sexta-feira, 18 de março de 2016

AUTOANTICORPOS NA SÍNDROME ANTI-SÍNTETASE

Autoanticorpos na síndrome anti-sintetase

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Público alvo: técnico.

Complementando o post anterior de hoje, vamos ver os autoanticorpos descritos nas polimiosites e síndrome anti-sintetase. A sua determinação é feita em laboratórios no exterior por imunoprecipitação (foto).
AUTOANTÍGENOS E AUTOANTICORPOS NAS POLIMIOSITES EDERMATOMIOSITES
AutoantígenoEstrutura MolecularPrevalência
Jo-1Histidyl tRNA synthetase protein, 52 kD23 -36 % na PM
PL-7Threonyl tRNA synthetase protein, 80 kD4 % na PM
PL –12Alanyl tRNA synthetase protein, 110 kD3 % na PM
ZoPhenylalanyl-tRNA synthetase< 3% na PM
YRSTyrosyl-tRNA synthetase< 3% na PM
KSAsparaginyl-tRNA synthetase< 3% na PM
Mi-2Nuclear protein complex, proteins 53 and 61 kD15 – 35% na PM; 5 – 9% na DM
Signal Recognition Particle (SRP)Protein 54 kD complexed with 7 SL RNA4 –5 % na PM; não ocorre em DM
PM-SclComplex of 11 proteins,110 –120 KD8 –12 % na PM; 25% na superposição PM/esclerodermia
U1nRNPspliceosome complex4 – 17% na PM/DM
SAESmall ubiquitin-like modifier activating enzyme4% em miosites, 8% na DM
p155(/p140)p155-TIF1-gama (involved in nuclear transcription and cellular differentiation)21% em miosites, 75% na DM do adulto, possível associação com câncer (forma para-neoplásica)
56 kD56 kD, RNP component80 % em miosites
EJ
glycyl-tRNA synthetase<3% na PM
OJisoleucyl-tRNA synthetase< 3% na PM

quarta-feira, 16 de março de 2016

ARTRITE REUMATOIDE = A FADIGA É COMPLEXA, POUCO COMPREENDIDA E NÃO TRATADA

Artrite Reumatoide= A fadiga é complexa, pouco compreendida, e não tratada.

TAXA  ★ ★ ★ ★ ★
Por Andrew Lumpe, PhD -agosto 10 de 2014
Dificilmente passa um dia no Facebook artrite reumatóide site que uma pessoa não menciona sua batalha persistente com fadiga. É uma das mais frustrantes sintomas da AR e não há nenhum tratamento que afeta diretamente.
A fadiga é um problema comum visto em quase todas as doenças auto-imunes. [1] Seu corpo se sente completamente dizimado, os níveis de energia são baixos, é difícil de se mover, e sua função cognitiva é pobre. É difícil comunicar fadiga RA para aqueles que não têm a doença. sintomas de fadiga pode ir e vir em ciclos aparentemente aleatórios. [2] É silencioso e invisível para aqueles que nos rodeiam. Uma das melhores explicações de como ele se sente é compará-lo a lidar com uma infecção como a gripe. Dependendo do estudo, verificou-se que entre 40-80% dos pacientes com AR experimentar fadiga severa fadiga e 40% experiência. [3] A dor e o cansaço estão entre as duas queixas sintoma mais comum com pacientes com AR.Mas enquanto a dor tem sido alvo de medidas e sistemas de tratamento, a fadiga tem sido largamente ignorado. [4]
A investigação sobre a fadiga doença relacionada aumentou dramaticamente ao longo das últimas décadas.Embora existam inúmeras pesquisas (mais de 250 identificado por um grupo de pesquisadores! [5]), concebidos para medir a fadiga doença relacionada, não há consenso e medidas comumente aceitos. Um dado importante na pesquisa fadiga relacionada a doença é que ele tem muitas dimensões complexas, incluindo mental, física, motivação, sensorial, humor, social, intensidade, duração, qualidade do impacto de vida, eo impacto atividade. [6] Os pesquisadores também acreditam que os sintomas da fadiga pode ser uma doença específica. [7]
Houve uma visão predominante entre a comunidade médica que se RA é um tratamento eficaz, então a fadiga será automaticamente diminuído. Mas esse pensamento simplista e linear foi recentemente contestada por um estudo sobre o impacto do tratamento com uma droga anti TNF (por exemplo, Enbrel, Humira, Remicade). Os pesquisadores acompanharam pacientes com AR durante um período de seis meses depois que começou o tratamento anti TNF. Eles descobriram que, em alguns pacientes, a fadiga não melhorou após o tratamento.Mas o tratamento medicamentoso só explicou uma pequena porção das alterações na fadiga e os investigadores afirmaram que as explicações alternativas são necessários. [8] Infelizmente, a fadiga não é normalmente visto como um alvo do tratamento, apesar do facto de que é tão debilitante. [ 9]
A fadiga é um aspecto real, incapacitante, e mal compreendidos da artrite reumatóide. É importante aprender a lidar com ele. O Hospital for Special Surgery, em Nova York propôs um conjunto detalhado de estratégias.
  1. Reconhecê-la e perceber que você não pode prever ou controlar.
  2. Perceber que aqueles ao seu redor não vão entender.
  3. Reconhecer que a fadiga cria um loop de feedback de sintomas reações-sintomas.
  4. Encontrar o equilíbrio e compromisso quando necessário.
  5. Adaptar e dar entrada em fadiga, quando necessário.
  6. Trabalhar com o seu médico sobre os ajustes de medicação.
  7. Tente descansar e dormir.
  8. Exercício como prática.
  9. Obter ajuda com a depressão.
  10. Ajustar o seu horário de trabalho. [10]

