamente relevante para muitos tipos de câncer.
No geral, a equipe está otimista de que eles podem finalmente crescer um exército de assassinos de anticorpos que podem explorar as fraquezas inerentes algumas células cancerosas ".
"Nós achamos que podemos crescer um exército de assassinos de anticorpos que explorar as fraquezas inerentes das células cancerosas", disse Hansen. "Auto-anticorpos são problemáticos no lúpus, mas algumas boas virão de sua existência se podemos transformá-los contra tumores e tomar uma mordida fora de câncer", disse Hansen.
 

Fonte da história:
A história acima é baseada em materiais fornecidos pela Yale Cancer Center . O artigo original foi escrito por Vicky Agnew. Nota: Os materiais podem ser editadas para o conteúdo e extensão.

Cite esta página :
Centro de Câncer de Yale. "Lupus Re-engenharia em um assassino de câncer."ScienceDaily. ScienceDaily, 21 de abril de 2015. <www.sciencedaily.com/releases/2015/04/150421131720.htm>.