terça-feira, 16 de abril de 2013

O CÁLCIO PODE REDUZIR O RISCO DE LESÕES PRÉ-CANCEROSA DO CÓLON EM ALGUMAS PESSOAS


O cálcio pode reduzir o risco de lesões pré-cancerosas do cólon em algumas pessoas

Estudo encontrou associação apenas entre aqueles com genes específicos
Por Robert Preidt
Quarta-feira, 10 de abril, 2013
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Quarta-feira, 10 de abril (HealthDay News) - O consumo de maiores quantidades de cálcio pode reduzir a probabilidade de cólon pré-cancerosas e lesões retais em pessoas que estão em maior risco devido a variações em dois genes, sugere um novo estudo.
Alta ingestão de cálcio não afetou o risco em pessoas sem as variações genéticas.
As descobertas podem ajudar a explicar resultados inconsistentes em pesquisas anteriores sobre a relação entre a ingestão de cálcio eo risco para essas lesões, chamado de adenomas colorretais, disseram os pesquisadores.
Eles também disseram que as descobertas podem ajudar a identificar os pacientes que poderiam se beneficiar de suplementos de cálcio ou níveis mais elevados de cálcio em sua dieta.
O estudo de quase 6.000 pessoas no Tennessee descobriram que pacientes com maior ingestão de cálcio não teve redução do risco de adenomas colorretais se não tivessem variações em dois genes - KCNJ1 e SLC12A1 - que são essenciais para a reabsorção de cálcio nos rins.
Cinquenta e dois por cento dos participantes do estudo tinham variações em pelo menos um dos genes e 13 por cento tinham variações nos dois genes. Houve uma forte associação entre a ingestão de cálcio e um risco elevado de 39 por cento de redução de adenomas colorectais naqueles com uma variação de um gene. Ingestão elevada de cálcio foi associada a um risco reduzido de 69 por cento em pacientes com variações de ambos os genes.
O risco de adenomas avançados ou múltipla foi de 89 por cento para as pessoas que tiveram uma alta ingestão de cálcio e teve variações em ambos os genes, de acordo com o estudo, que está prevista para apresentação quarta-feira no encontro anual da Associação Americana para Pesquisa do Câncer, em Washington , DC
As descobertas sugerem que uma pessoa com variações de um ou de ambos os genes têm um risco maior de adenomas colorretais se eles consomem menos de 1.000 miligramas de cálcio por dia, disse o autor do estudo Dr. Xiangzhu Zhu, um cientista da equipe com a divisão de epidemiologia no departamento de medicina no Centro de Câncer Vanderbilt-Ingram em Nashville, Tennessee
"Esses pacientes devem aumentar sua ingestão de cálcio para reduzir os riscos", disse Zhu em uma nota de imprensa associação.
As descobertas podem levar a testes genéticos para identificar as pessoas que se beneficiariam da maior ingestão de cálcio, disseram os pesquisadores.Embora a pesquisa mostrou uma associação entre a ingestão de cálcio aumento ea redução no risco de adenomas, não provar uma relação de causa-e-efeito.
Como este estudo foi apresentado em uma reunião médica, os dados e conclusões devem ser vistos como preliminares até publicado em um jornal peer-reviewed.
FONTE: Associação Americana para Pesquisa do Câncer, a notícia de lançamento, 10 de abril de 2013
HealthDay
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segunda-feira, 15 de abril de 2013

METODOS ANTICONCEPCIONAIS / PARTE 1 = MÉTODOS DE BARREIRA

Posted: 13 Apr 2013 06:38 PM PDT
Existem atualmente mais de uma dezena de métodos anticoncepcionais diferentes, boa parte deles com boa taxa de sucesso na prevenção da gravidez. Alguns anticoncepcionais servem não só como método de controle de natalidade, mas também como forma de evitar doenças sexualmente transmissíveis, como é o caso dos preservativos. Dentre tantas opções, decidir qual é o método mais indicado para cada indivíduo pode ser difícil, já que há muitas questões a considerar, incluindo custos, planos de gestações futuras, os efeitos colaterais, contraindicações, etc.