segunda-feira, 14 de março de 2016

Arboviroses-(dengue, zika virus, febre chikungunya e febre amarela)

Arboviroses-(dengue, zika virus, febre chikungunya e febre amarela)

★ sintomas • tratamento • prevenção

visão geral

O que é Arboviroses?

Arboviroses são as doenças causadas pelos chamados arbovírus, que incluem o vírus da dengue, Zika vírus, febre chikungunya e febre amarela. A classificação "arbovírus" engloba todos aqueles transmitidos por artrópodes, ou seja, insetos e aracnídeos (como aranhas e carrapatos).
Existem 545 espécies de arbovírus, sendo que 150 delas causam doenças em seres humanos. Apesar de a classificação arbovirose ser utilizada para classificar diversos tipos de vírus, como o mayaro, meningite e as encefalites virais, hoje a expressão tem sido mais usada para designar as doenças transmitidas pelo Aedes aegypti, como o Zika vírus, febre chikungunya, dengue e febre amarela.

Causas

As arboviroses são sempre causadas por vírus cujo principal transmissor é um artrópode (no caso um mosquito ou carrapato). O vírus da arbovirose é adquirido pelo vetor através do contato com um ser humano ou com um animal contaminado e é transmitido às pessoas durante a picada.

SAIBA MAIS

No entanto, dependendo da arbovirose, ela pode ter outras formas de transmissão secundária. Existem alguns relatos de arboviroses que se transmitem por transfusão sanguínea e vertical, de acordo com o Ministério da Saúde.
No caso do Zika vírus, por exemplo, essas duas formações extras de transmissão estão em estudo, assim como está sendo investigada a contaminação pelo sexo, saliva e amamentação, já que o arbovírus já foi isolado no sêmen, leite materno, saliva e urina.
De qualquer forma, o inseto ou carrapato é sempre o principal transmissor da doença, sendo que as outras formas sempre acabam sendo a minoria dos casos. Entretanto, ainda não há evidências fortes o bastante para se afirmar que esses são meios de transmissão válidos da doença. No entanto, ainda não há histórico de arbovírus pelo ar.
Um grande transmissor de arbovíroses atualmente é o mosquito Aedes aegypti, vetor da dengue, Zika vírus, febre chikungunya e febre amarela. As três primeiras doenças estão em circulação no Brasil, por isso diversas medidas estão sendo tomadas para prevenir a ação do mosquito.

Tipos

Existem três famílias mais conhecidas de arbovírus e cada uma delas engloba causadores de, que têm semelhança em seu código genético e também nas suas proteínas base. Veja cada uma delas:
  • Flavivírus incluí as doenças do Aedes, como o Zika vírus, febre chikungunya, dengue e febre amarela, além de outras doenças, como a encefalite japonesa (transmitida pelos mosquitos do gênero Culex)
  • Togavírus - classificação das encefalites equinas, como a do leste, oeste e venezuelana
  • Bunyavírus - classificação que incluí os hantavírus, causadores da febre hemorrágica.
Existem também as famílias reoviridae e rhabdooviridae, que causam mais infecções em animais.

