segunda-feira, 19 de novembro de 2012

COMO ACABAR COM O CHULÉ


COMO ACABAR COM O CHULÉ

Autor do texto: Pedro Pinheiro - 14 de novembro de 2012 | 22:46

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O famoso chulé, termo popular usado para descrever o mau cheiro dos pés, recebe na medicina o nome de bromidrose plantar. O chulé e outros odores pelo corpo surgem habitualmente após a puberdade e ocorrem devido à ação de bactérias sobre o suor de determinadas regiões do corpo.

Neste texto vamos abordar os seguintes pontos sobre o chulé:
  • Como surge o chulé.
  • Fatores que favorecem o aparecimento do chulé.
  • Como acabar com o chulé.
Como surge o chulé

Como citado logo acima, na introdução do texto, o chulé surge devido à ação de bactérias sobre o suor em determinadas partes do corpo. Mas se todos nós temos suor e bactérias por toda a nossa pele, porque algumas pessoas só tem mau cheiro nos pés? Bom, vamos gastar algumas linhas explicando o que é a bromidrose.

O nosso suor é produzido pelas glândulas sudoríparas, sendo naturalmente um líquido sem odor. Existem dois tipos de glândulas sudoríparas: écrinas e apócrinas.

A glândulas écrinas são as mais comuns e estão distribuídas por toda a superfície da pele. O suor produzido por essas glândulas é composto por 99% de água e 1% de sais minerais, como cloreto de sódio (sal) e ureia. A principal função da glândulas écrinas é controlar a temperatura do nosso corpo. Por isso, transpiramos toda vez que está muito quente ou quando fazemos exercícios. O suor serve para esfriar o nosso corpo, ajudando-o a se manter entre 36ºCe 37ºC.

Ao contrário da crença popular, o suor não é uma fonte de eliminação de toxinas e não serve para "purificar" o organismo. Passar um tempo em uma sauna pode até ser relaxante, mas não fará você eliminar nada em quantidades relevantes além de água e sal.

As glândulas apócrinas, por sua vez, só estão presentes em algumas partes do corpo, como nas axilas, virilhas, região ao redor dos mamilos e do ânus. As glândulas apócrinas surgem entre os 8 e 14 anos de idade e produzem um tipo de suor completamente diferente, oleoso, que não evapora e não tem função termorreguladora.

Tanto as glândulas écrinas quanto as apócrinas produzem um suor sem odor. Porém, devido à ação de bactérias naturalmente presentes na pele, as regiões onde há mais transpiração podem passar a ter um odor incômodo.

As regiões de glândulas apócrinas, como axilas e genitais, costumam ser mais propícias ao desenvolvimento de bromidrose porque o suor oleoso destas glândulas é mais facilmente digerido pelas bactérias, liberando gases com odor desagradável. Falaremos especificamente sobre o mau cheiro provocado pelas axilas em um artigo à parte, que será escrito nas próximas semanas.

No locais onde há glândulas écrinas, o suor é basicamente água e sal, não havendo substrato para as bactérias produzirem mau cheiro. O chulé, todavia, é um caso a parte. Nos pés, as glândulas sudoríparas, apesar de écrinas, podem também provocar cheiro ruim.

Nossos hábitos sociais nos fazem usar sapatos e meias por grande parte do dia, vários dias por semana, mesmo em épocas de maior calor. Por estarem sempre enclausurados, dois fatores ocorrem com os pés:

1- ele sua mais, para tentar controlar a temperatura. Os pés são dos locais do corpo onde mais há glândulas sudoríparas, podendo causar uma transpiração profusa.
2- o suor produzido tem mais dificuldade de evaporar, mantendo os pés sempre com alguma umidade, o que favorece a proliferação de bactérias.

Nossa pele possui uma proteína chamada queratina que é renovada constantemente. Nos pés, essa proteína quando exposta constantemente à umidade acaba sendo mais facilmente destacada da pele, formando um bom alimento para as bactérias. É a degradação da queratina por bactérias que libera um forte odor, provocando o chulé.