Este artigo está dividido em 3 partes e abordará de forma sucinta os principais métodos anticoncepcionais, incluindo:

PARTE 1: Métodos concepcionais de Barreira:
  • Preservativo masculino (camisinha).
  • Preservativo feminino.
  • Diafragma.
  • Esponja contraceptiva.
PARTE 2: Métodos concepcionais hormonais:
  • Pílula anticoncepcional.
  • Injeção anticoncepcional
  • Implante contraceptivo.
  • Adesivo Contraceptivo.
  • Anel vaginal. 
  • Pílula do dia seguinte.
PARTE 3: Outros Métodos concepcionais:
  • Dispositivo intrauterino (DIU).
  • Sistema intrauterino (SIU).
  • Tabelinha.
  • Espermicidas.
  • Coito interrompido.
  • Vasectomia.
  • Ligadura de trompas.

Preservativo masculino (camisinha)


O preservativo masculino, conhecido popularmente como camisinha, é um dos métodos anticoncepcionais mais populares, pois confere concomitantemente proteção contra gravidez e contra doenças sexualmente transmissíveis (leia: O QUE É DST?).

A camisinha, se usada de forma correta, apresenta uma elevada taxa de proteção contra gravidez, na ordem de 98% de sucesso. Todavia, na vida real, as pessoas frequentemente comentem erros na forma de usar o preservativo. Entre os equívocos mais comuns estão a colocação errada da camisinha, o uso de preservativos com data de validade expirada ou armazenados de forma errada, uso da mesma camisinha em mais de um coito ou iniciar o ato sexual sem camisinha e só colocá-la próximo ao momento da ejaculação. Se usada de forma pouco cuidadosa, a taxa de sucesso como controle de natalidade da camisinha cai de 98% para apenas 82%. Quanto mais desleixado for o seu uso, menor é a sua eficácia.

O mesmo raciocínio vale para a prevenção das doenças sexualmente transmissíveis. Se usada de forma correta, a camisinha é altamente eficaz na prevenção de DST transmitidas pelo contato com secreções da uretra masculina, como gonorreia, HIV, clamídia, tricomoníase e hepatite B. Estima-se uma redução de 85% no risco de transmissão quando se usa camisinha.

Leia:
- GONORREIA | Sintomas e tratamento
- TRANSMISSÃO DO HIV | Como se pega AIDS?
- CLAMÍDIA | Sintomas e tratamento
- TRICOMONÍASE | Sintomas e tratamento
- HEPATITE B | Sintomas e vacina

Em relação às DST que não são necessariamente transmitidas por secreções da uretra e que podem apresentar feridas contagiosas em áreas não cobertas pelo preservativo, como região púbica e virilhas, a eficácia da camisinha é mais baixa, chegando a apenas 50% em alguns casos. Podemos dar como exemplos: herpes genital, sífilis, cancro mole e HPV.

Leia:
- HERPES GENITAL | Sintomas e tratamento
- SÍFILIS | Sintomas e tratamento
- CANCRO MOLE | Haemophilus ducreyi
- HPV | CÂNCER DO COLO DO ÚTERO

A camisinha não é um método infalível, mas é atualmente a melhor combinação quando se pensa em reduzir riscos de gravidez e DST ao mesmo tempo. Mesmo não sendo 100% eficaz, principalmente contra algumas DST, o uso frequentemente da camisinha reduz significantemente o risco de contágio e transmissão. É muito mais seguro usar camisinha do que não usar nada.

Para saber mais detalhes sobre o preservativo masculino, leia: CAMISINHA | Eficácia e instruções de uso

Preservativo feminino


Preservativo feminino
Preservativo feminino
O preservativo feminino, como o próprio nome diz, é a versão feminina da camisinha. A camisinha feminina também é um método de barreira, servindo como proteção contra DST e gravidez. A camisinha feminina é atualmente feita de borracha nitrílica (antigamente era poliuretano) e cobre toda a mucosa e a entrada da vagina.

Se usada corretamente, o preservativo feminino tem 95% de eficácia contra gravidez. Porém, assim como acontece com o preservativo masculino, devido a erros na hora de usá-la, a eficácia real da camisinha feminina cai para apenas 79%.

Como o preservativo feminino é um método relativamente novo e não muito difundido, ainda não há estudos confiáveis sobre a sua eficácia real contra as doenças sexualmente transmissíveis. Sabemos que a camisinha feminina é impermeável a vírus e bactérias, como sífilis, gonorreia e HIV, porém, grandes estudos com resultados estatísticos ainda não estão disponíveis, apesar de trabalhos preliminares apontarem para uma segurança semelhante a da camisinha masculina.

O preservativo feminino é descartável. A cada nova relação, deve-se utilizar uma camisinha nova.