sintomas

Sintomas de Arboviroses

Os sintomas das arboviroses variam muito, já que sua única característica em comum é o fato de serem transmitidos por artrópodes. No entanto, dentro das subclassificações das arboviroses, algumas costumam ter sintomas semelhantes. Por exemplo, dentro da família de flavivírus, temos a dengue, Zika vírus e febre chikungunya com sintomas bem parecidos, como por exemplo:
O que muda é a intensidade de cada sintoma. A dor de cabeça costuma ser mais intensa na dengue, enquanto a dor nas articulações é mais intensa na febre chikungunya e o Zika vírus raramente apresenta febre ou outros sintomas mais característicos. Além disso, o Zika vírus pode ter como sintoma um quadro de conjuntivite sem secreção, ou seja, os olhos ficam inchados e vermelhos. Já a febre chikungunya apresenta dor intensa nas juntas, que pode até causar inchaço.
No entanto, outros vírus dessa família, como o vírus do oeste do Nilo ou a encefalite japonesa apresentam outras características em seus sintomas, como problemas neurológicos.
Essa diversidade dos sintomas ocorre porque os vírus são agrupados nessa família devido a semelhanças em seu DNA e proteínas. Algumas dessas similaridades os levam a ter sintomas parecidos, por ativarem os mesmos mecanismos do sistema imunológico, mas não são todas. Ou seja, nem todos os vírus dessas famílias têm as mesmas características relacionadas a sintomas iguais.

diagnóstico e exames

Diagnóstico de Arboviroses

Se você suspeita que está com alguma arbovirose, vá a um hospital ou clínica de saúde direto. Hoje as arboviroses mais disseminadas no Brasil são a dengue, Zika vírus e febre chikungunya.
O diagnóstico das arboviroses é feito com exames genéticos, que identificam parcelas do material genético do arbovírus no sangue do paciente. Esses exames levam de três a quatro dias para ficarem prontos, mas só conseguem detectar o vírus enquanto ele ainda está circulante no organismo.
Além disso, durante o atendimento, o médico fará um exame físico para ver se os sintomas se relacionam mesmo a essas doenças e pedirá os exames conforme suas suspeitas.

Na consulta médica

Especialistas que podem diagnosticar uma arbovirose são:
  • Clínico geral
  • Infectologista.
Estar preparado para a consulta pode facilitar o diagnóstico e otimizar o tempo. Dessa forma, você já pode chegar à consulta com algumas informações:
  • Uma lista com todos os sintomas e há quanto tempo eles apareceram
  • Histórico médico, incluindo outras condições que o paciente tenha e medicamentos ou suplementos que ele tome com regularidade
  • Se possível, peça para uma pessoa te acompanhar.
Também é importante levar suas dúvidas para a consulta por escrito, começando pela mais importante. Isso garante que você conseguirá respostas para todas as perguntas relevantes antes da consulta acabar. Para arboviroses, algumas perguntas básicas incluem:
  • Quais são as possibilidades de tratamento?
  • Posso ter alguma complicação decorrente dessa arbovirose problema?
  • É importante eu me proteger de picadas de inseto depois de infectado por uma arbovirose?
Não hesite em fazer outras perguntas, caso elas ocorram no momento da consulta.

tratamento e cuidados

Tratamento de Arboviroses

Não existem tratamentos específicos contra os vírus das arboviroses, principalmente quando falamos em dengue, Zika vírus e febre chikungunya. Isso porque todos eles costumam ter uma vida curta no organismo, causando infecções agudas. No máximo o médico pode indicar medicamentos para tratar os sintomas.
Além disso, pacientes com suspeita de dengue, Zika vírus ou febre chikungunya devem evitar medicamentos à base de ácido acetilsalicílico (aspirina) ou que contenham a substância associada. Esses medicamentos têm efeito anticoagulante e podem causar sangramentos. Outros anti-inflamatórios não hormonais (diclofenaco, ibuprofeno e piroxicam) também devem ser evitados. O uso destas medicações pode aumentar o risco de sangramentos.

convivendo (prognóstico)

Complicações possíveis

Cada arbovirose pode causar complicações diferentes, de acordo com a ação de cada vírus no organismo. Veja as complicações das principais:

Complicações da Dengue

Entre as arboviroses mais comuns no Brasil, a dengue pode causar a síndrome de choque da dengue. Esta é sua complicação mais séria, se caracterizando por uma grande queda ou ausência de pressão arterial, acompanhado de inquietação, palidez e perda de consciência. Uma pessoa que sofreu choque por conta da dengue pode sofrer várias complicações neurológicas e cardiorrespiratórias, além de insuficiência hepática, hemorragia digestiva e derrame pleural. Além disso, a síndrome de choque da dengue não tratada pode levar a óbito.
Outras possíveis complicações da dengue incluem:
  • Convulsões febris em crianças pequenas
  • Desidratação grave
  • Sangramentos.

