segunda-feira, 15 de abril de 2013

METODOS ANTICONCEPCIONAIS / PARTE 1 = MÉTODOS DE BARREIRA

Posted: 13 Apr 2013 06:38 PM PDT
Existem atualmente mais de uma dezena de métodos anticoncepcionais diferentes, boa parte deles com boa taxa de sucesso na prevenção da gravidez. Alguns anticoncepcionais servem não só como método de controle de natalidade, mas também como forma de evitar doenças sexualmente transmissíveis, como é o caso dos preservativos. Dentre tantas opções, decidir qual é o método mais indicado para cada indivíduo pode ser difícil, já que há muitas questões a considerar, incluindo custos, planos de gestações futuras, os efeitos colaterais, contraindicações, etc.

Este artigo está dividido em 3 partes e abordará de forma sucinta os principais métodos anticoncepcionais, incluindo:

PARTE 1: Métodos concepcionais de Barreira:
  • Preservativo masculino (camisinha).
  • Preservativo feminino.
  • Diafragma.
  • Esponja contraceptiva.
PARTE 2: Métodos concepcionais hormonais:
  • Pílula anticoncepcional.
  • Injeção anticoncepcional
  • Implante contraceptivo.
  • Adesivo Contraceptivo.
  • Anel vaginal. 
  • Pílula do dia seguinte.
PARTE 3: Outros Métodos concepcionais:
  • Dispositivo intrauterino (DIU).
  • Sistema intrauterino (SIU).
  • Tabelinha.
  • Espermicidas.
  • Coito interrompido.
  • Vasectomia.
  • Ligadura de trompas.

Preservativo masculino (camisinha)


O preservativo masculino, conhecido popularmente como camisinha, é um dos métodos anticoncepcionais mais populares, pois confere concomitantemente proteção contra gravidez e contra doenças sexualmente transmissíveis (leia: O QUE É DST?).

A camisinha, se usada de forma correta, apresenta uma elevada taxa de proteção contra gravidez, na ordem de 98% de sucesso. Todavia, na vida real, as pessoas frequentemente comentem erros na forma de usar o preservativo. Entre os equívocos mais comuns estão a colocação errada da camisinha, o uso de preservativos com data de validade expirada ou armazenados de forma errada, uso da mesma camisinha em mais de um coito ou iniciar o ato sexual sem camisinha e só colocá-la próximo ao momento da ejaculação. Se usada de forma pouco cuidadosa, a taxa de sucesso como controle de natalidade da camisinha cai de 98% para apenas 82%. Quanto mais desleixado for o seu uso, menor é a sua eficácia.

O mesmo raciocínio vale para a prevenção das doenças sexualmente transmissíveis. Se usada de forma correta, a camisinha é altamente eficaz na prevenção de DST transmitidas pelo contato com secreções da uretra masculina, como gonorreia, HIV, clamídia, tricomoníase e hepatite B. Estima-se uma redução de 85% no risco de transmissão quando se usa camisinha.

Leia:
- GONORREIA | Sintomas e tratamento
- TRANSMISSÃO DO HIV | Como se pega AIDS?
- CLAMÍDIA | Sintomas e tratamento
- TRICOMONÍASE | Sintomas e tratamento
- HEPATITE B | Sintomas e vacina

Em relação às DST que não são necessariamente transmitidas por secreções da uretra e que podem apresentar feridas contagiosas em áreas não cobertas pelo preservativo, como região púbica e virilhas, a eficácia da camisinha é mais baixa, chegando a apenas 50% em alguns casos. Podemos dar como exemplos: herpes genital, sífilis, cancro mole e HPV.

Leia:
- HERPES GENITAL | Sintomas e tratamento
- SÍFILIS | Sintomas e tratamento
- CANCRO MOLE | Haemophilus ducreyi
- HPV | CÂNCER DO COLO DO ÚTERO

A camisinha não é um método infalível, mas é atualmente a melhor combinação quando se pensa em reduzir riscos de gravidez e DST ao mesmo tempo. Mesmo não sendo 100% eficaz, principalmente contra algumas DST, o uso frequentemente da camisinha reduz significantemente o risco de contágio e transmissão. É muito mais seguro usar camisinha do que não usar nada.

Para saber mais detalhes sobre o preservativo masculino, leia: CAMISINHA | Eficácia e instruções de uso

Preservativo feminino


Preservativo feminino
Preservativo feminino
O preservativo feminino, como o próprio nome diz, é a versão feminina da camisinha. A camisinha feminina também é um método de barreira, servindo como proteção contra DST e gravidez. A camisinha feminina é atualmente feita de borracha nitrílica (antigamente era poliuretano) e cobre toda a mucosa e a entrada da vagina.

Se usada corretamente, o preservativo feminino tem 95% de eficácia contra gravidez. Porém, assim como acontece com o preservativo masculino, devido a erros na hora de usá-la, a eficácia real da camisinha feminina cai para apenas 79%.

Como o preservativo feminino é um método relativamente novo e não muito difundido, ainda não há estudos confiáveis sobre a sua eficácia real contra as doenças sexualmente transmissíveis. Sabemos que a camisinha feminina é impermeável a vírus e bactérias, como sífilis, gonorreia e HIV, porém, grandes estudos com resultados estatísticos ainda não estão disponíveis, apesar de trabalhos preliminares apontarem para uma segurança semelhante a da camisinha masculina.

O preservativo feminino é descartável. A cada nova relação, deve-se utilizar uma camisinha nova.

A camisinha feminina não foi concebida para o uso no sexo anal.

Falaremos mais sobre o preservativo feminino em um artigo específico, que será escritos brevemente.

Diafragma


O diafragma é um dispositivo contraceptivo feminino de barreira, mas que tem apenas ação anticoncepcional, não atuando sobre a transmissão das doenças sexualmente transmissíveis.

O diafragma consiste em uma cúpula flexível, com um lado côncavo e outro convexo. Os diafragmas mais atuais são feitos de silicone, mas existem também diafragmas feitos de látex.