A camisinha feminina não foi concebida para o uso no sexo anal.

Falaremos mais sobre o preservativo feminino em um artigo específico, que será escritos brevemente.

Diafragma


O diafragma é um dispositivo contraceptivo feminino de barreira, mas que tem apenas ação anticoncepcional, não atuando sobre a transmissão das doenças sexualmente transmissíveis.

O diafragma consiste em uma cúpula flexível, com um lado côncavo e outro convexo. Os diafragmas mais atuais são feitos de silicone, mas existem também diafragmas feitos de látex.

Antes do ato sexual, o lado côncavo da cúpula deve ser parcialmente preenchido com um creme ou gel espermicida. Em seguida, o diafragma é inserido na vagina e posicionado de modo a se encaixar sobre o colo do útero. Existem diafragmas de vários tamanhos e cada mulher tem um tamanho que se adéqua melhor a sua vagina/colo do útero. Se a mulher emagrecer ou engordar muito, o tamanho do seu diafragma provavelmente terá que ser mudado.

Se usado de forma correta, a eficácia contraceptiva do diafragma é de 94%. Na vida real, entretanto, dado erros na forma de utilizá-lo, a eficácia geral do diafragma é de apenas 84%.

A quantidade de mulheres utilizando diafragma tem caído ao longo dos anos. Esta diminuição deve-se provavelmente à maior eficácia contraceptiva dos anticoncepcionais orais e à maior facilidade de uso dos preservativos. O diafragma é mais difícil de ser colocado que a camisinha feminina e não protege contra DST, por isso, muitas mulheres que optam por métodos de barreira dão preferência atualmente ao preservativo feminino. Outra desvantagem do diafragma é um maior risco de desenvolvimento de infecções urinárias, principalmente cistites (leia: CISTITE | Sintomas e tratamento).

O diafragma não é descartável e deve ser propriamente lavado e conservado após o seu uso. Uma má conservação pode criar rachaduras e furos, comprometendo a eficácia do método.

Esponja contraceptiva


A esponja contraceptiva é um tipo de controle de natalidade de barreira semelhante ao diafragma, impedindo a gravidez, mas sem ação sobre as doenças sexualmente transmissíveis. A esponja contraceptiva é um dispositivo macio, em forma de disco, feito de espuma de poliuretano e com uma alça para facilitar a sua remoção. A esponja contém espermicidas e deve ser molhada antes de ser inserida na vagina, onde irá cobrir o colo do útero, impedindo a passagem dos espermatozoides.

Se usada de forma correta, a eficácia contraceptiva da esponja é de 91%. Na vida real, a eficácia geral do diafragma é de 87%, uma diferença pequena que reflete a maior facilidade de usá-la em relação a outros métodos de barreira feminino.

Outra vantagem da esponja é fato dela poder ser usada sem trocas em mais de uma relação sexual, contanto que as mesmas ocorram dentro de um intervalo de 24 horas. A esponja só deve ser retirada 6 horas após a última relação. Não se deve usar a mesma esponja por mais de 30 horas seguidas.

O uso da esponja aumenta as chances de infecções urinárias e candidíase vaginal (leia: CANDIDÍASE | Sintomas e tratamento). Se esquecida por mais de 30 horas, a esponja pode provocar um grave quadro de infecção, chamado síndrome do choque tóxico, que pode levar a paciente à morte. Devido ao maior risco de efeitos secundários, a esponja é atualmente o método de barreira menos prescrito pelos ginecologistas.