Complicações do Zika vírus

Já o Zika vírus está relacionado ao aparecimento da microcefalia e de outras complicações neurológicas no feto, quando contamina gestantes. O Ministério da Saúde e a Organização Mundial da Saúde já admitiram uma relação entre o Zika vírus e a microcefalia, apesar de não saberem ao certo como essa relação funciona.
Além disso, muitas pessoas contaminadas cm o Zika vírus desenvolveram algum tempo depois a Síndrome de Guillain-Barré, doença autoimune que ocorre quando o sistema imunológico do corpo ataca parte do próprio sistema nervoso por engano. Isso leva à inflamação dos nervos, que provoca fraqueza muscular.

SAIBA MAIS

Complicações da febre chikungunya

A febre chikungunya também já foi relacionada a uma complicação. É um quadro chamado miosite, uma inflamação nos músculos que pode causar fraqueza, dores musculares e problemas respiratórios, que pode inclusive levar ao óbito se não for tratada adequadamente.

prevenção

Prevenção

Como a maior forma de transmissão das arboviroses é o contato com o artrópode vetor (que pode ser um inseto, como os mosquitos, ou um carrapato). Portanto, a melhor forma de evitar essas doenças é evitando o contato com o seu transmissor.
No Brasil, as arboviroses circulantes são as transmitidas pelo mosquito Aedes aegypti. Existem dois tipos de atitude importantes para evitá-lo: prevenir a picada e impedi-lo de se reproduzir.
Para prevenir a picada, veja as melhores atitudes:
  • Use repelente industrializados ele tem substâncias que impedem a aproximação do mosquito, evitando a picada. Mas tome cuidado com os repelentes naturais, já que sua duração e eficácia não são garantidas
  • Prefira roupas longas - as roupas servem como uma barreira para o mosquito, que só pica em regiões de pele exposta
  • Evite roupas coloridas e perfumes - os mosquitos são atraídos pelas cores e pelos perfume
  • Use telas e mosquiteiras - elas impedem a entrada de mosquitos em casa e também que mosquitos que já estejam dentro ataquem durante a noite
  • Entenda os hábitos do Aedes - o mosquito circula ativamente no começo da manhã e no final da tarde. No entanto, se houver um criadouro dentro de casa, eles podem atacar a qualquer momento, por serem predadores oportunistas, ou seja, que se alimentam sempre que tem oportunidade.
A melhor forma de evitar criadouros do mosquito Aedes é evitando locais de acúmulo de água parada nas residências. Para tanto, há uma série de atitudes que podem ser tomadas:
  • Mantenha a caixa d’água deve estar sempre limpa e bem fechada
  • Nunca deixe a água da chuva acumulada sobre lajes e calhas, que devem ser limpas periodicamente
  • Guarde os pneus cobertos e sempre entregue os velhos para o serviço de limpeza
  • Mantenha todos os utensílios que ficam com água parada, como garrafas, limpos e bem fechados, ou guardados com a boca para baixo
  • Limpe os ralos com frequência ou apenas jogue desinfetante para impedir que a possível água acumulada
  • Troque sempre a água do bebedouro dos animais, lavando o recipiente
  • Coloque areia nos pratos dos vasos de plantas ou elimine-os
  • Sempre troque a água dos vasos de plantas aquáticas.

fontes e referências

  • Infectologista Helena Brígido (CRM-PA: 4.374), membro do Comitê de Arboviroses da Sociedade Brasileira de Infectologia.
  • Infectologista Otelo Rigato Jr. (CRM-SP: 57.775), doutor em infectologia pela Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) e médico infecto do Sirio Libanês
  • Ministério da Saúde

MENOS DE UM TERÇO DOS PACIENTES TINHAM AUMENTO DE QUATRO VEZES EM IgG ANTI PNEUMOCOCO

Pneumovax fica aquém de Lupus

Menos de um terço dos pacientes tinham um aumento de quatro vezes em IgG anti-pneumococo