Antes do ato sexual, o lado côncavo da cúpula deve ser parcialmente preenchido com um creme ou gel espermicida. Em seguida, o diafragma é inserido na vagina e posicionado de modo a se encaixar sobre o colo do útero. Existem diafragmas de vários tamanhos e cada mulher tem um tamanho que se adéqua melhor a sua vagina/colo do útero. Se a mulher emagrecer ou engordar muito, o tamanho do seu diafragma provavelmente terá que ser mudado.

Se usado de forma correta, a eficácia contraceptiva do diafragma é de 94%. Na vida real, entretanto, dado erros na forma de utilizá-lo, a eficácia geral do diafragma é de apenas 84%.

A quantidade de mulheres utilizando diafragma tem caído ao longo dos anos. Esta diminuição deve-se provavelmente à maior eficácia contraceptiva dos anticoncepcionais orais e à maior facilidade de uso dos preservativos. O diafragma é mais difícil de ser colocado que a camisinha feminina e não protege contra DST, por isso, muitas mulheres que optam por métodos de barreira dão preferência atualmente ao preservativo feminino. Outra desvantagem do diafragma é um maior risco de desenvolvimento de infecções urinárias, principalmente cistites (leia: CISTITE | Sintomas e tratamento).

O diafragma não é descartável e deve ser propriamente lavado e conservado após o seu uso. Uma má conservação pode criar rachaduras e furos, comprometendo a eficácia do método.

Esponja contraceptiva


A esponja contraceptiva é um tipo de controle de natalidade de barreira semelhante ao diafragma, impedindo a gravidez, mas sem ação sobre as doenças sexualmente transmissíveis. A esponja contraceptiva é um dispositivo macio, em forma de disco, feito de espuma de poliuretano e com uma alça para facilitar a sua remoção. A esponja contém espermicidas e deve ser molhada antes de ser inserida na vagina, onde irá cobrir o colo do útero, impedindo a passagem dos espermatozoides.

Se usada de forma correta, a eficácia contraceptiva da esponja é de 91%. Na vida real, a eficácia geral do diafragma é de 87%, uma diferença pequena que reflete a maior facilidade de usá-la em relação a outros métodos de barreira feminino.

Outra vantagem da esponja é fato dela poder ser usada sem trocas em mais de uma relação sexual, contanto que as mesmas ocorram dentro de um intervalo de 24 horas. A esponja só deve ser retirada 6 horas após a última relação. Não se deve usar a mesma esponja por mais de 30 horas seguidas.

O uso da esponja aumenta as chances de infecções urinárias e candidíase vaginal (leia: CANDIDÍASE | Sintomas e tratamento). Se esquecida por mais de 30 horas, a esponja pode provocar um grave quadro de infecção, chamado síndrome do choque tóxico, que pode levar a paciente à morte. Devido ao maior risco de efeitos secundários, a esponja é atualmente o método de barreira menos prescrito pelos ginecologistas.

sábado, 13 de abril de 2013

MULHERES PODEM SER ACOMPANHADAS NO CICLO FADIGA, FALTA DE AUTOESTIMA , DIZ ESPECIALISTA


Estudo confirma: Será que a obesidade Pessoas Slow Down, 

As mulheres podem ser apanhados no ciclo de fadiga, falta de auto-estima, diz especialista
Sexta-feira 5 de abril, 2013
HealthDay News image
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Sexta-feira, 5 abril (HealthDay News) - As mulheres que lutam com final obesidade crônica se envolver em menos e menos rotineira atividade física, mostra nova pesquisa, confirmando o que pode parecer óbvio para alguns.
A equipe de investigação reconheceu que sua observação tão claramente se alinha com a sabedoria convencional de que seria difícil descrevê-la como "a ciência de foguetes". Mas eles dizem que a deles é o primeiro estudo a estabelecer com rigor o que a maioria dos cientistas já presume ser o caso: de que a obesidade de fato tem um impacto negativo sobre os hábitos de um indivíduo de atividade.
"Uma abundância de investigação tem incidido sobre os fatores que aumentam [o risco de] obesidade, devido a muitas doenças crônicas e condições associados", disse o principal autor Jared Tucker, atualmente um epidemiologista sênior no Hospital Helen DeVos infantil em Grand Rapids, Michigan "E com razão."
"No entanto, a inatividade física também é independentemente associada com muitas das mesmas doenças crônicas, incluindo doenças cardiovasculares e diabetes tipo 2", Tucker acrescentou. "Mas nós não costumam pensar sobre os fatores que influenciam os níveis de atividade."
Tucker era um estudante de pós-graduação, quando a pesquisa, relatada online recentemente na revista Obesity , foi conduzido.
"Nosso estudo sugere que a obesidade provavelmente aumenta o risco de redução dos níveis de atividade física em mulheres", disse Tucker. "Portanto, parece que a inatividade física e obesidade pode estar envolvido em um loop de feedback, em que os níveis mais baixos de atividade levar ao ganho de peso, o que leva a baixos níveis de atividade."
Para explorar como a obesidade pode diminuir os níveis de atividade entre as mulheres, os autores focados em mais de 250 mulheres de meia idade que vivem na região Oeste da montanha dos Estados Unidos. Cerca de metade dos participantes foram diagnosticados como obesos.
Ao invés de perguntar as mulheres se auto-denunciar suas rotinas de atividade - um método de estudo que pode minar a confiança - a equipe anexados cinto carentes de acelerômetros para todos os participantes do estudo. O pequeno dispositivo que medidas de acelerações e intensidades diferentes. Durante uma semana, todas as mulheres foram orientados a usar as tiras durante o dia todo, exceto quando exposto à água, como durante o banho.
Em média, as mulheres usavam as tiras de cerca de 14 horas fora do período de 15 horas durante o dia (definido como sete horas - dez horas). Isto permitiu à equipa para avaliar o tempo total gasto envolvido em luz diariamente, moderada ou vigorosa atividade física.
Avaliações de composição corporal foram realizadas pouco antes do monitoramento acelerômetro começou e novamente após 20 meses. Por sua vez, depois de 20 meses de re-avaliação, as mulheres foram novamente convidados a usar os acelerômetros para mais uma semana de monitoramento da atividade.
O resultado: Entre os participantes obesos, a atividade física foi encontrada a cair por 8 por cento do total ao longo do período de estudo de 20 meses. Este foi equivalente a uma perda de 28 minutos ativos por semana, disseram os pesquisadores.
Mulheres não obesas, por outro lado, não apresentaram queda de suas rotinas de actividade física.
"Esta descoberta", disse Tucker, "realça a importância de manter um estilo de vida activo e um peso saudável, a fim de evitar o início do ciclo potencial de riscos crescentes."
Lona Sandon, um nutricionista e professor assistente de nutrição clínica da Universidade do Sudoeste do Texas, em Dallas, disse que a crueldade deste ciclo significa que este é muitas vezes mais fácil dizer do que fazer.
"O que sabemos é que a obesidade está claramente relacionada com um comportamento mais sedentário," Sandon disse. "Mas é que eles se movimentam menos e se tornarem obesos, ou porque são obesos que eles se movem menos?"
Sandon disse que há muitas razões uma mulher obesa deixaria de ser ativo.
"Certamente, quando você se tornar obeso é apenas mais difícil de mover seu corpo, e você se torna prolixo ou facilmente fatigado com a atividade muito pouco", disse ela. "S você simplesmente evitá-lo por essa razão."
Questões psicológicas também entram em jogo, Sandon disse.
"Ser obeso fica amarrado a emoção e imagem corporal. Você não quer que as pessoas te observando. Você não se sente confortável em ir para um ginásio ou uma aula de fitness, porque as pessoas podem estar olhando", disse ela. "A baixa auto-estima, imagem corporal pobre e depressão também, muitas vezes, ir junto com a obesidade. Há uma falta de confiança de que eles podem perder o peso, e que, na tentativa de fazê-lo eles simplesmente chamar a atenção indesejada para si mesmos."
O ciclo da obesidade e da inatividade "é uma situação muito complicada e difícil", disse Sandon.
FONTES: Jared Tucker, Ph.D., epidemiologista sênior, Hospital Helen DeVos infantil, Grand Rapids, Michigan; Lona Sandon, RD, professor assistente de nutrição clínica da Universidade do Sudoeste do Texas, Dallas, 20 de marco de 2013, obesidade , online
HealthDay
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COMO EXPECTORAR CATARRO


