terça-feira, 8 de janeiro de 2013

PARA DOAR SANGUE/NFORMAÇÕES PARA DOADORES

PARA DOAR SANGUE | informações para doadores

Autor do texto: Pedro Pinheiro - 7 de janeiro de 2013 | 00:12



Em todos os hospitais do mundo, diariamente, são realizadas transfusões sanguíneas. A transfusão de sangue é um procedimento médico realizado para salvar vidas e para tratar doentes em estado grave.

Não existe sangue artificial, nem outra substância que possa substituí-lo, portanto, para que haja transfusão, é preciso que haja doação. A doação de sangue é um ato voluntário de generosidade ainda pouco difundido na população. Estima-se que apenas 1 a cada 30 pessoas seja doadora, uma proporção muito pequena, ainda mais quando se sabe que 1 a cada 3 indivíduos, eventualmente, necessitará de uma transfusão de algum componente do sangue ao longo de sua vida.

DOAÇÃO DE SANGUE

Doar sangueO ato de doar sangue deve ser sempre voluntário, porém, nem todos os candidatos estão aptos para serem doadores, o que só aumenta a necessidade de um volume maior de candidatos.

Os requisitos básicos para doar sangue são:

- Estar bem de saúde.
- Ter mais de 18 e menos de 60 anos (acima de 60 e entre 16 e 18 anos há critérios especiais).
- Pesar mais que 50 kg.
- Homens não podem doar sangue 2 vezes em um espaço menor que 60 dias, respeitando o limite máximo de 4 doações por ano.
- Mulheres não podem doar sangue 2 vezes em um espaço menor que 90 dias, respeitando o limite máximo de 3 doações por ano. 
- Mulheres não podem estar grávidas, nem amamentando.
- Mulheres não podem ter tido um aborto ou parto há menos de 3 meses.

Se você se enquadra nestes requisitos, já pode se candidatar (ou recandidatar) à doação. Para que o procedimento não traga riscos nem ao doador, nem ao receptor do sangue, algumas outras condições devem ser respeitadas.

Portanto, não podem doar sangue:

- Diabéticos insulinodependentes (leia: DIABETES MELLITUS | DIAGNÓSTICO E SINTOMAS).
- Pessoas que têm ou tiveram sífilis (leia: SÍFILIS | SINTOMAS E TRATAMENTO).
- Pessoas que têm ou tiveram hepatite viral após os 10 anos de idade (leia: AS DIFERENÇAS ENTRE AS HEPATITES).
- Pessoas com câncer (leia: CÂNCER (CANCRO) | SINTOMAS E DEFINIÇÕES).
- Portadores do vírus HIV (leia: SINTOMAS DO HIV E AIDS (SIDA)).
- Pessoas com doença pulmonar, como DPOC (leia: DPOC | ENFISEMA E BRONQUITE CRÔNICA).
- Pessoas com insuficiência renal crônica (leia: INSUFICIÊNCIA RENAL CRÔNICA | SINTOMAS).
- Pessoas com passado de tuberculose extrapulmonar (ler: TUBERCULOSE | SINTOMAS E TRATAMENTO).
- Pessoas com antecedentes de AVC (leia: AVC | ACIDENTE VASCULAR CEREBRAL | DERRAME CEREBRAL).
- Portadores do vírus HTLV I ou HTLV II.
- Pessoas que tiveram malária ou que tenham morado em região endêmica nos últimos 6 meses.
- Pessoas com doença de Chagas ou que tenham contato com o inseto barbeiro (leia: DOENÇA DE CHAGAS).
- Portadores de doenças autoimunes (leia: DOENÇA AUTOIMUNE).
- Pessoas que sofrem de epilepsia (leia: EPILEPSIA | CRISE CONVULSIVA).
- Pessoas com doenças psiquiátricas que gerem inimputabilidade jurídica.
- Pessoas com comportamento de risco tais como não usar preservativos em relações sexuais, ter tido mais de dois parceiros sexuais nos últimos 3 meses ou ser usuário de drogas injetáveis.

ATENÇÃO: homossexualidade não é impedimento para doar sangue. Não há motivos científicos para impedir a doação sangue baseado na orientação sexual do indivíduo. Isso é lei:

PORTARIA Nº 1.353, DE 13 DE JUNHO DE 2011 - § 5º A orientação sexual (heterossexualidade, bissexualidade, homossexualidade) não deve ser usada como critério para seleção de doadores de sangue, por não constituir risco em si própria. (http://bvsms.saude.gov.br/bvs/saudelegis/gm/2011/prt1353_13_06_2011.html).