sábado, 13 de abril de 2013

MULHERES PODEM SER ACOMPANHADAS NO CICLO FADIGA, FALTA DE AUTOESTIMA , DIZ ESPECIALISTA


Estudo confirma: Será que a obesidade Pessoas Slow Down, 

As mulheres podem ser apanhados no ciclo de fadiga, falta de auto-estima, diz especialista
Sexta-feira 5 de abril, 2013
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Sexta-feira, 5 abril (HealthDay News) - As mulheres que lutam com final obesidade crônica se envolver em menos e menos rotineira atividade física, mostra nova pesquisa, confirmando o que pode parecer óbvio para alguns.
A equipe de investigação reconheceu que sua observação tão claramente se alinha com a sabedoria convencional de que seria difícil descrevê-la como "a ciência de foguetes". Mas eles dizem que a deles é o primeiro estudo a estabelecer com rigor o que a maioria dos cientistas já presume ser o caso: de que a obesidade de fato tem um impacto negativo sobre os hábitos de um indivíduo de atividade.
"Uma abundância de investigação tem incidido sobre os fatores que aumentam [o risco de] obesidade, devido a muitas doenças crônicas e condições associados", disse o principal autor Jared Tucker, atualmente um epidemiologista sênior no Hospital Helen DeVos infantil em Grand Rapids, Michigan "E com razão."
"No entanto, a inatividade física também é independentemente associada com muitas das mesmas doenças crônicas, incluindo doenças cardiovasculares e diabetes tipo 2", Tucker acrescentou. "Mas nós não costumam pensar sobre os fatores que influenciam os níveis de atividade."
Tucker era um estudante de pós-graduação, quando a pesquisa, relatada online recentemente na revista Obesity , foi conduzido.
"Nosso estudo sugere que a obesidade provavelmente aumenta o risco de redução dos níveis de atividade física em mulheres", disse Tucker. "Portanto, parece que a inatividade física e obesidade pode estar envolvido em um loop de feedback, em que os níveis mais baixos de atividade levar ao ganho de peso, o que leva a baixos níveis de atividade."
Para explorar como a obesidade pode diminuir os níveis de atividade entre as mulheres, os autores focados em mais de 250 mulheres de meia idade que vivem na região Oeste da montanha dos Estados Unidos. Cerca de metade dos participantes foram diagnosticados como obesos.
Ao invés de perguntar as mulheres se auto-denunciar suas rotinas de atividade - um método de estudo que pode minar a confiança - a equipe anexados cinto carentes de acelerômetros para todos os participantes do estudo. O pequeno dispositivo que medidas de acelerações e intensidades diferentes. Durante uma semana, todas as mulheres foram orientados a usar as tiras durante o dia todo, exceto quando exposto à água, como durante o banho.
Em média, as mulheres usavam as tiras de cerca de 14 horas fora do período de 15 horas durante o dia (definido como sete horas - dez horas). Isto permitiu à equipa para avaliar o tempo total gasto envolvido em luz diariamente, moderada ou vigorosa atividade física.
Avaliações de composição corporal foram realizadas pouco antes do monitoramento acelerômetro começou e novamente após 20 meses. Por sua vez, depois de 20 meses de re-avaliação, as mulheres foram novamente convidados a usar os acelerômetros para mais uma semana de monitoramento da atividade.
O resultado: Entre os participantes obesos, a atividade física foi encontrada a cair por 8 por cento do total ao longo do período de estudo de 20 meses. Este foi equivalente a uma perda de 28 minutos ativos por semana, disseram os pesquisadores.
Mulheres não obesas, por outro lado, não apresentaram queda de suas rotinas de actividade física.
"Esta descoberta", disse Tucker, "realça a importância de manter um estilo de vida activo e um peso saudável, a fim de evitar o início do ciclo potencial de riscos crescentes."
Lona Sandon, um nutricionista e professor assistente de nutrição clínica da Universidade do Sudoeste do Texas, em Dallas, disse que a crueldade deste ciclo significa que este é muitas vezes mais fácil dizer do que fazer.
"O que sabemos é que a obesidade está claramente relacionada com um comportamento mais sedentário," Sandon disse. "Mas é que eles se movimentam menos e se tornarem obesos, ou porque são obesos que eles se movem menos?"
Sandon disse que há muitas razões uma mulher obesa deixaria de ser ativo.
"Certamente, quando você se tornar obeso é apenas mais difícil de mover seu corpo, e você se torna prolixo ou facilmente fatigado com a atividade muito pouco", disse ela. "S você simplesmente evitá-lo por essa razão."
Questões psicológicas também entram em jogo, Sandon disse.
"Ser obeso fica amarrado a emoção e imagem corporal. Você não quer que as pessoas te observando. Você não se sente confortável em ir para um ginásio ou uma aula de fitness, porque as pessoas podem estar olhando", disse ela. "A baixa auto-estima, imagem corporal pobre e depressão também, muitas vezes, ir junto com a obesidade. Há uma falta de confiança de que eles podem perder o peso, e que, na tentativa de fazê-lo eles simplesmente chamar a atenção indesejada para si mesmos."
O ciclo da obesidade e da inatividade "é uma situação muito complicada e difícil", disse Sandon.
FONTES: Jared Tucker, Ph.D., epidemiologista sênior, Hospital Helen DeVos infantil, Grand Rapids, Michigan; Lona Sandon, RD, professor assistente de nutrição clínica da Universidade do Sudoeste do Texas, Dallas, 20 de marco de 2013, obesidade , online
HealthDay
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COMO EXPECTORAR CATARRO