Como expectorar catarro

abril 13, 2013 Nenhum comentário »
Como expectorar catarro
Nada mais incomodo do que aquela tosse chata com catarro. Este mal aparece frequentemente em adultos e crianças, especialmente após um longo período de gripe.
O interior do nariz é revestido por uma mucosa que fabrica uma substância transparente formada por proteínas, água e restos celulares. Esta substância é chamada muco e possui a função de impedir a entrada de microorganismos presentes no ar nas vias aéreas. Quando estamos gripados algumas partículas entram pelo nosso nariz e pode chegar até os pulmões. Para evitar que isso aconteça os brônquios produzem um muco mais consistente, que é o catarro. Os cílios presentes nas células das vias nasais empurram o catarro para a garganta.
Eliminar o catarro naturalmente pode demorar muito tempo, além de ser prejudicial para a saúde. Há medicações de farmácia que eliminam em algum tempo o catarro. Porém, as medicações de farmácia possuem componentes químicos, podendo causar alergias e prejudicando a saúde. Com uma receita caseira fitoterápica, ou seja, utilizando ingredientes naturais, é possível expectorar o catarro com eficiência, segurança e rapidez.
3483781370 71674763e9 Como expectorar catarroesparta/Flickr
Para eliminar catarro em casa produzindo um xarope com ingredientes naturais não é preciso ter experiência em culinária, qualquer iniciante pode fazer.
Porem, caso o catarro não desapareça por completo em um período de 15 dias um médico deve ser consultado.

Ingredientes

  • 15 folhas de guaco bem lavadas e cortadas em tiras,
  • Um copo de açúcar,
  • 2 copos de água,
  • Meio limão cortado em rodelas com casca e sem o miolo (parte interna branca),
  • 1/5 xícara de mel,
  • Uma panela média,
  • Uma colher de pau,
  • Uma peneira média,
  • Um frasco com tampa para armazenar,
  • Um fogão,
  • 3 dentes de alho inteiros.

Como Fazer

  1. Adicionar o açúcar na panela e levar em fogo baixo;
  2. Dourar o açúcar e adicionar as folhas de guaco, a água, o limão e os dentes de alho;
  3. Mexer tudo com a colher de pau e deixar ferver por cerca de 15 minutos até cozinhar bem e estiver em consistência cremosa leve;
  4. Adicionar o mel e mexer bem;
  5. Desligue o fogo e deixe o xarope esfriar em temperatura ambiente;
  6. Peneirar o xarope e guardar em um recipiente com tampa.
3159065615 cb320bf7b2 Como expectorar catarrofaboski/Flickr

Dicas

  • Para potencializar o efeito do xarope, ferver meio gengibre junto na mistura.
  • Durante o uso do xarope é preciso tomar alguns cuidados para evitar que o corpo entre em contato com choques térmicos e friagens.
  • Não ingerir o xarope gelado.
  • É preciso tomar diariamente meia xícara de café de xarope a cada 6 horas.
  • Não deve ingerir este xarope pessoas que tenham diabetes, pois, possui açúcar em sua constituição.
  • Este xarope fitoterápico é uma receita antiga e realmente funciona. Eficiente contra o catarro, o xarope de guaco ingerido corretamente colabora na expectoração do catarro, eliminando-o em alguns dias.
  • O xarope de guaco é feito em cerca de 30 minutos, prático, econômico e feito com ingredientes 100% naturais que não causam dano algum para a saúde.
Em caso de tosse ou gripe forte com catarro não perca tempo e prepare já para você ou sua família! Boa Sorte!!
(imagem destaque:anieto2k/Flickr)