Impedimentos temporários para doação de sangue

Algumas situações impedem a doação apenas temporariamente. Neste caso, o candidato pode será orientado a retornar ao banco de sangue quando já não mais tiver nenhum tipo de impedimento. Abaixo, listo as principais situações que podem impedir a doação de sangue apenas de modo temporário.

- Estar em jejum. O doador deve se alimentar tendo apenas o cuidado para não ingerir comidas muito gordurosas dentro das 4 horas que antecedem a doação.
- Hipertensão não controlada. Para poder doar sangue é preciso que no momento da coleta a pressão arterial esteja abaixo de 180 x 100 mmHg (leia: HIPERTENSÃO (PRESSÃO ALTA) | SINTOMAS E TRATAMENTO)
- Diabetes tipo 2 descontrolado.
- Ter sido tatuado ou colocado piercing há menos de 1 ano (leia: BODY PIERCING | PERIGOS E COMPLICAÇÕES).
- Nova tatuagem há menos de 1 ano.
- Ter realizado sessão de acupuntura sem material descartável há pelo menos 1 ano.
- Atraso menstrual em mulheres em idade fértil.
- Diarreia na última semana.
- Resfriado: somente após estar 1 semana sem sintomas.
- Tuberculose pulmonar nos últimos 5 anos.
- Dengue no último mês (leia: DENGUE | MOSQUITO DA DENGUE | Sintomas e tratamento)
- Ter ingerido bebida alcoólica até 24 horas antes da doação.
- Não ter dormido por pelo menos 6 horas na noite anterior a doação.
- Ter recebido transfusão de sangue há menos de 1 ano.
- Pessoas com doença febril não devem se candidatar a doação de sangue até estarem clinicamente curadas (leia: O QUE SIGNIFICA E POR QUE TEMOS FEBRE ?)
- 90 dias após parto normal e 180 dias após parto cesariano.

Vacinação e doação de sangue (leia: VACINAS - Calendário de vacinação, efeitos colaterais)

Uma das dívidas que surgem mais frequentemente é em relação a vacinações antes da doação. 

a) Vacinas com vírus ou bactérias vivos atenuados

- Pólio Oral (Sabin), Febre Tifoide Oral, Sarampo, Caxumba (Parotidite), Febre amarela, BCG = Intervalo mínimo de 3 semanas para doação de sangue
- Rubéola, Varicela (Catapora), Varíola = Intervalo mínimo de 4 semanas para doação de sangue

b) Vacinas com  vírus ou bactérias mortas ou com toxoides

- Cólera, Pólio (Salk), Difteria, Tétano, Coqueluche, Meningite, Hepatite A, Pneumococo, Febre Tifoide (Injetável), Leptospirose, Brucelose, Peste = Intervalo mínimo de 48 horas para doação de sangue
- Haemophilus influenzae, Hepatite B recombinante, Influenza (gripe) = Intervalo mínimo de 4 semanas para doação de sangue

- Vacinação contra raiva humana após exposição a animal suspeito = Intervalo mínimo de 1 ano para doação de sangue (leia: RAIVA HUMANA | Transmissão, sintomas e vacina)

Cirurgias e tempo de intervalo para doação de sangue

- Extração dentária = 72 horas
- Cirurgias de pequeno porte como para apendicite (leia: APENDICITE | Sintomas e causas), correções de hérnias, retirada das amígdalas (leia: DOR DE GARGANTA | FARINGITE | AMIGDALITE), cirurgia de varizes, etc. = 3 meses
- Cirurgias de médio e grande porte como colecistectomia (retirada da vesícula), nefrectomia (retirada de um rim), histerectomia (retirada do útero), nódulo de mama, ressecção de aneurismas, politraumatismos, etc. = 6 meses a 1 ano
- Cirurgia cardíaca, pneumectomia (retirada de um pulmão), gastrectomia (retirada do estômago), esplenectomia (retirada do baço) = inaptidão definitiva.

Esses intervalos podem mudar de acordo com a avaliação feita pelo banco de sangue.

Quais remédios contraindicam a doação de sangue?

Na maioria dos casos, estar tomando remédios não contraindica a doação, uma vez que concentração da droga por unidade de sangue costuma ser baixa. Muitas vezes o que contraindica a doação é a doença que está sendo tratada e não o próprio medicamento. Por exemplo, pessoas tomando antibióticos não devem doar sangue por causa da infecção que está ativa e não somente pelo fato de haver antibiótico circulante no sangue.