Fatores que favorecem o aparecimento do chulé

Quase todo mundo passa o dia com os pés cobertos por meias e calçados, mas nem todo mundo tem chulé na mesma intensidade. A presença de suor e bactérias nos pés é a principal causa de chulé, mas há outros fatores que colaboram para a intensidade do mesmo.
Chulé

As mãos têm aproximadamente a mesma quantidade de glândulas sudoríparas que os pés, mas a não ser que você passe o dia de luva, é pouco provável que sua mão exale odores como o seus pés. Portanto, os dois fatores mais importantes para o aparecimento do chulé são a quantidade de suor produzida ao longo dia  e a quantidade de tempo que o indivíduo passa com os pés totalmente cobertos, sem contato com o ar para que a suor possa evaporar. Por exemplo, pessoas que passam o dia inteiro de botas, sob forte calor, tendem a ter mais chulé que aqueles que passam o dia sentado no ar condicionado e podem usar calçados mais leves, que permitem uma melhor ventilação dos pés.

Pacientes que suam em excesso, uma condição chamada hiperidrose (leia: HIPERIDROSE | Suor em excesso), por motivos óbvios, apresentam uma maior chance de ter chulé. Algumas pessoas com hiperidrose suam tanto que ficam com as meias encharcadas, mesmo que passem o dia sentadas ou em repouso.

A má higiene dos pés também pode contribuir para o aparecimento do chulé, pois favorece a proliferação bacteriana. Repetir meias e/ou sapatos por vários dias seguidos também facilita o crescimento de bactérias, aumentado o risco da pessoa ter chulé.

Alguns alimentos também podem mudar a composição do suor, favorecendo a bromidrose. Os mais comuns são: alho, cebola, álcool, molho curry e pimenta. Alguns medicamentos também podem contribuir para o chulé, como, por exemplo, o antibiótico penicilina.

Pacientes obesos (leia: OBESIDADE | Síndrome metabólica), diabéticos (leia: SINTOMAS DO DIABETES), fumantes (leia: DOENÇAS DO CIGARRO | Como parar de fumar) ou com doenças de pele ou unha também costumam apresentar mais chulé que o resto da população.

Como tirar o chulé

Agora que você já conhece as causas do chulé, fica mais fácil planejar o seu tratamento. Dois passos são essenciais: reduzir a umidade dos pés e o número de bactérias na pele.

Algumas atitudes bem simples podem resolver o problema de chulé nos casos menos intensos. Evite usar o mesmo sapato por dias seguidos. O ideal é revezar 2 ou 3 pares de calçados ao longo da semana. Os sapatos não utilizados no dia devem ficar sempre em locais bem ventilados, e se possível, expostos ao sol por algumas horas. Sempre que possível, dê preferência a calçados mais leves e que permitam melhor ventilação dos pés. Todo mundo já teve aquele sapato que é ótimo de se usar, mas que parece ser uma fábrica de chulé. Estes normalmente são feitos com material mais isolante, como borracha ou plástico, que impedem a ventilação dos pés e favorecem a proliferação de bactérias.

Evite usar sapatos sem meias, pois elas ajudam na absorção da umidade. Sapatos sem meias costumam provocar mais chulé. Quando usar meias, as melhores são as finas e feitas com algodão. Se você sua muito, troque as meias pelo menos uma vez por dia. Se você nota que seu pé fica úmido ao final do dia, tente usar talco nas meias e nos sapatos para facilitar a absorção da umidade. Alguns talcos são antissépticos e têm perfume, o que ajuda ainda mais a tirar o chulé. Quando estiver em casa, prefira andar descalço ou de chinelo em vez de com meias e/ou sapatos fechados.

Lave os pés diariamente, de preferência com sabão antisséptico. Ao final seque bem, principalmente entre os dedos. O uso de secador ajuda nesta tarefa.

Se o chulé não melhorar com essas dicas, ou se houver sinais de doenças de pele, como pé de atleta (frieira), o melhor é procurar ajuda de um dermatologista. Pacientes com hiperidrose também devem receber tratamento médico para poder tratar seu chulé.