Como expectorar catarro

abril 13, 2013 Nenhum comentário »
Como expectorar catarro
Nada mais incomodo do que aquela tosse chata com catarro. Este mal aparece frequentemente em adultos e crianças, especialmente após um longo período de gripe.
O interior do nariz é revestido por uma mucosa que fabrica uma substância transparente formada por proteínas, água e restos celulares. Esta substância é chamada muco e possui a função de impedir a entrada de microorganismos presentes no ar nas vias aéreas. Quando estamos gripados algumas partículas entram pelo nosso nariz e pode chegar até os pulmões. Para evitar que isso aconteça os brônquios produzem um muco mais consistente, que é o catarro. Os cílios presentes nas células das vias nasais empurram o catarro para a garganta.
Eliminar o catarro naturalmente pode demorar muito tempo, além de ser prejudicial para a saúde. Há medicações de farmácia que eliminam em algum tempo o catarro. Porém, as medicações de farmácia possuem componentes químicos, podendo causar alergias e prejudicando a saúde. Com uma receita caseira fitoterápica, ou seja, utilizando ingredientes naturais, é possível expectorar o catarro com eficiência, segurança e rapidez.
3483781370 71674763e9 Como expectorar catarroesparta/Flickr
Para eliminar catarro em casa produzindo um xarope com ingredientes naturais não é preciso ter experiência em culinária, qualquer iniciante pode fazer.
Porem, caso o catarro não desapareça por completo em um período de 15 dias um médico deve ser consultado.

Ingredientes

  • 15 folhas de guaco bem lavadas e cortadas em tiras,
  • Um copo de açúcar,
  • 2 copos de água,
  • Meio limão cortado em rodelas com casca e sem o miolo (parte interna branca),
  • 1/5 xícara de mel,
  • Uma panela média,
  • Uma colher de pau,
  • Uma peneira média,
  • Um frasco com tampa para armazenar,
  • Um fogão,
  • 3 dentes de alho inteiros.

Como Fazer

  1. Adicionar o açúcar na panela e levar em fogo baixo;
  2. Dourar o açúcar e adicionar as folhas de guaco, a água, o limão e os dentes de alho;
  3. Mexer tudo com a colher de pau e deixar ferver por cerca de 15 minutos até cozinhar bem e estiver em consistência cremosa leve;
  4. Adicionar o mel e mexer bem;
  5. Desligue o fogo e deixe o xarope esfriar em temperatura ambiente;
  6. Peneirar o xarope e guardar em um recipiente com tampa.
3159065615 cb320bf7b2 Como expectorar catarrofaboski/Flickr

Dicas

  • Para potencializar o efeito do xarope, ferver meio gengibre junto na mistura.
  • Durante o uso do xarope é preciso tomar alguns cuidados para evitar que o corpo entre em contato com choques térmicos e friagens.
  • Não ingerir o xarope gelado.
  • É preciso tomar diariamente meia xícara de café de xarope a cada 6 horas.
  • Não deve ingerir este xarope pessoas que tenham diabetes, pois, possui açúcar em sua constituição.
  • Este xarope fitoterápico é uma receita antiga e realmente funciona. Eficiente contra o catarro, o xarope de guaco ingerido corretamente colabora na expectoração do catarro, eliminando-o em alguns dias.
  • O xarope de guaco é feito em cerca de 30 minutos, prático, econômico e feito com ingredientes 100% naturais que não causam dano algum para a saúde.
Em caso de tosse ou gripe forte com catarro não perca tempo e prepare já para você ou sua família! Boa Sorte!!
(imagem destaque:anieto2k/Flickr)