Existem, porém, algumas poucas drogas que são contraindicadas para doação de sangue por causarem má formações em fetos mesmo quando em concentrações muito pequenas no sangue, o que é preocupante para grávidas que possam vir a precisar de transfusão sanguínea.
  •  Isotrentinoína (Roacutan®) usada para o tratamento da acne (leia: ACNE | CRAVOS | ESPINHAS | Causas e tratamento) e a Finasterida usada para hiperplasia benigna de próstata (leia: CÂNCER DE PRÓSTATA | HIPERPLASIA BENIGNA DA PRÓSTATA) e calvície (leia: CALVÍCIE | QUEDA DE CABELO | Causas e tratamento) não podem ter sido administradas nos últimos 30 dias antes da doação.
  • Dutasterida, também usada para hiperplasia benigna de próstata não pode ter sido tomada nos últimos 6 meses
  • A Acitretina usada na psoríase não pode ter sido tomada nos últimos 3 anos. Alguns bancos de sangue consideram o uso da Acitretina como contraindicação definitiva, independente do tempo de suspensão.
  • O Etretinato, também usado na psoríase, contraindica a doação para o resto da vida, já que ainda é possível detectá-lo no sangue mesmo vários anos após o fim do tratamento.
Pacientes em uso de coagulantes como Varfarina e Heparina também não devem doar sangue. Pacientes que usaram aspirina ou anti-inflamatórios nos últimos 5 dias ou clopidogrel e/ou ticlopidina nas últimas 2 semanas, também não estão aptos a doar.

Como é feita a doação de sangue?

doação de sangue
O candidato é primeiramente questionado sobre sua atual condição de saúde e seu histórico clínico à procura de dados que possam contraindicar a doação de sangue, seja temporariamente ou de modo permanente. É também realizada uma rápida avaliação dos sinais vitais e uma gota de sangue é retirada do dedo para determinação do grupo sanguíneo e para saber se o paciente está com anemia. (leia: ANEMIA |CAUSAS E SINTOMAS).

Durante a doação são retirados cerca de 450 ml de sangue, o volume de uma bolsa de sangue. O procedimento todo, desde a entrevista à doação do sangue propriamente dita, dura menos de 1 hora.

O volume de sangue retirado é sempre o mesmo, pois as bolsas são padronizadas com uma quantidade exata de anticoagulante. Qualquer volume de sangue a mais ou a menos pode resultar em um sangue sem qualidade para a transfusão.

Doar sangue é seguro?

Todo o material usado para coleta do sangue é esterilizado e descartável, não havendo risco de contrair doenças.

Cerca de 7% a 8% do nosso peso equivale ao volume de sangue circulante. Ou seja, em uma pessoa de 50 quilos há algo em torno de 4 litros de sangue dentro dos vasos. Os 450ml de sangue doados seriam, portanto, aproximadamente 10% do volume de sangue circulante. Por isso, pessoas muito magras não devem ser doadoras, pois a quantidade necessária para preencher um bolsa ultrapassa o limite de segurança.

O corpo repõe:
- Em 24 horas a quantidade de líquido doada.
- Em 4 semanas a quantidade de hemácias (glóbulos vermelhos).
- Somente em 60-90 dias, os estoques de ferro » Daí o intervalo mínimo obrigatório entre as doações.

Mantidos os cuidados acima, a doação de sangue é um procedimento praticamente inócuo. Eventualmente pode ocorrer uma equimose (mancha roxa) no braço, no local da punção, sem maiores consequências. Alguns indivíduos mais ansiosos podem desmaiar durante a picada, mas como esta é feita já com o candidato deitado, não ocorrem maiores problemas. (leia: DESMAIO, SÍNCOPE E REFLEXO VAGAL).

Nas pessoas mais magras, pode ocorrer um certo grau de cansaço nas primeiras 24h após a doação do sangue.
Que doenças serão testadas no meu sangue doado?

- HIV, hepatite B, hepatite C, doença de chagas, sífilis, HTLV I e II. Se qualquer uma dessas doenças for detectada, o sangue será desprezado e o doador contactado e informado sobre a necessidade de repetir as sorologias.