Leia o texto original no site MD.Saúde: COMO ACABAR COM O CHULÉ http://www.mdsaude.com/2012/11/tirar-chule.html#ixzz2Ch9tKAY9

ESCLEROSE MULTIPLA


Mães que recebem luz solar muito pouco produzem menos vitamina D, o que poderia influenciar o risco de vida do bebê
Por Robert Preidt
Quinta-feira, 15 de novembro, 2012
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Quarta-feira, novembro 14 (HealthDay News) - Menores níveis de pré-natal de vitamina D, a "vitamina do sol", pode significar que os bebês nascidos em abril têm o maior risco de desenvolvimento de esclerose múltipla mais tarde na vida, enquanto os nascidos em outubro tem a menor risco, sugere um novo estudo.
Os resultados mostram que as mulheres grávidas que vivem em países com baixos níveis de luz solar entre outubro e março devem tomar suplementos de vitamina D, a fim de proteger seus filhos de MS, de acordo com os pesquisadores.
A vitamina D é sintetizada naturalmente pela pele, ele faz contato com a luz solar. Durante os meses de outono e inverno, no entanto, as pessoas nos países do norte não pode receber uma quantidade suficiente de luz solar em sua pele para permitir que o corpo para fazer quantidade suficiente de vitamina D, os autores do estudo explicou.
Uma equipe liderada pelo Dr. Ram Ramagopalan da Queen Mary University de Londres analisou dados publicados anteriormente em cerca de 152 mil pessoas com esclerose múltipla em países do norte. Eles descobriram que as pessoas nascidas em abril tiveram um risco 5 por cento maior de MS, enquanto os nascidos em mais quentes, ensolarados meses - entre outubro e novembro - teve um risco de 5 por cento para 7 por cento menor do distúrbio neurológico.
Não há dados de países do hemisfério sul foi analisada pelos pesquisadores, principalmente devido à falta de estudos.
Os resultados fornecem "a evidência mais forte até agora" que um mês de nascimento da pessoa afeta o risco de MS. Os resultados também destacam a necessidade de estudos para determinar se a ingestão de suplementos de vitamina D durante a gravidez pode ajudar a prevenir MS em crianças, escreveram os pesquisadores.
Dois especialistas nos Estados Unidos disseram que os resultados fazem sentido.
"Concordo que há evidências de que iria apoiar a suplementação de vitamina D em mulheres grávidas em determinadas áreas", disse a Dra. Karen Blitz-Shabbir, diretor do Centro de Esclerose Múltipla na Cushing Neuroscience Institute, parte da costa norte-LIJ Saúde sistema em Manhasset, Nova Iorque
"Estamos cientes de que as populações mais distantes do equador têm uma maior incidência de MS", acrescentou. "Temos também novos estudos emergente demonstrando suplementação de vitamina D pode ser benéfico para pessoas com EM. A história completa de como a vitamina D afeta esta doença ainda está se desenrolando."
E o Dr. Fred Lublin, diretor do Goldsmith Corinne Dickinson Center para a Esclerose Múltipla, no Mount Sinai School of Medicine, em Nova York, disse que o estudo "fornece mais evidências de uma ligação entre mês de nascimento eo risco de esclerose múltipla".
Ainda assim, ele disse que, embora "os autores levantam a questão de saber se a suplementação de vitamina D pode reduzir o risco, este terá de ser comprovada em um estudo clínico."
O estudo foi publicado online 14 novembro no Journal of Neurosurgery Neurologia e Psiquiatria . Apesar de ter registado uma associação entre mês de nascimento e de risco de MS, não provar uma relação de causa-e-efeito.
FONTES: Karen Blitz-Shabbir, diretor, Centro de Esclerose Múltipla, no Instituto de Neurociência de Cushing, parte do North Shore-LIJ Sistema de Saúde, Manhasset, NY; Fred Lublin, MD, Professor Saunders Família de Neurologia e diretor, a Corinne Goldsmith Dickinson Center para a Esclerose Múltipla, Mount Sinai School of Medicine, de Nova York; Jornal de Neurologia, Neurocirurgia e Psiquiatria , a notícia de lançamento, 14 de novembro de 2012
HealthDay
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Quilos extras ligados ao risco de artrite reumatóide em mulheres