COMO CUIDAR DE UNHAS INFLAMADAS


Como cuidar de unhas inflamadas

dezembro 15, 2012 Nenhum comentário »
Como cuidar de unhas inflamadas
Todos nós gostamos de nos sentir saudáveis. Nada pior que saber que você está sem poder calçar aquele seu sapato preferido, por causa de uma unha inflamada. Além disso, unha inflamada é também sinônimo de intensa dor e desconforto.
Os principais tipos de inflamação das unhas são:
  • Unhas encravadas. Costuma ser o problema mais comum de todas as doenças de unha, atingindo muito mais as mulheres do que os homens. É muito dolorosa devido a inflamação, e normalmente atinge o dedão do pé. O corte incorreto das unhas e sapatos muito apertados são os principais fatores que ocasionam a unha encravada;
    unha1 Como cuidar de unhas inflamadas
    Via Flickr
  • Infecções por vírus, também conhecidas como infecções fúngicas. São aquelas infecções provocadas por fungos (leveduras, dermatófitos, etc). Normalmente essas infecções não resultam sintomas, porém, depois de um tempo, a infecção se mostra com coloração amarela, e a região fica grossa. Se não for tratada, a infecção pode levar a destruição da unha;
  • Outras infecções. Existem também outras infecções, principalmente aquelas causadas por bactérias. Devido à baixa competência sistema imunológico, alguns tipos específicos de bactéria não são devidamente combatidos pelo seu corpo, causando por exemplo, furúnculos nas regiões próximas da unha.
De forma geral, a prevenção é sempre o melhor remédio, então siga as dicas abaixo:
  • A fazer a unha, nunca retire toda a cutícula, pois ela é uma barreira natural das nossas unhas que  protegem contra germes, bactérias, vírus e fungos em geral;
  • Mantenha as unhas higienizados;
  • Corte as unhas apenas em formato quadrado;
  • Não use sapatos apertados;
  • Use esmalte terapêutico com frequência.
    unha2 Como cuidar de unhas inflamadas
    Via Flickr
Caso as suas unhas já estejam inflamadas, o melhor a se fazer é:
  • Procure saber qual é o tipo de inflamação das suas unhas (se é unha encravada, se é micose ou outras infecções por fungos ou basctérias);
  • Não use esmalte nas unhas que apresentam inflamação;
  • O profissional de saúde especializado para tratar esse tipo de situação, é o pedólogo. Porém, você pode consultar um clínico geral ou até mesmo um dermatologista para melhor avaliar o caso;
  • Evite cutucar a unha inflamada.
    unha3 Como cuidar de unhas inflamadas
    Via Flickr
Siga as dicas e nunca se esqueça de que quando começarem a aparecer os sintomas de unha encravada, um profissional deve ser consultado. Boa Sorte!

terça-feira, 9 de abril de 2013

DICA DE SAÚDE = GELO EM UM ENTORSE NO TORNOZELO


Dica de saúde: GELO num entorse no tornozelo

Técnicas legais para aliviar a dor e inchaço
Por Diana Kohnle
Quinta - feira, 4 de abril, 2013
(HealthDay News) - Quando você torcer o tornozelo, aplicação de gelo pode ajudar a aliviar a dor, inchaço e rigidez associadas com a lesão.
A Academia Americana de Médicos de Família oferece estas sugestões para ajudá-lo de gelo no tornozelo:
  • Para os três primeiros dias após torcer o tornozelo, aplicar um tratamento de gelo (um banho de lama, gelo ou massagem com gelo) a cada duas a quatro horas.
  • Para usar um tratamento de gelo, parcialmente encher um saco plástico com gelo picado e coloque-o em seu tornozelo acostumado, certificando-se primeiro aplicar um pano fino e molhado para a pele debaixo do bloco de gelo. Use uma bandagem elástica para segurar o pacote no lugar.
  • Mergulhe o seu tornozelo em um banho de gelo, preenchendo um grande balde com gelo e água, submergindo o pé eo tornozelo e imersão até que a área está dormente.
  • Para dar uma massagem com gelo, congelar a água em copos pequenos de isopor e arrancar a parte superior do copo. Segurando o final ainda envolto no copo, esfregue suavemente o gelo em círculos sobre a área lesada, sem ficar em um lugar por mais de 30 segundos.
  • Nunca aplique gelo para seu tornozelo por mais de 20 minutos a uma hora.
HealthDay
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Composto em carne vermelha, bebidas energéticas pode ter ligação Doenças do Coração Bactérias intestinais quebrar carnitina em outra substância que os navios danos sangue, diz estudo Por Robert Preidt


Composto em carne vermelha, bebidas energéticas pode ter ligação Doenças do Coração