Orientações após a doação

- Assegure-se de ter uma boa hidratação nas 24h subsequentes a doação. Beba bastante líquido e evite bebidas alcoólicas.
- Alimente-se bem.
- Não fume na primeira hora após a doação.
- Não faça atividades desgastantes no primeiro dia.
- Se tiver sentindo tonturas, deite-se e coloque as pernas apoiadas para cima. Isto deverá ser suficiente.
- O curativo pode ser removido após 4 horas.

Observações finais

- Doar sangue não engorda nem emagrece.
- Doar sangue não vicia nem cria dependência.
- Doar sangue não afina nem engrossa o sangue.
- Mulheres podem doar sangue durante o período menstrual.
- Não se pega doenças doando sangue.

DOE SANGUE! Não custa nada, é rápido e você poderá salvar várias vidas.


Leia o texto original no site MD.Saúde: PARA DOAR SANGUE | informações para doadores http://www.mdsaude.com/2010/05/doacao-sangue.html#ixzz2HNhXIz3W

segunda-feira, 7 de janeiro de 2013

Lenalidomida Oferece uma alternativa de tratamento eficaz para Lúpus Eritematoso Cutaneus, Estudo Sugere

7 de dezembro de 2012 - Apesar de raros, há vários tratamentos disponíveis para lúpus eritematoso cutaneus (CLE). No entanto outras opções são necessárias para as pessoas que não respondem à medicação ou recaída. Um novo estudo para a lenalidomida talidomida derivado, publicado em 07 de dezembro de acesso aberto BioMed Central revista Arthritis Research & Therapy , mostra que o tratamento com lenalidomida é seguro, com pacientes vendo uma melhora em menos de duas semanas.


Houve vários estudos clínicos de pequena escala para o uso da talidomida para CLE para o terço dos pacientes que não respondem à terapia padrão, incluindo esteróides, antimaláricos e imunossupressores.Embora a talidomida tem uma má imprensa por causa de seus efeitos sobre o desenvolvimento embrionário, administrado corretamente, é um tratamento eficaz alternativa para vários tipos de câncer e doenças inflamatórias, embora com graves efeitos colaterais que podem limitar o uso contínuo.
A lenalidomida foi sugerida como uma mais potente, mas estudos menos tóxicos, alternativa e anterior em um pequeno número de pacientes apresentou resultados animadores. A fim de examinar a eficácia da lenalidomida mais completamente pesquisadores de Vall d'Hebron University Hospital Research Institute, Espanha, iniciou um estudo de fase II clínica, após 15 pessoas com CLE, para entre 7 e 30 meses, todos os que não haviam respondido a terapia tradicional.
Todos, mas uma das pessoas envolvidas no ensaio viu melhora clínica ea maioria destes (86%) tiveram resposta completa, alcançando uma pontuação de 0 CLASI. Três quartos das pessoas que melhoraram com lenalidomida recaída dentro de 2-8 semanas de medicação a ser interrompido ou reduzido.
Neste estudo os efeitos colaterais foram menores. Apenas duas pessoas relataram efeitos colaterais - embora para uma pessoa seus sintomas gastrointestinais significava que pararam de tomar lenalidomida após uma semana. Para ambas as pessoas, os efeitos colaterais desapareceram depois que parou de tomar a droga.
Dr. Josep Ordi-Ros, principal autor do estudo, explicou, "O pequeno impacto de efeitos colaterais deste estudo em relação aos outros, pode ser devido à baixa dose de lenalidomida usado. Também não vejo nenhuma do lúpus eritematoso sistêmico (SLE) Os efeitos relatados em estudos menores, mesmo depois de 15 meses de seguimento. Contudo este regime era muito eficaz na redução da deformação devido ao CLE e foi semelhante em efeito de talidomida, mas com menor toxicidade. "
Embora um estudo de fase II ainda é relativamente pequena, o seu comprimento longo e significativo número de pacientes estudados fornece uma base sólida para a escala maior, randomizados, ensaios clínicos, e oferece uma visão mais positiva para o uso de lenalidomida no tratamento do CLE.
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Fonte da história:
A história acima é reproduzida a partir de materiaisfornecidos pela BioMed Central Limitada .
Nota: Os materiais podem ser editadas para o conteúdo e extensão. Para mais informações, entre em contato com a fonte citada acima.