COMO CUIDAR DE UNHAS INFLAMADAS


Como cuidar de unhas inflamadas

dezembro 15, 2012 Nenhum comentário »
Como cuidar de unhas inflamadas
Todos nós gostamos de nos sentir saudáveis. Nada pior que saber que você está sem poder calçar aquele seu sapato preferido, por causa de uma unha inflamada. Além disso, unha inflamada é também sinônimo de intensa dor e desconforto.
Os principais tipos de inflamação das unhas são:
  • Unhas encravadas. Costuma ser o problema mais comum de todas as doenças de unha, atingindo muito mais as mulheres do que os homens. É muito dolorosa devido a inflamação, e normalmente atinge o dedão do pé. O corte incorreto das unhas e sapatos muito apertados são os principais fatores que ocasionam a unha encravada;
    unha1 Como cuidar de unhas inflamadas
    Via Flickr
  • Infecções por vírus, também conhecidas como infecções fúngicas. São aquelas infecções provocadas por fungos (leveduras, dermatófitos, etc). Normalmente essas infecções não resultam sintomas, porém, depois de um tempo, a infecção se mostra com coloração amarela, e a região fica grossa. Se não for tratada, a infecção pode levar a destruição da unha;
  • Outras infecções. Existem também outras infecções, principalmente aquelas causadas por bactérias. Devido à baixa competência sistema imunológico, alguns tipos específicos de bactéria não são devidamente combatidos pelo seu corpo, causando por exemplo, furúnculos nas regiões próximas da unha.
De forma geral, a prevenção é sempre o melhor remédio, então siga as dicas abaixo:
  • A fazer a unha, nunca retire toda a cutícula, pois ela é uma barreira natural das nossas unhas que  protegem contra germes, bactérias, vírus e fungos em geral;
  • Mantenha as unhas higienizados;
  • Corte as unhas apenas em formato quadrado;
  • Não use sapatos apertados;
  • Use esmalte terapêutico com frequência.
    unha2 Como cuidar de unhas inflamadas
    Via Flickr
Caso as suas unhas já estejam inflamadas, o melhor a se fazer é:
  • Procure saber qual é o tipo de inflamação das suas unhas (se é unha encravada, se é micose ou outras infecções por fungos ou basctérias);
  • Não use esmalte nas unhas que apresentam inflamação;
  • O profissional de saúde especializado para tratar esse tipo de situação, é o pedólogo. Porém, você pode consultar um clínico geral ou até mesmo um dermatologista para melhor avaliar o caso;
  • Evite cutucar a unha inflamada.
    unha3 Como cuidar de unhas inflamadas
    Via Flickr
Siga as dicas e nunca se esqueça de que quando começarem a aparecer os sintomas de unha encravada, um profissional deve ser consultado. Boa Sorte!

terça-feira, 9 de abril de 2013

DICA DE SAÚDE = GELO EM UM ENTORSE NO TORNOZELO


Dica de saúde: GELO num entorse no tornozelo

Técnicas legais para aliviar a dor e inchaço
Por Diana Kohnle
Quinta - feira, 4 de abril, 2013
(HealthDay News) - Quando você torcer o tornozelo, aplicação de gelo pode ajudar a aliviar a dor, inchaço e rigidez associadas com a lesão.
A Academia Americana de Médicos de Família oferece estas sugestões para ajudá-lo de gelo no tornozelo:
  • Para os três primeiros dias após torcer o tornozelo, aplicar um tratamento de gelo (um banho de lama, gelo ou massagem com gelo) a cada duas a quatro horas.
  • Para usar um tratamento de gelo, parcialmente encher um saco plástico com gelo picado e coloque-o em seu tornozelo acostumado, certificando-se primeiro aplicar um pano fino e molhado para a pele debaixo do bloco de gelo. Use uma bandagem elástica para segurar o pacote no lugar.
  • Mergulhe o seu tornozelo em um banho de gelo, preenchendo um grande balde com gelo e água, submergindo o pé eo tornozelo e imersão até que a área está dormente.
  • Para dar uma massagem com gelo, congelar a água em copos pequenos de isopor e arrancar a parte superior do copo. Segurando o final ainda envolto no copo, esfregue suavemente o gelo em círculos sobre a área lesada, sem ficar em um lugar por mais de 30 segundos.
  • Nunca aplique gelo para seu tornozelo por mais de 20 minutos a uma hora.
HealthDay
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Composto em carne vermelha, bebidas energéticas pode ter ligação Doenças do Coração Bactérias intestinais quebrar carnitina em outra substância que os navios danos sangue, diz estudo Por Robert Preidt


Composto em carne vermelha, bebidas energéticas pode ter ligação Doenças do Coração