Bactérias intestinais quebrar carnitina em outra substância que os navios danos sangue, diz estudo
Por Robert Preidt
Segunda - feira, 8 de abril, 2013
HealthDay News image
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Domingo, 7 de abril (HealthDay News) - Um composto encontrado na carne vermelha e adicionado como um suplemento para bebidas energéticas populares promove endurecimento e entupimento das artérias, também conhecido como aterosclerose, sugere um novo estudo.
Os investigadores afirmam que as bactérias no tracto digestivo converter o composto, chamado carnitina, em trimetilamina-N-óxido (TMAO). Uma pesquisa anterior da mesma equipe de pesquisadores da Clínica Cleveland descobriram que TMAO promove aterosclerose em pessoas.
E havia uma torção outro: O estudo também mostrou que uma dieta rica em carnitina encoraja o crescimento das bactérias que metabolizam o composto, conduzindo a uma maior produção mesmo TMAO.
"O [tipo de] bactérias que vivem em nossos tratos digestivos são ditadas pelos nossos padrões de longo prazo da dieta. Uma dieta rica em carnitina realmente muda a nossa composição microbiana do intestino para aqueles que gostam de carnitina, tornando comedores de carne ainda mais suscetíveis à formação de TMAO e sua entopem as artérias efeitos ", líder do estudo Dr. Stanley Hazen, diretor de cardiologia preventiva e de reabilitação no coração Cleveland Clinic e Instituto Vascular, disse em um comunicado de imprensa da clínica.
Equipe de Hazen olhou para cerca de 2.600 pacientes submetidos a avaliações cardíacas. Os pesquisadores descobriram que os níveis de carnitina consistentemente elevados foram associados com um risco aumentado de doença cardíaca, ataque cardíaco, AVC e morte relacionada ao coração.
Eles também descobriram que níveis TMAO eram muito menor entre vegetarianos e vegans do que entre pessoas com dietas sem restrições (onívoros). Os vegetarianos não comem carne, enquanto os vegans não comem qualquer produto de origem animal, incluindo ovos e laticínios.
Mesmo depois de consumir uma grande quantidade de carnitina, vegans e vegetarianos não produziram níveis significativos de TMAO, enquanto onívoros fez, de acordo com o estudo publicado na edição atual da revista Nature Medicine .
Embora o novo estudo não poderia provar qualquer relação de causa e efeito entre a carnitina e danos ao coração, as descobertas podem fornecer uma nova compreensão dos benefícios da vegan e dietas vegetarianas, disseram os pesquisadores.
"Vegans e vegetarianos têm uma capacidade reduzida significativamente para sintetizar TMAO de carnitina, o que pode explicar os benefícios para a saúde cardiovascular dessas dietas", disse Hazen, que também é vice-presidente de investigação de translação para a clínica de Lerner Research Institute.
Dois especialistas em doenças cardíacas disse que o estudo rende-se importantes novos insights.
Segundo o Dr. Robert Rosenson, parece que os maus hábitos alimentares podem aumentar os níveis de TMAO e "aumentar a capacidade do colesterol a entrar em nossas artérias e interferir com a capacidade do nosso corpo para eliminar esse excesso de colesterol." Rosenson, diretor de doenças cardiometabólicas na Escola Icahn de Medicina Mount Sinai, em Nova York, disse que o estudo "lança novas e importantes informações sobre a associação entre a aterosclerose, dieta e eventos cardiovasculares."
Outro especialista apontou o dedo especificamente a carne vermelha e bebidas energéticas.
"A maioria dos americanos ter ouvido o famoso ditado" você é o que você come ", disse o Dr. Tara Narula, diretor associado do Centro de Tratamento Cardíaco do Hospital Lenox Hill, de Nova York. "Esta frase pode ser mais verdadeiro e diferente do que poderíamos ter imaginado."
O novo estudo "traz a consciência de que muitos suplementos", como bebidas energéticas pode ter as mesmas [navio-prejudicial] compostos como carne vermelha ", disse ela. "As bebidas energéticas não podem ser inofensivos e podem ter efeitos colaterais invisíveis que os consumidores devem reconhecer."
Quanto à carne bovina, suína e similares, Narula disse que a "mensagem de take-away real é o reforço das recomendações atuais de que uma dieta saudável para o coração deve ter pouco ou nenhum consumo de carne vermelha."
FONTES: Robert S. Rosenson, MD, diretor, distúrbios cardiometabólico e professor de medicina, Icahn Faculdade de Medicina Mount Sinai, em Nova York; Tara Narula, MD, diretor associado, unidade de cuidados cardíacos, Lenox Hill Hospital, em Nova York; Cleveland Clinic, a notícia de lançamento, 07 de abril de 2013
HealthDay
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segunda-feira, 8 de abril de 2013

COMO TOMAR O ANTICONCEPCIONAL

Posted: 07 Apr 2013 06:50 PM PDT
A pílula anticoncepcional, também chamada de contraceptivo oral ou anticoncepcional oral, é um método de controle de natalidade existente no mercado desde a década de 1960. Se tomada de forma correta, a pílula anticoncepcional tem uma taxa de falha de apenas 0,1%. Porém, na vida real, por erros na forma de tomar o medicamento, cerca de 9% das mulheres que usam pílula acabam engravidando, principalmente no primeiro ano de uso do anticoncepcional.

Portanto, para que a pílula anticoncepcional seja um método contraceptivo confiável é preciso que as mulheres saibam perfeitamente como usá-la e tenham disciplina para tomá-la corretamente, sem falhas.

Neste artigo vamos explicar a forma correta de tomar as principais pílulas anticoncepcionais do mercado, abordando os seguintes pontos:
  • O que é uma pílula anticoncepcional.
  • Como tomar a pílula anticoncepcional.
  • Como tomar o anticoncepcional pela primeira vez.
  • O que fazer quando se esquecer de tomar a pílula anticoncepcional.
  • Dúvidas comuns sobre a pílula anticoncepcional.

O que é a pílula anticoncepcional


Existem no mercado vários tipos de pílula anticoncepcional. As mais comuns são os chamados anticoncepcionais orais combinados, que são pílulas compostas por dois hormônios femininos:
  • Estrogênio: na imensa maioria dos casos o estrogênio sintético usado é o Etinil estradiol.
  • Progestina: nome que se dá à forma sintética da progesterona. Há vários tipos no mercado, como Levonorgestrel, Ciproterona, Noretisterona, Desogestrel, Drospirenona, Linestrenol, entre outros.
Os anticoncepcionais orais combinados são, em geral, uma combinação de Etinil estradiol com uma das progestinas citadas acima. Exemplos de marcas de anticoncepcionais orais combinados:

- Yaz®.
- Minesse®.
- Yasmin®.
- Diane®.
- Marvelon®.
- Mercilon®.
- Selene®.

Há também pilulas compostas apenas por progestina (sem estrogênio) conhecidas como minipílula. Exemplos de minipílula no mercado:

- Cerazette®.
- Micronor®.
- Minipil®.
- Nortrel®.

O efeito contraceptivo da pílula anticoncepcional ocorre de várias formas. O principal se dá através da interferência no ciclo menstrual, impedindo que a mulher tenha as variações hormonais naturais que estimulam a ovulação. Mas os hormônios da pílula também provocam outros efeitos, como tornar o muco produzido pelo colo do útero mais espesso, tornando-o impermeável aos espermatozoides, diminuir a motilidade da trompas e tornar o útero um meio inóspito para a implantação de um óvulo fecundando.