Journal Referência :
  1. Josefina Cortes-Hernandez, Gabriela Avila, Miquel Vilardell-Tarres, Josep Ordi-Ros. Eficácia e segurança da lenalidomida para lúpus eritematoso cutâneo refratário . Arthritis Research & Therapy , 2012; 14 (6): R265 DOI: 10.1186/ar4111
 APA

 MLA
BioMed Central Limited (2012, 07 de dezembro). Lenalidomida oferece uma alternativa de tratamento eficaz para o lúpus eritematoso cutaneus, o estudo sugere.ScienceDaily . Retirado 07 de janeiro de 2013, a partir de
Nota: Se nenhum autor é dado, a fonte é citada em seu lugar.
Disclaimer : Este artigo não pretende fornecer aconselhamento médico, diagnóstico ou tratamento. Opiniões aqui expressas não refletem necessariamente os da ScienceDaily ou sua equipe.

OSTEOARTROSE=NOVA LUZ SOBRE TRATAMENTO DO DESGASTE ARTICULAR DOLOROSO

OSTEOARTROSE = NOVA LUZ SOBRE TRATAMENTO DO DESGASTE ARTICULAR DOLOROSO

NOVA LUZ SOBRE TRATAMENTO DO DESGASTE ARTICULAR DOLOROSO
6 de dezembro de 2012 – doença articular inflamatória (artrite) está afetando cada vez mais pessoas e, especialmente, mais velho,. Em uma pesquisa recente realizada pela Statistik Áustria, 39 por cento das pessoas com mais de 60 anos afirmou que eles têm uma forma de artrite. Uma forma particular da doença é osteoartrite, que é o desgaste das articulações. Uma equipe de pesquisadores do Departamento de Ortopedia da Universidade do MedUni, liderada por Stefan Tögel, está se concentrando em glycobiology em ortopedia e agora descobriu um fator que desempenha um papel importante no desenvolvimento de osteoartrite.
Os cientistas na MedUni está no processo de se investigar a função da glicobiologia em doenças ortopédicas. “Glycobiology é largamente unresearched em nossa especialidade, por isso, no Viena MedUni são os primeiros no mundo a fazer isso em um nível sistemático”, diz Tögel. Glycobiology investiga a importância biológica das cadeias de açúcar para todos os tipos de células do corpo humano.
A causa da osteoartrite – além de fatores de risco conhecidos, como a idade ou lesão anterior – não é ainda conhecido. Os investigadores da Viena MedUni descobriram, no entanto, que algumas proteínas, conhecidos como lectinas, e em galectinas particulares, têm um papel a desempenhar no desgaste doloroso e desgaste das articulações.
“Quanto mais mal gasto da cartilagem de uma articulação, maior é a produção de galectinas”, diz Tögel, resumindo os resultados das descobertas da equipe. “A galectina partiu processos degenerativos e inflamatórios em células de cartilagem”. Em glycobiology, as lectinas “traduzir” o código de açúcar assim chamada por encaixe de cadeias de açúcares na superfície da célula e desencadear um sinal celular. Neste caso, eles causam as reacções indesejadas.
Estas novas descobertas, de acordo com a visão dos pesquisadores MedUni Viena, poderia conduzir a galectinas no futuro ser utilizados tanto para o tratamento e, como bio-marcadores, na predição da doença de osteoartrite.
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Fonte da história:
A história acima é reproduzida a partir de materiais fornecidos pela Universidade de Medicina de Viena .
Nota: Os materiais podem ser editadas para o conteúdo e extensão. Para mais informações, entre em contato com a fonte citada acima.
Necessidade de citar esta história em seu ensaio, o relatório de papel, ou? Use um dos seguintes formatos:
APA
MLA
Universidade de Medicina de Viena (2012, 06 de dezembro). Osteoartrose: Mostra lança nova luz sobre a forma como o desgaste articular dolorosa e lágrima desenvolve. ScienceDaily . Retirado 07 de janeiro de 2013, a partir de
Nota: Se nenhum autor é dado, a fonte é citada em seu lugar.
Disclaimer : Este artigo não pretende fornecer aconselhamento médico, diagnóstico ou tratamento. Opiniões aqui expressas não refletem necessariamente os da ScienceDaily ou sua equipe.