Bactérias intestinais quebrar carnitina em outra substância que os navios danos sangue, diz estudo
Por Robert Preidt
Segunda - feira, 8 de abril, 2013
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Domingo, 7 de abril (HealthDay News) - Um composto encontrado na carne vermelha e adicionado como um suplemento para bebidas energéticas populares promove endurecimento e entupimento das artérias, também conhecido como aterosclerose, sugere um novo estudo.
Os investigadores afirmam que as bactérias no tracto digestivo converter o composto, chamado carnitina, em trimetilamina-N-óxido (TMAO). Uma pesquisa anterior da mesma equipe de pesquisadores da Clínica Cleveland descobriram que TMAO promove aterosclerose em pessoas.
E havia uma torção outro: O estudo também mostrou que uma dieta rica em carnitina encoraja o crescimento das bactérias que metabolizam o composto, conduzindo a uma maior produção mesmo TMAO.
"O [tipo de] bactérias que vivem em nossos tratos digestivos são ditadas pelos nossos padrões de longo prazo da dieta. Uma dieta rica em carnitina realmente muda a nossa composição microbiana do intestino para aqueles que gostam de carnitina, tornando comedores de carne ainda mais suscetíveis à formação de TMAO e sua entopem as artérias efeitos ", líder do estudo Dr. Stanley Hazen, diretor de cardiologia preventiva e de reabilitação no coração Cleveland Clinic e Instituto Vascular, disse em um comunicado de imprensa da clínica.
Equipe de Hazen olhou para cerca de 2.600 pacientes submetidos a avaliações cardíacas. Os pesquisadores descobriram que os níveis de carnitina consistentemente elevados foram associados com um risco aumentado de doença cardíaca, ataque cardíaco, AVC e morte relacionada ao coração.
Eles também descobriram que níveis TMAO eram muito menor entre vegetarianos e vegans do que entre pessoas com dietas sem restrições (onívoros). Os vegetarianos não comem carne, enquanto os vegans não comem qualquer produto de origem animal, incluindo ovos e laticínios.
Mesmo depois de consumir uma grande quantidade de carnitina, vegans e vegetarianos não produziram níveis significativos de TMAO, enquanto onívoros fez, de acordo com o estudo publicado na edição atual da revista Nature Medicine .
Embora o novo estudo não poderia provar qualquer relação de causa e efeito entre a carnitina e danos ao coração, as descobertas podem fornecer uma nova compreensão dos benefícios da vegan e dietas vegetarianas, disseram os pesquisadores.
"Vegans e vegetarianos têm uma capacidade reduzida significativamente para sintetizar TMAO de carnitina, o que pode explicar os benefícios para a saúde cardiovascular dessas dietas", disse Hazen, que também é vice-presidente de investigação de translação para a clínica de Lerner Research Institute.
Dois especialistas em doenças cardíacas disse que o estudo rende-se importantes novos insights.
Segundo o Dr. Robert Rosenson, parece que os maus hábitos alimentares podem aumentar os níveis de TMAO e "aumentar a capacidade do colesterol a entrar em nossas artérias e interferir com a capacidade do nosso corpo para eliminar esse excesso de colesterol." Rosenson, diretor de doenças cardiometabólicas na Escola Icahn de Medicina Mount Sinai, em Nova York, disse que o estudo "lança novas e importantes informações sobre a associação entre a aterosclerose, dieta e eventos cardiovasculares."
Outro especialista apontou o dedo especificamente a carne vermelha e bebidas energéticas.
"A maioria dos americanos ter ouvido o famoso ditado" você é o que você come ", disse o Dr. Tara Narula, diretor associado do Centro de Tratamento Cardíaco do Hospital Lenox Hill, de Nova York. "Esta frase pode ser mais verdadeiro e diferente do que poderíamos ter imaginado."
O novo estudo "traz a consciência de que muitos suplementos", como bebidas energéticas pode ter as mesmas [navio-prejudicial] compostos como carne vermelha ", disse ela. "As bebidas energéticas não podem ser inofensivos e podem ter efeitos colaterais invisíveis que os consumidores devem reconhecer."
Quanto à carne bovina, suína e similares, Narula disse que a "mensagem de take-away real é o reforço das recomendações atuais de que uma dieta saudável para o coração deve ter pouco ou nenhum consumo de carne vermelha."
FONTES: Robert S. Rosenson, MD, diretor, distúrbios cardiometabólico e professor de medicina, Icahn Faculdade de Medicina Mount Sinai, em Nova York; Tara Narula, MD, diretor associado, unidade de cuidados cardíacos, Lenox Hill Hospital, em Nova York; Cleveland Clinic, a notícia de lançamento, 07 de abril de 2013
HealthDay
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