Para que a pílula funcione sem risco de falhas, ela precisa ser tomada diariamente, pois mesmo uma breve alteração nos níveis de estrogênio e progesterona pode ser suficiente para que o ovário seja estimulado a ovular.

Se você quiser saber mais detalhes sobre o ciclo menstrual, leia:
-  CICLO MENSTRUAL | PERÍODO FÉRTIL
-  PERÍODO FÉRTIL PARA ENGRAVIDAR

Como tomar a pílula anticoncepcional


Existem algumas formas diferentes de tomar a pílula anticoncepcional. A escolha do melhor método é feita pelo ginecologista de forma a se adaptar melhor ao histórico clínico e às atividades de vida de cada mulher. Vou tentar explicar as formas mais comuns de se tomar a pílula, mas é importante que a despeito das orientações fornecidas aqui, você siga as orientações do médico e da bula do medicamento.

Pílulas combinadas - estrogênio e progestina

O ciclo menstrual de quem toma pílula é de 28 dias. Na maioria dos casos, em cada ciclo, as mulheres tomam a pílula durante 21 dias seguidos e fazem uma pausa por 7 dias. Durante a pausa, como cessam-se os hormônios, a menstruação costuma descer. A pausa deve ser sempre de 7 dias, independente do tempo de duração da menstruação. Mesmo que a mulher ainda esteja menstruada, a pílula deve ser recomeçada invariavelmente no oitavo dia. Da mesma forma, se a menstruação for bem curta e já tiver desaparecido no terceiro dia, a pausa permanece de 7 dias.
Pílula anticoncepcional

A maioria das pílulas anticoncepcionais vem em caixas com 21 comprimidos, mas há marcas com 28 comprimidos, sendo os últimos 7 compostos apenas por açúcar ou qualquer outra substância inócua. As caixas com 28 comprimidos servem para que a mulher não tenha que todo mês ficar contanto 7 dias sem tomar a pílula. Deste modo, ela pode emendar uma caixa na outra sem maiores preocupações.

Alguns anticoncepcionais têm um período de pausa diferente, como é o caso do Yaz®, cuja pausa é de apenas 4 dias. Neste caso, a mulher toma a pílula por 24 dias e pausa por 4 dias.

Existem também outra duas formas de tomar a pílula anticoncepcional: regime contínuo e regime estendido. No regime continuo, a mulher toma pílulas com hormônios de forma ininterrupta. Todas as pilulas da caixa têm hormônios e a mulher não menstrua nunca. No regime estendido, a mulher toma pílulas durante 84 dias seguidos e depois faz uma pausa de 7 dias. Deste modo, a menstruação só uma vez a cada 3 meses.

Pílulas de progestina - minipílula 

A minipílula, uma forma de pílula anticoncepcional que contém apenas progestina, costuma vir em caixas com 35 comprimidos. Esta forma de pílula deve ser usada todos os dias, ininterruptamente. Não há pausas.

A minipílula tem doses muito mais baixas de hormônios, por isso deve ser tomada diariamente sempre na mesma hora. Basta um atraso de mais de 3 horas para que a eficácia contraceptiva fique prejudicada.

Como o uso da minipílula é contínuo, a mulher não costuma menstruar. Porém, dada a baixa dose de hormônios, alguns sangramentos de escape podem eventualmente ocorrer. Todavia, se os escapes de sangue forem muito frequentes, procure orientações do seu ginecologista, pois a pílula pode não estar funcionando adequadamente.

Como tomar a pílula anticoncepcional pela primeira vez


Pílulas combinadas - estrogênio e progestina

Mulheres que vão iniciar a pílula pela primeira vez na vida, ou que vão reiniciar o uso a após alguns meses ou anos de pausa, costumam ser orientadas a começar a caixa no primeiro dia da menstruação. Esta forma de iniciar o anticoncepcional é a mais eficaz e garante segurança contraceptiva imediata, não havendo necessidade de usar camisinha durante os primeiros dias de uso, já que a proteção contra a gravidez ocorre desde o primeiro comprimido.

Na verdade, a pílula pode ser iniciada em qualquer momento do ciclo. Porém, esta forma de iniciar apresenta a desvantagem de não conferir proteção imediatamente. A paciente só vai estar plenamente protegida contra a gravidez após 7 dias de uso da pílula. Se a paciente tem risco de estar grávida, este modo de início também não é o mais adequado. Se há esta suspeita, é melhor esperar pela menstruação antes de iniciar a pílula (os testes de gravidez só ficam positivos após pelo menos 1 ou 2 dias de atraso menstrual - leia: TESTE DE GRAVIDEZ DE FARMÁCIA).

Uma vez iniciada a pílula, a mulher deve tomá-la conforme foi-lhe prescrita, sejam 21 dias contínuos e pausa de 7 dias, 24 dias contínuos e pausa de 4 dias ou uso contínuo sem pausas.

Não se deve trocar de marcas de um ciclo para o outro. Por exemplo, não adianta comprar Diane® num mês e no seguinte trocar para Yasmin®. Não é a forma correta de tomar a pílula.

Pílulas de progestina - minipílula

A minipílula pode ser iniciada em qualquer momento do ciclo, mas nos primeiros 7 dias não há garantias de que ela previna uma gravidez. Após 7 dias de uso correto, a mulher já pode ter relações sem preservativos sem haver risco de engravidar.

Assim como a pílula combinada, se a minipílula for iniciada no primeiro dia do ciclo, ou seja, no primeiro dia da menstruação, a sua ação contraceptiva é imediata, não havendo necessidade de uso de outro método anticoncepcional desde o primeiro comprimido.

O que fazer se esquecer a hora de tomar a pílula anticoncepcional


Pílulas combinadas - estrogênio e progestina

No casos dos anticoncepcionais orais combinados, a pílula não precisa ser tomada exatamente na mesma hora todo dia. Porém, não é bom atrasar a toma por mais de 12 horas. Se você tomou uma pilula às 9h, o ideal é que no dia seguinte não a tome depois das 21h.