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NOVAS DROGAS OFERECEM ESPERANÇA PARA CRIANÇA COM ARTRITE

Novas drogas oferecem esperança para crianças com Artrite

Um maior entendimento dos processos inflamatórios subjacentes sistêmica artrite idiopática juvenil (AIJ), abriu a porta a tratamentos muito mais eficazes para esta doença refratária, estudos internacionais randomizados têm mostrado.
Num ensaio, após 3 meses de tratamento, 85% das crianças que receberam o bloqueador de interleucina-6 tocilizumab (Actemra) apresentaram uma melhoria de 30% nos sintomas de febre e já não tinha relação com uma melhoria de 24% nos que receberam placebo ( P <0,001 ), de acordo com Fabrizio De Benedetti, MD, PhD, do Ospedale Pediátrico Bambino Gesù, em Roma, e seus colegas.
E em um estudo avaliando o uso da IL-1β bloqueador canacinumab (Ilaris), uma melhoria de 30% sintomática foi observada em 84% dos pacientes por dia 15 em comparação com apenas 10% no grupo do placebo ( P <0,001), de acordo com a Nicolino Ruperto, MD, do Istituto Giannina Gaslini em Gênova, Itália, e colegas.
Esses estudos, todos publicados em 20 de dezembro do New England Journal of Medicine , foram saudados em um editorial de acompanhamento por Christy Sandborg, MD, e D. Isabel Mellins, MD, da Universidade de Stanford, em Palo Alto, na Califórnia, como representando uma " nova era "no tratamento da AIJ sistêmica.
AIJ sistémica é muito mais difícil de tratar do que as versões não sistêmica da AIJ, e está associada a erupção cutânea, febre, hepatoesplenomegalia e significativamente elevados de marcadores inflamatórios. Pouco benefício tem sido visto com metotrexato ou com inibidores do fator de necrose tumoral.
Pesquisa anterior tenha implicado tanto interleucina (IL) -1, IL-6 na patogénese da doença, e pequenas, em fase inicial de estudos visando estas citoquinas mostraram-se promissoras.
Para explorar ainda mais a eficácia e segurança destes agentes, investigadores da Organização Internacional de Reumatologia Pediátrica Trials e Reumatologia Pediátrica Grupo de Estudo Colaborativo ter realizado ensaios de fase III de ambos.
O estudo foi um ensaio tocilizumab cinco anos, conduzido em mais de 40 centros que incluíram um duplo-cego, placebo-controlado fase de 12 semanas, seguido por uma extensão de rótulo aberto.
O desfecho primário foi a proporção de pacientes que tiveram um aumento de 30% em pelo menos três das principais AIJ critérios do Colégio Americano de Reumatologia (ACR) da doença, incluindo o número de articulações com doença ativa, paciente e avaliação médica global, deficiência, e taxa de sedimentação de eritrócitos.
O estudo incluiu 112 pacientes cuja doença média de cinco anos de duração e cuja média de idade era de 10 anos.
A grande maioria tinham sido previamente tratados com modificadores da doença drogas anti-reumáticas, bem como agentes biológicos.
O regime de tratamento envolve a administração a cada 2 semanas de tocilizumab intravenosa em doses de 12 mg / kg em crianças com menos de 30 kg e 8 mg / kg para aqueles com peso superior a 30 kg.
Junto com as maiores respostas ACR 30 vistos na semana 12, controlado por placebo de fase, significativamente mais respostas foram observadas com tocilizumab em critérios de eficácia mais rigorosas:
  • AIJ ACR 70: 71% versus 8% ( P <0,001)
  • AIJ ACR 90: 37% contra 5% ( P <0,001)