Aqueles que estavam com sobrepeso ou obesos eram mais propensos a desenvolver a doença dolorosa, a análise mostrou
Por Robert Preidt
Segunda-feira, 12 de novembro, 2012
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Sábado 10 nov (HealthDay News) - As mulheres com sobrepeso e obesas estão em maior risco para a artrite reumatóide, sugere um novo estudo.
A artrite reumatóide é uma doença auto-imune que causa dor, inchaço, rigidez e perda de função nas articulações, e pode também afectar outros órgãos do corpo.Cerca de 1,3 milhões de americanos têm a doença, que ocorre em mulheres duas vezes mais que nos homens.
Para o novo estudo, os pesquisadores analisaram dados de mais de 238 mil mulheres norte-americanas que participaram no grande, a investigação de longa duração de saúde da mulher conhecida como 'Health Study (mulheres entre 30 e 55) e das Enfermeiras do Nurses Health Study II ( mulheres de 25 a 42).
As mulheres forneceu informações sobre seu estilo de vida e hábitos de saúde e seu índice de massa corporal (IMC), uma medida com base na altura e peso. A análise dos dados foi ajustada para fatores como idade, tabagismo e uso de álcool, a amamentação, o uso de pílula anticoncepcional, menopausa e terapia hormonal pós-menopausa.
Comparado com peso normal as mulheres, as mulheres com sobrepeso e obesidade eram mais propensos a desenvolver artrite reumatóide, de acordo com o investigador Dr. Lu Bing, pesquisador do Hospital Brigham and Women, em Boston, e colegas.
Para as mulheres com excesso de peso (aqueles com um IMC de 25 a 29,9), o risco foi 19 por cento maior no primeiro estudo e 78 por cento maior no segundo estudo. Para as mulheres obesas (aquelas com um IMC acima de 30), o risco foi 18 por cento maior no primeiro estudo e 73 por cento maior no segundo estudo, os pesquisadores descobriram.
Estudos anteriores já haviam sugerido uma ligação entre o excesso de peso eo risco de artrite reumatóide, mas a prova estava em conflito, de modo que os autores do estudo procurou saber mais sobre a relação entre peso e dolorosa doença, de acordo com informações de uma nota de imprensa do Colégio Americano de Reumatologia.
Embora o estudo encontrou uma associação entre o risco de artrite reumatóide e sobrepeso, não comprovar causa e efeito.
Os resultados do estudo estão agendadas para apresentação segunda-feira na reunião anual do Colégio Americano de Reumatologia, em Washington, DC
Os dados e conclusões de pesquisas apresentadas em encontros médicos devem ser vistos como preliminares até publicado em um jornal peer-reviewed.
FONTE: Colégio Americano de Reumatologia, a notícia de lançamento, 10 de novembro de 2012
HealthDay
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MATERIAL CAPAZ DE SE REGENERAR PARA PRÓTESES INTELIGENTES


Material capaz de se regenerar para próteses inteligentes

2012-11-14
Pele sintética regenera-se continuamente (Imagem: L.A. Cicero/Stanford University)
Pele sintética regenera-se continuamente (Imagem: L.A. Cicero/Stanford University)
Uma equipa de investigadores da Universidade de Stanford (EUA) desenvolveu um material sintético, flexível, sensível ao toque e capaz de se regenerar repetidamente à temperatura ambiente. Segundo o estudo recentemente publicado na«Nature Nanotechnology», o polímero poderá levar a próteses mais inteligentes.

O grupo de trabalho de Zhenan Bao, engenheiro químico e líder da investigação, começou por criar um plástico composto por longas cadeias de moléculas unidas por moléculas de hidrogénio e essas ligações dinâmicas é que permitem que o material se auto-regenere, ou seja, as moléculas quebram-se facilmente, mas quando se religam, entre si, reorganizam-se e restauram a estrutura do material danificado.
Ao polímero desenvolvido, a equipa juntou pequenas partículas de níquel para aumentar a sua resistência. As superfícies das partículas de níquel em nano-escala são ásperas, o que se revelou importante para tornar o material condutor, já que por norma os plásticos são materiais isolantes.

Posto isto, para que o polímero se regenere, os cientistas juntaram aquilo a que Bao chama “o melhor de dois mundos: a capacidade de se auto-regenerar de um polímero plástico e a condutividade de um metal”.

Para a experiência, a equipa cortou o material com um bisturi várias vezes e notaram que se regerou em 75 por cento, assim como a sua condutividade eléctrica, em menos de meia hora, sucessivamente. A espécie de pele sintética é suficientemente sensível para detectar a pressão de um aperto de mão, por exemplo e é portanto, ideal para ser utilizado em próteses.