  • por Diana Swift
    Escritor contribuinte

Pontos de ação

A vacina pneumocócica não é suficientemente imunogênica em pacientes com lúpus eritematoso sistêmico (LES), mesmo quando eles não estão actualmente a receber tratamento imunossupressor, um pequeno estudo brasileiro sugeriu.
Apenas 29,6% dos pacientes tiveram um aumento de quatro vezes ou mais na imunoglobulina anti-pneumocócica G (IgG) a partir da linha de base após a imunização com a 23-valente vacina pneumocócica (Pneumovax-23), de acordo com Rodrigo Poubel Vieira de Rezende, MD , do Hospital Universitário Pedro Ernesto, no Rio de Janeiro, e seus colegas.
Além disso, apenas 38,8% respondeu a 70% ou mais dos serotipos testados, o que era uma segunda forma de avaliar a resposta de imunogenicidade, os investigadores relataram no lúpus .
Não houve diferenças significativas na resposta entre aqueles em tratamento imunossupressor e aqueles que não recebem esses medicamentos.
Os pacientes com lúpus estão em alto risco de infecções, devido aos efeitos da doença e do seu tratamento sobre o sistema imunitário.
"Atualmente, a vacinação contra o pneumococo é fortemente recomendado para pacientes com doenças reumáticas autoimunes", os pesquisadores notaram. No entanto, pouco se sabe acerca da eficácia da vacina entre os pacientes com LES submetidos a tratamento imunossupressor, e estudos anteriores têm sido inconsistentes em critérios de imunogenicidade.
Portanto, para examinar a eficácia da vacina, os pesquisadores conduziram um estudo aberto que envolveu 54 adultos com LES, os quais receberam uma dose intramuscular de 0,5 mL de Pneumovax-23.
Um total de 28 tinham recebido ciclofosfamida, azatioprina, ou micofenolato de mofetil (CellCept), mais qualquer dose de prednisona, durante pelo menos 6 meses antes da vacinação, enquanto 26 não tinham recebido qualquer um destes imunossupressores ou superior a 5 mg / dia de prednisona nos últimos 6 meses.
Sexo (feminino cerca de 90%) e duração da doença (9,1 contra 12,1 anos) não diferiu significativamente entre os grupos de tratamento no início do estudo, mas os pacientes em imunossupressão eram mais jovens, com média de 35,5 contra 43,3 anos. Eles também foram mais propensos a usar prednisona (100% contra 76,9%) e doses ligeiramente mais elevadas (2,1 a 20 mg / dia, contra 1,2 a 5 mg / dia), embora a dose basal média foi semelhante (5 mg / dia contra 4,5 mg / dia).
Micofenolato de mofetil foi o imunossupressor mais comum, seguido pela ciclofosfamida e azatioprina, com quatro pacientes expostos a mais do que um imunossupressor nos 6 meses antes da vacinação.
Amostras de sangue foram coletadas imediatamente antes da imunização e 4 a 6 semanas depois e medido para IgG níveis de anticorpos contra sete sorotipos de pneumococo.
respostas específicas do serótipo variou de 43.7% a 77.7% entre os pacientes submetidos a terapia imunossupressora e de 52,3% para 90% nos doentes que não a ser tratado.
escores basais de atividade da doença LES mediana manteve-se inalterado em ambos os grupos de pós-vacinação.
Pesquisas anteriores mostraram que o uso de sustentado, doses elevadas de corticosteróides foi associado com má resposta à vacina e mais infecção em pacientes que receberam imunossupressores. No entanto, neste estudo, a dose de prednisona média foi baixa em ambos os grupos ", sugerindo que os esteróides não pode ter influenciado os resultados", observaram os autores.
Embora este estudo representa a maior série até à data de pacientes adultos com LES imunizados-pneumocócicas em imunossupressores, os autores admitiram que a pequena amostra descartada conclusões definitivas sobre se a resposta vacina é ainda mais reduzida por imunossupressores.
"Com base nos nossos resultados, no entanto, parece razoável sugerir que a imunização pneumocócica deve, sempre que possível ter lugar antes do início de drogas imunossupressoras," Rezende e colaboradores escreveram.
Comentando o estudo para o MedPage Today, Jane E. Salmon, MD , do Hospital for Special Surgery, em Nova York, disse: "Este artigo lembra-nos de praticar a medicina preventiva em pacientes com LES. Porque é essencial para otimizar a capacidade dos pacientes para combater a infecção com micróbios encapsulados - um processo que é prejudicada pela sua doença e seu tratamento - que deve imunizar pacientes com LES ".
Ela observou que, embora as respostas dos pacientes à imunização pneumocócica pode ser prejudicada independente da terapia, "doença SLE não incendiar devido à vacinação."
Ela ressaltou que "os reumatologistas devem discutir a vacinação adequada (contra infecções virais e bacterianas), juntamente com aconselhamento de saúde reprodutiva e aconselhamento sobre saúde cardiovascular, assim que faz o diagnóstico de LES."
O estudo foi financiado pelo Centro de Estudos em Reumatologia Pedro Ernesto e Sociedade de Reumatologia do Rio de Janeiro.
Os autores relataram nenhum conflito de interesse.
  • Avaliado por Robert Jasmer, MD Professor Clínico Associado de Medicina da Universidade da Califórnia, San Francisco e Dorothy Caputo, MA, BSN, RN, enfermeira Planner
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