Na fase de extensão de rótulo aberto, melhorias clínicas continuou, com 59% dos doentes que atingiram uma resposta ACR 90 resposta sem febre depois de um ano.
Nesse ponto, 48% não teve mais nenhum articulações com doença ativa, 28% tinham doença clinicamente inativo, e pouco mais da metade foram capazes de interromper o tratamento com esteróides.
A taxa de infecção foi de 3,4 por paciente-ano com tocilizumab e 2,9 por paciente-ano no grupo placebo, enquanto que na fase aberta a taxa foi de três por paciente-ano.
Neutropenia desenvolvido em 19 pacientes, mas resolvido quando tocilizumab foi retido.
Dois dos pacientes tocilizumab desenvolvidos alterações da função hepática e três casos de síndrome de ativação macrofágica foram vistos.
Três mortes ocorreram durante o tratamento tocilizumab e outros três após a suspensão do tratamento, com causas, incluindo hipertensão pulmonar, síndrome de ativação de macrófagos e septicemia estreptocócica.
Canacinumab foi avaliada em dois estudos. Na primeira, que incluiu 84 pacientes com doença de duração foi ligeiramente superior a 2 anos, os ACR 30 respostas observadas após uma dose subcutânea única de 4 mg / kg no dia 15 foram mantidas no 29 ° dia ( P <0,001).
O segundo dos estudos canacinumab teve um desenho de duas partes, com a primeira envolvendo tratamento aberto de 177 pacientes com o anticorpo monoclonal uma vez por mês, durante 3 a 8 meses e esteróide desabituação permitida após a semana 9.
Fase II do que experimentação envolvido randomização de pacientes com uma resposta ACR 30%, que ou não tinham recebido esteróides ou esteróides cuja havia sido reduzida para uma dose estável de continuar canacinumab ou para receber placebo.
Na conclusão da fase de rótulo aberto, 73% atingiram uma resposta ACR 50 AIJ resposta e 31% tinham doença que foi classificado inativo.
Na fase II, há alargamentos foram vistos em 74% do grupo de tratamento activo, mas ocorreram em 25% do grupo de placebo (taxa de risco de 0,36, P = 0,003).
Doença era inactivo em 62% do grupo de tratamento, em comparação com 34% do grupo de placebo.
A dose média de glucocorticóides foi reduzida 0,34-0,05 mg / kg / dia e glucocorticóides foram suspensos em 33% dos pacientes, os autores relataram.
Eventos adversos nos dois ensaios canacinumab incluiu sete casos de síndrome de ativação macrofágica, dois dos quais resultaram em morte.
Outros eventos adversos incluíram infecções e alterações laboratoriais, e os investigadores em estudos tanto canacinumab e tocilizumab chamados para avaliações de longo prazo de segurança.
Em seu editorial, Sandborg e Mellins escreveu que "apesar de importantes questões pendentes sobre a regulação da inflamação, a patogênese da AIJ sistêmica, e intervenções adequadas, não há dúvida de que os agentes testados nestes ensaios sinalizar uma nova era no tratamento da AIJ sistêmica e vai lançar luz sobre os mecanismos de condução deste distúrbio enigmático. "
O estudo foi financiado pelo tocilizumab Hoffmann-La Roche, e dois dos investigadores são funcionários da empresa.
Outros pesquisadores relataram receber financiamento e apoio de várias empresas, incluindo a Roche, Abbott, Pfizer, UCB, Wyeth, Novartis, e Bristol-Myers Squibb.
Os ensaios foram canacinumab patrocinado pela Novartis. Três dos investigadores são funcionários da empresa, e muitos dos investigadores receberam apoio da empresa.
Alguns também revelou receber financiamento de outras empresas como a Roche, Abbott, Pfizer, Wyeth e GlaxoSmithKline.