Se o atraso for maior que 12 horas, tome a pílula assim que se lembrar, mas mantenha o horário da próxima inalterado, mesmo que isso signifique tomar duas pílulas no mesmo dia. Por exemplo, você deveria ter tomado a pílula às 19h, mas sé se lembrou no dia seguinte de manhã, às 9h. Neste caso, tome uma pílula às 9h e outra normalmente às 19h. Atrasos de apenas 1 comprimido (1 dia) não costumam causar falhas no efeito da pílula, principalmente se a mulher já estiver fazendo uso do anticoncepcional há algum tempo.

O perigo de falha é alto se a mulher esquecer de tomar 2 ou mais pílulas seguidas (mais de 48 horas de atraso), principalmente se for nos primeiros dias do ciclo. Neste caso, entre em contato com o seu ginecologista para receber orientações. Em geral, ele irá lhe sugerir a seguinte conduta:

1- Se ainda faltarem 7 ou mais comprimidos na cartela, interrompa o uso da pílula, faça uma pausa de 7 dias e então recomece com uma nova cartela.
2- Se faltarem menos de 7 comprimidos na cartela, despreze esta cartela e comece uma nova, sem fazer a pausa de 7 dias neste ciclo.

Se for ter relações sexuais, use camisinha até ter pelo menos 7 dias seguidos de uso da nova cartela.

Se você tiver tido relações sexuais durante este período de 2 ou mais dias de esquecimento, faça uso da contracepção de emergência, conhecida popularmente como pílula do dia seguinte (leia: PÍLULA DO DIA SEGUINTE | Contracepção de emergência).

Pílulas de progestina - minipílula

Como a minipílula possui quantidades muito menores de hormônios, o conceito de atraso é bem mais rigoroso. A minipílula deve ser tomada sempre na mesma hora do dia. Um simples atraso demais de 3 horas é suficiente para a pílula perder o efeito. Caso você perca a hora, tome a minipílula assim que se lembrar, mantendo a dose seguinte no horário habitual, mesmo que isso signifique tomar 2 comprimidos no mesmo dia. Nos próximos 2 dias, toda relação sexual deve ser feita com preservativos, pois não há garantias de que o anticoncepcional esteja funcionando neste período.

Já há no mercado minipílulas, como o Cerazette®, cujo atraso nas tomadas pode ser de até 12 horas. Se houver atrasos maiores que 12 horas na ingestão do comprimido, tome a minipílula assim que se lembrar, mantendo a dose seguinte no horário habitual, mesmo que isso signifique tomar 2 comprimidos no mesmo dia. Da mesma forma, durante os próximos 2 dias, toda relação sexual deve ser feita com preservativos, para evitar uma gravidez não desejada.

Dúvidas comuns sobre como tomar o anticoncepcional oral


No caso da pilula combinada de 21 ou 24 dias, se eu tiver relações desprotegidas durante a pausa posso engravidar?

Não, mesmo nos 7 ou 4 dias de pausa programada, o anticoncepcional continua agindo normalmente. Só há risco de falha se a pílula não estiver sendo tomada de forma correta.

Qual é a pílula mais eficaz, a minipílula ou a pílula combinada?


Se tomadas de forma correta, ambas têm eficácia acima de 99%. Porém, como o intervalo de tolerância da minipílula é bem mais curto, na prática, vemos as mulheres tomando a minipílula de forma errada com mais frequência e, consequentemente, tendo mais gravidezes indesejadas.

Posso tomar antibióticos durante o uso da pílula?

Sim, isto é um mito. Excetuando-se a rifampicina, que realmente corta o efeito do anticoncepcional, nenhum estudo conseguiu comprovar que outros antibiótico trazem riscos de falha da pílula. Para saber mais, leia:ANTICONCEPCIONAIS | Interações com outros medicamentos.

Tomo a pílula combinada de 21 dias e por motivos pessoais quero neste mês atrasar minha menstruação por alguns dias. Posso continuar a tomar a pílula sem fazer o intervalo de 7 dias, de forma a não menstruar?

Não. Estas pílulas são feitas para serem usadas com pausas. Você estará tomando hormônios a mais e não há garantias de que a menstruação não venha de qualquer forma. Há pílulas no mercado que podem ser usadas continuamente, sem que haja pausa para menstruação. Converse com o seu ginecologista para encontrar um anticoncepcional oral que melhor se adapta ao seu estilo de vida.

Tomar a pílula durante muitos anos faz mal? É melhor suspender a pílula de tempos em tempos para descansar os ovários?

Não. Não há nenhuma vantagem em suspender a pílula temporariamente por alguns meses após anos de uso.

Tomei a pílula anticoncepcional e vomitei logo depois. Devo tomá-la novamente neste dia?

Se a pílula tiver sido tomada há menos de 2 horas, é possível que ela tenha saído no vômito. Neste caso, a mulher deve tomar um novo comprimido, sim. No dia seguinte, o próximo comprimido deve ser tomado na hora habitual. Se o episódio de vômito ocorreu mais de 2 ou 3 horas após a ingestão da pílula, não é preciso repetir a dose. obs: diarreias, a não ser em casos muito agressivos, não interferem na eficácia da pílula.

Por distração tomei a pílula duas vezes no mesmo dia. O que fazer?

Não faça nada. Continue a tomar a pílula da mesma forma no dia seguinte.  Não é preciso pular um dia para compensar.

Posso tomar anticoncepcionais orais durante a amamentação?

Em geral, a mulher não ovula durante o período de aleitamento. Se a mãe quiser ter uma maior segurança, e não está disposta a usar preservativos, o ideal é usar a minipílula, que não possui efeitos sobre a produção de leite.

Existe uma idade mínima para começar a tomar a pílula?