Descoberta mutação genética que aumenta risco de desenvolver Alzheimer

Descoberta mutação genética que aumenta risco
de desenvolver Alzheimer

Estudo contou com a participação de investigadores portugueses

2012-11-15
 Rita Guerreiro é uma das autoras principais do estudo
Rita Guerreiro é uma das autoras principais do estudo
Uma equipa de investigadores do Centro de Neurociências e Biologia Celular (CNC) e da Faculdade de Medicina da Universidade de Coimbra (UC) participou num estudo com institutos de todo o mundo que permitiu descobrir uma mutação rara que aumenta o risco de desenvolver a doença de Alzheimer. 
A investigação, agora publicada na revista The New England Journal of Medicine, revela que embora rara, esta mutação é muito importante para a compreensão das causas da doença e poderá vir também a ser importante no desenvolvimento de novas terapias.

“O facto de se encontrar uma mutação que, embora rara, quando presente confere um aumento do risco para desenvolver a doença de Alzheimer, e a relação do gene TREM2 com a resposta imunológica, abre novas perspectivas para a compreensão dos mecanismos desta doença e, consequentemente, para potenciais estratégias terapêuticas futuras”, afirma Catarina Resende de Oliveira. “Isto é particularmente relevante quando se trata de uma doença com as características devastadoras como as que a doença de Alzheimer tem actualmente não só para os doentes como também para as suas famílias, e para a qual as medidas terapêuticas são escassas”, sublinha a investigadora da UC.

A equipa internacional deste estudo que envolveu a análise de dados de mais de 25 mil pessoas foi liderada por cientistas do Instituto de Neurologia do University College de Londres, da qual fazem parte dois dos autores principais, os portugueses Rita Guerreiro e José Miguel Brás.

Os avanços na tecnologia vieram permitir estudar genes mais detalhadamente, detectando mutações impossíveis de encontrar até então. Embora as causas da doença de Alzheimer sejam ainda desconhecidas, uma mistura complexa de factores genéticos e ambientais são as mais prováveis.
Entre as possíveis causas genéticas, os investigadores descobriram agora uma mutação de um gene chamado TREM2 que está associada a um maior risco de desenvolver doença de Alzheimer.

Embora esta variação do gene TREM2 seja rara (apenas 0,3% da população mundial terá esta mutação), os investigadores descobriram que ela aumenta em cerca de três vezes o risco, sendo este o maior valor já encontrado entre os genes associados à doença de Alzheimer nos últimos 20 anos. O que se sabe para já acerca do gene TREM2 é que este tem um papel na resposta imunitária no nosso cérebro numa situação de lesão ou doença, que poderá ficar comprometida quando existe a mutação agora detectada.