ARTRITE ULTIMAS NOTICIAS

Rituxan Add-On Curbs Danos RA Conjunta

Adicionando o de célula B rituximab agente de esgotamento (Rituxan) ao metotrexato diminuiu a progressão lesões articulares em pacientes com artrite reumatóide (AR), independentemente do nível de atividade da doença, pesquisadores austríacos relatou.
Em 1 ano, os pacientes com baixa atividade da doença rituximab em combinação com metotrexato teve uma mudança em escores de danos conjuntas de 0,38, de acordo com Daniel Aletaha, MD, e colegas da Universidade Médica de Viena.
Mudanças similares foram vistos entre aqueles com atividade de doença moderada e alta (0,39 e -0,05, respectivamente, P = 0,5 para todos), relataram os pesquisadores na edição de janeiroanais das doenças reumáticas.
Em contraste, os pacientes que receberam apenas metotrexato tiveram mudanças mais pronunciadas em escores de danos articulares, em uma média de 0,40, com baixa atividade da doença, 1,04 para a atividade moderada, e 1,31 para a alta atividade, diferenças que abordaram significância estatística ( P = 0,058).
A história natural da artrite reumatóide envolve a acumulação gradual de destruição articular irreversível, que pode ocorrer dentro de um ano ou dois de início da doença.
Além disso, em pacientes recebendo terapia subótima, dano articular acompanha de perto a atividade da doença e é impulsionada principalmente pelo conjunto de provas de fase aguda e inchaço, como a proteína C-reativa (CRP).
Pesquisa anterior demonstrou que a terapia dirigida por citocina biológico, particularmente usando agentes de direccionamento o factor de necrose tumoral (TNF) e interleucina-6, pode dissociar este processo destrutivo paralelo.
"Tanto o TNF e IL-6 inibe os bloqueadores citocinas pró-inflamatórias que se acredita desempenhar um papel importante nas vias que levam à activação dos osteoclastos e dos condrócitos, as populações pivot responsáveis ​​por danos ósseos e cartilagens," Aletaha e seus colegas.
No entanto, se empobrecem terapias de células-poderiam ter efeitos semelhantes não tem sido explorada, por isso os pesquisadores realizaram uma análise retrospectiva de dados do estudo de imagem, que foi um ensaio clínico de fase III comparando rituximabe mais metotrexato com metotrexato em pacientes com AR que não tinham anteriormente recebido qualquer um dos agentes.
A presente análise incluiu 188 pacientes em monoterapia com metotrexato e metotrexato receber 204 mais rituximabe.
Depois de um ano de tratamento, foram observadas diferenças significativas entre o metotrexato e grupos de associação em diversos terminais, incluindo concurso conta conjunta, o paciente eo médico avaliações globais, dor, PCR, a taxa de sedimentação de eritrócitos, partituras atividade da doença em 28 articulações, e avaliação de saúde questionário ( P <0,001 para todos).
Quando os pesquisadores analisaram pacientes 'x-ray mudanças em relação à atividade da doença, eles encontraram pouca diferença entre os dois grupos de tratamento para pacientes com baixa atividade da doença, com pontuações diferentes por apenas 0,02 pontos.
No entanto, para os grupos de doenças moderadas e elevadas, houve diferenças notáveis ​​"" de 0,65 ( P = 0,003) e 1,36 ( P = 0,05), respectivamente, relataram.
Uma mudança na pontuação superior a 0,25 foi considerado "progressão inequívoca", eles notaram.
Eles também olhou para as duas componentes das pontuações totais lesões articulares, e descobriram que, para erosões, alterações no grupo da monoterapia com metotrexato em 1 ano foi de 0,37 no grupo de doença de baixo para 0,85 no grupo de doença de altura, enquanto que os números correspondentes o grupo de rituximab foram de 0,26 e de -0,02.
Para estreitamento do espaço articular, a pontuação do grupo de metotrexato foram 0,03 no grupo doença baixo e 0,46 no grupo de alta da doença, enquanto os escores no grupo rituximab foram de 0,12 e -0,02 nos grupos de atividade baixa e alta da doença, respectivamente.
Porque inchaço nas articulações e PCR se correlacionam bem com os danos da doença, os pesquisadores também analisaram os resultados radiográficos de acordo com estes parâmetros.
Eles descobriram que, com o tratamento com rituximab, até mesmo os pacientes no maior tercil de articulações inchadas tinha apenas mínima progressão da lesão articular a 1 ano, em comparação com aqueles no menor tercil (0,31 contra 0,28, P = 0,97).
Em contraste, os pacientes que receberam metotrexato isolado na maior tercil de articulações inchadas tinham um número significativamente maior de raios-x alterações em comparação com os do tercil inferior (1,33 vs 0,32, P = 0,009).
Resultados semelhantes foram observados quando os pacientes foram classificados de acordo com níveis de PCR em 1 ano, com as maiores diferenças de novo a ser visto para o mais alto nível de CRP.
Estes resultados sugerem que a depleção de células B com rituximab pode ter efeitos sobre a actividade da doença a partir de dissociação danos similares aos benefícios relatados para os inibidores de TNF e outras citocinas segmentação tratamentos.
"Aletaha e seus colegas demonstraram uma dissociação semelhante entre os resultados clínicos e estruturais em pacientes tratados com rituximab, sugerindo que os mecanismos que explicam esta dissociação não são exclusivos do anti-TNF", observou Edith Villeneuve, MD, e Boulos Haraoui, MD, da da Universidade de Montreal, em um editorial que o acompanha.
Entre os mecanismos possíveis para os efeitos da depleção de células B na prevenção de danos são reduções de auto-anticorpos e de complexos imunes que, por sua vez podem limitar a produção de citocinas inflamatórias, os pesquisadores explicado.
Limitações desta análise incluiu seu projeto exploratório e retrospectivo ea inclusão apenas de pacientes que não haviam recebido previamente metotrexato.
O autor principal e um co-autor aconselhar e falar para a Roche, e co-autor também recebe doações e apoio de pesquisa da empresa.
Nancy Walsh
Funcionários Escritor
Nancy Walsh escreveu para diversas publicações médicas nos Estados Unidos e na Inglaterra, incluindocuidados com o paciente , o médico , eo Jornal de Doenças Respiratórias . Ela também tem contribuído numerosos ensaios de vários livros sobre a história e cultura, e mais recentemente para O Livro de Estreias (Anchor Books, 2010).