Não. A partir do momento que a adolescente tenha tido sua primeira menstruação, ela pode engravidar. Portanto, toda adolescente com vida sexual ativa pode usar anticoncepcionais, sem risco de atrapalhar o crescimento ou causar redução da fertilidade no futuro.
Posted: 07 Apr 2013 06:52 PM PDT
O anticoncepcional oral, popularmente conhecido como pílula anticoncepcional, é um método de controle de natalidade muito difundido, usado em larga escala pela população feminina há várias décadas. Se usado corretamente, sua taxa de sucesso chega aos 99,9%. Porém, infelizmente, na vida real quase 8% das mulheres que usam anticoncepcionais acabam engravidando, devido a erros no modo de tomar o medicamento.

Além da forma correta de tomar o anticoncepcional, é importante ter em mente que algumas drogas interagem com a pílula, modificando seus efeitos e sua eficácia.

Há muitos mitos e muita confusão em relação à interação dos anticoncepcionais com alimentos e medicamentos. Neste artigo vamos abordar os riscos do uso das seguintes combinações:
  • Anticoncepcionais e antibióticos.
  • Anticoncepcionais x álcool.
  • Anticoncepcionais x anticonvulsivantes.
  • Anticoncepcionais x anti-hipertensivos.
  • Anticoncepcionais e Erva de São João.
Não deixe de ler também informações sobre como usar corretamente a pílula anticoncepcional: COMO TOMAR O ANTICONCEPCIONAL

    Interação entre anticoncepcionais e antibióticos


    Há muitos mitos e pouca comprovação científica sobre a interação de antibióticos com a pílula anticoncepcional.

    Os únicos antibióticos que realmente cortam o efeito da pílula são a Rifampicina e o seu derivado rifabutina, drogas usadas habitualmente contra a tuberculose, hanseníase (lepra) e na profilaxia da meningite. A rifampicina reduz os níveis sanguíneos de Etinil estradiol e progestina, as formas sintéticas de estrogênio e progesterona presentes nos anticoncepcionais, fazendo com a eficácia da pílula fique reduzida. Mulheres que precisam usar esta droga devem escolher um método contraceptivo não hormonal, como preservativos.

    Interação com anticoncepcionais
     Anticoncepcionais
    Em relação às outras classes de antibióticos NÃO há comprovação científica de que qualquer um deles possa ter efeitos na eficácia da pílula.

    Até alguns anos atrás, recomendava-se cautela na associação de anticoncepcionais e antibióticos, como as tetraciclinas, metronidazol e os derivados da penicilina, como amoxicilina e cefalosporinas, pois havia relatos esporádicos de anulação do efeito da pílula por esses antibióticos. Todavia, estudos mais recentes não conseguiram comprovar esta relação. Por isso, atualmente, não se recomenda nenhum tipo de cuidado para as mulheres que usam antibióticos e anticoncepcionais (exceto, claro, no caso da rifampicina).

    Portanto, a difundida ideia de que antibióticos cortam o efeito dos anticoncepcionais é falsa na imensa maioria dos casos.

    Leia também: ANTIBIÓTICOS | Tipos, resistência e indicações.

    Interação entre anticoncepcionais e álcool


    O consumo regular de álcool (etanol) causa aumento dos níveis de estradiol, podendo potencializar os efeitos colaterais a longo prazo dos anticoncepcionais, como tromboses e neoplasia de mama. A taxa de metabolização do álcool também fica reduzida em quem toma esses hormônios, fazendo com que o mesmo circule no sangue por mais tempo.

    Interação entre anticoncepcionais e anticonvulsivantes


    Drogas usadas no tratamento da epilepsia e da convulsão podem diminuir os efeitos dos anticoncepcionais. Entre eles, podemos citar:

    - Fenitoína.
    - Fenobarbital.
    - Carbamazepina.
    - Primidona.
    - Topiramato.
    - Oxcarbazepina.

    Felizmente, existem outras classes de anticonvulsivantes que podem ser usadas juntos com os anticoncepcionais orais sem risco de interação. São eles:

    - Gabapentina.
    - Lamotrigina.
    - Levetiracetam.
    - Tiagabina.

    Leia também: EPILEPSIA | CRISE CONVULSIVA | Sintomas e tratamento.

    Interação entre anticoncepcionais e anti-hipertensivos


    Não existem problemas maiores nesta associação, pois os anti-hipertensivos não cortam os efeitos da pílula.

    Os pacientes que usam o diurético espironolactona ou os anti-hipertensivos da classe dos inibidores da ECA, como ramipril, enalapril e lisinopril, podem apresentar uma taxa um pouco maior de potássio no sangue. Em geral, uma correção da dose dos medicamentos é suficiente para controlar esta alteração.

    Leia também: TRATAMENTO DA HIPERTENSÃO | Captopril, Enalapril, Losartan...

    Interação entre anticoncepcionais e Erva de São João


    A Erva de São João é um medicamento natural usado para depressão (ainda sem eficácia clínica comprovada), que não deve ser usado junto com a pílula, pois reduz a eficácia dos anticoncepcionais.

    Outras interações dos anticoncepcionais


    Não há evidências de que o Orlistat (Xenical®) diminua o efeitos dos anticoncepcionais.

    O antifúngico Fluconazol não interfere na eficácia da pílula, mas ele aumenta os níveis sanguíneos de estrogênio quando usado junto com anticoncepcionais orais.

    A associação de anticoncepcionais com o anticoagulante Varfarina deve ser feita com cuidado, pois a pílula diminui o efeito desta droga (leia: VARFARINA (Marevan,Varfine, Coumadin) | Controle do INR.

    Corticoides, como a prednisona e a prednisola, podem ter seus efeitos colaterais potencializados pela associação com a pílula anticoncepcional (leia: PREDNISONA E CORTICOIDES | efeitos colaterais).

    Antirretrovirais usados no tratamento da aids, como Nelfinavir, Nevirapine, Ritonavir, podem cortar a eficácia dos anticoncepcionais. Em geral, porém, paciente portadores do HIV não devem ter relações sexuais sem o uso de preservativos, o que de certo modo atenua o risco de gravidez por falha da pílula.