NOVA DROGA PARECE SER BOA EM ARTRITE PSORIÁTICA


Nova droga parece ser bom em Artrite Psoriática

WASHINGTON - O Apremilast droga experimental - um inibidor da fosfodiesterase 4 - parece melhorar os resultados em pacientes com artrite psoriática, quando comparado com o placebo, disseram pesquisadores aqui.
No estudo PALACE chamada, cerca de 40% dos pacientes atribuídos à 30 mg de dose duas vezes ao dia de Apremilast alcançado o objetivo primário de um Colégio Americano de Reumatologia 20% (ACR20) melhoria nas articulações doloridas e inchadas ( P <0,0001 ), de acordo com Arthur Kavanaugh, MD, professor de medicina da Universidade da Califórnia, em San Diego.
Cerca de 31% dos pacientes designados para o de 20 mg dose duas vezes ao dia, de Apremilast ( P <0,02) alcançou um ACR20 e cerca de 19% dos doentes tratados com placebo atingiu o ACR20, Kavanaugh relatados na reunião anual do Colégio Americano de Reumatologia.
Comparado com o placebo ambas as doses de Apremilast apareceu para ajudar mais pacientes alcançar um ACR50 e ACR70 - melhoria significado foi visto em 50% e 70% das articulações, Kavanaugh disse.
Em todas as análises, a dose mais elevada de Apremilast tem mais pacientes para ACR50 ACR70 0r. ACR50 foi conseguida por 22% dos pacientes que tomaram a dose mais elevada e por 16% em baixa dose Apremilast, mas apenas 4% dos doentes tratados com placebo. Cerca de 12% Apremilast 30 mg pacientes conseguiram ACR70, em comparação com 6% de Apremilast 20 mg pacientes e apenas 1% dos doentes tratados com placebo, Kavanaugh disse.
"Apremilast oral demonstrou eficácia em todos os desfechos avaliados, incluindo sinais e sintomas e da função física relacionada à artrite psoriática, assim como a pele", disse ele na sessão de destaque durante o encontro, que teve a participação de mais de 15.000 médicos, pesquisadores, e outros profissionais de saúde aliados.
Kavanaugh dito que, no estudo de fase III, o tratamento com Apremilast foi bem tolerada.Descontinuações devido a eventos adversos foram similares no grupo placebo e braços Apremilast. Não infecções oportunistas, incluindo tuberculose ou linfoma foram observados, e não havia um maior risco de eventos cardiovasculares. Uma pessoa morreu em Apremilast de falência múltipla de órgãos, mas a morte não parece ser relacionada com a droga, Kavanaugh disse.
"Esse dado é muito emocionante sobre uma nova terapia para a artrite psoriática", disse ele.Apremilast é um inibidor da fosfodiesterase 4, que através de uma cascata de acontecimentos ao nível molecular é acreditado para inibir as vias pró-inflamatórios, reforçando simultaneamente os mecanismos anti-inflamatórios. Ele diz que a droga foi estudado no tratamento da psoríase e de outras doenças artríticas, tais como espondilite anquilosante e artrite reumatóide.
"Estamos sempre tentando encontrar um outro medicamento para o tratamento destes pacientes", disse Christopher Morris, MD, um médico privado prática em Kingsport, Tennessee "fosfodiesterase 4 agentes como Apremilast estão em uma nova classe de drogas. Gostaria de ver como os pacientes tratados com o Apremilast comparar com aqueles tratados com regimes de comparação. "
"Eu não vejo essa droga substituindo anti-TNF [fator de necrose tumoral] inibidores, mas que poderia ser usado em pacientes que não respondam aos produtos biológicos", disse ele MedPage Today . "Vamos ver a partir de estudos adicionais se esta será uma primeira linha de tratamento para a artrite psoriática ou um add-on de drogas."
Os pacientes foram incluídos no estudo PALACE-1 se eles foram diagnosticados com moderada a grave artrite psoriática, vivia com a condição de, pelo menos, 6 meses, e apresentado com pelo menos três articulações doloridas e pelo menos três articulações inchadas. Os doentes não eram elegíveis para o estudo se a sua doença progrediu apesar do uso de mais de três agentes modificadores da doença e / ou mais de um inibidor anti-TNF. No entanto, os doentes em tratamento concomitante com sulfassalazina, metotrexato e / ou outras drogas foram permitidas.
Os pacientes foram uma média de cerca de 50 anos e tinham um índice de massa corporal de cerca de 30 kg / m 2 . A duração média da doença foi de mais de 7 anos. Eles tinham uma média de 22 dor nas articulações e inchaço nas articulações 12 no início do estudo.
A equipe de pesquisa inscritos 168 pacientes que foram designados para placebo; 168 pacientes foram designados para receber o Apremilast 30 mg duas vezes ao dia e 168 pacientes foram designados para receber o Apremilast 20 mg duas vezes por dia. Kavanaugh disse que 150 pacientes tratados com placebo completaram o teste, assim como 146 pacientes em Apremilast 20 mg e 148 mg em Apremilast 30.
O estudo foi apoiado pela Celgene.
Kavanaugh divulgados interesses comerciais com a Abbott, Amgen, AstraZeneca, Bristol-Myers Squibb, Celgene, Centocor-Janssen, Pfizer, Roche e UCB. Os co-autores também divulgados interesses comerciais com Biogenics, Genentech, Lilly, Novartis, Schering-Plough, Wyeth, Merck Sharp & Dohme. Outros co-autores são funcionários da Celgene.
Morris divulgados interesses comerciais com a Abbott.
Fonte primária: American College of Rheumatology
de referência Fonte:
Kavanaugh A, et al "Apremilast, um oral inibidor da fosfodiesterase 4, em pacientes com artrite psoriática: Resultados de uma fase 3, randomizado, controlado" ACR 2012.

conselhos para uma viagem segura e saudavel...


Conselhos para uma viagem segura e saudável para Estudantes

Perdendo uma experiência cultural única, porque você está preso na cama com uma doença relacionada com viagens ou lesão provavelmente não é parte de seu plano para uma grande experiência de estudo no exterior. Felizmente, o CDC está aqui para ajudar! Em comemoração a Semana Internacional da Educação (12-16 novembro), reunimos um "guia de estudo" para ajudar você a se preparar para uma viagem segura e saudável.

Prepare-se para viagem

Logo: Semana Internacional da Educação de 2011.  Novembro 14-18.  EUA Departamento de Estado.  EUA Dpeartment da Educação.  http://iew.state.govVisite o site viajantes CDC "Saúde para aprender sobre os riscos à saúde em seu destino. Faça uma consulta com ummédico familiarizado com medicina de viagem , o ideal é pelo menos 4-6 semanas antes de sair. O médico irá rever seu histórico médico para ter certeza de obter as vacinas corretas, remédios, e informações sobre segurança. Você deve estar atualizado sobre todas as vacinas de rotina (como gripe, sarampo / caxumba / rubéola e poliomielite), e você pode precisar de outros relacionados com viagens vacinas. Se o seu programa de estudo no exterior dura vários meses, você vai querer ter certeza de que você já conquistou toda a saúde sua rotina de check-ups, como ver o seu dentista, porque a qualidade do atendimento odontológico e médico pode ser diferente nos países de acolhimento ou mais caro do que nos Estados Unidos.
Antes de sair, se registrar no programa Smart Traveler EnrollmentÍcone do site Web externo para que o Departamento de Estado pode melhor ajudá-lo em caso de emergência. Visite Médicos / Hospitais no exteriorÍcone do site Web externopara identificar os recursos da saúde no país em que você vai viver. Aprender primeiros socorros básicos e embalar um kit de saúde do curso para que você possa tratar quaisquer doenças menores mesmo. Se você tomar um medicamento regularmente, verifique se você tem o suficiente para a duração da sua viagem.
Você também vai querer ter certeza de que você tem seguro de viagem seguro de saúde e, possivelmente, a evacuação em caso de necessidade de cuidados médicos durante o seu programa de estudo no exterior. Visite o Departamento de Estado do Seguro MédicoÍcone do site Web externo página algumas dicas úteis e uma lista de empresas que prestam este tipo de seguro.
O Centro de Educação GlobalÍcone do site Web externo é outro excelente recurso que pode ajudar você a se preparar para o seu programa de estudo no exterior.

Foto: Estudantes em um café.Proteja a sua saúde no exterior

Lave as mãos com sabão e água limpa ou usar um produto de limpeza à base de álcool antes de comer, depois de tossir ou espirrar, e depois de usar o banheiro. Nos países em desenvolvimento, ter cuidado com água e comida : comer alimentos totalmente cozidos, servido quente ou frutas e verduras que você pode lavar ou descascar-se. Beber apenas água engarrafada selada ou água que tenha sido fervida, e evitar gelo.
Em países tropicais e subtropicais, doenças transmitidas por insetos pode ser comum. Use um repelente de insetos apropriado  Arquivo Adobe PDF [PDF - 1.43MB] e usar calças compridas e mangas para se proteger de picadas de insetos. Para evitar infecções, como HIV e hepatite B, que estão espalhados por sangue e fluidos corporais, não fazer tatuagens ou piercings.Usar preservativos de látex se tiver relações sexuais.

Depois de você chegar em casa

Depois de retornar de sua viagem ao exterior, procure assistência médica imediatamente se você não se sentir bem ou ter sido ferido. É especialmente importante consultar um médico se tiver febre, erupção cutânea, tosse, dificuldade respiratória, ou quaisquer outros sintomas incomuns. Se você está retornando de uma área onde a malária é um risco e tornar-se doente, com febre ou gripe doença para até 1 ano após o seu regresso, consulte um médico imediatamente , e diga-lhe que você viajou para um lugar onde malária está presente.

Mais informações

CDC trabalha vidas 24/7 economia e proteger as pessoas de ameaças de saúde para ter uma nação mais segura. A agência federal dos EUA, o CDC ajuda a tornar a escolha saudável a escolha fácil, colocando ciência e prevenção em ação. CDC trabalha para ajudar as pessoas a viver vidas mais longas e saudáveis ​​e mais produtivas.